Comissão Nacional Justiça e Paz

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Proibição de Armas Nucleares – exigência da Paz

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                                           Proibição de Armas Nucleares – exigência da Paz

                                                      Nota da Comissão Diocesana Justiça e Paz de Coimbra

Hoje, 22 de janeiro de 2021, pelas 00 horas, entrou em vigor o Tratado Internacional de Proibição de Armas Nucleares. Culminando um trabalho de cinco anos na ONU o mesmo Tratado representa o primeiro instrumento multilateral juridicamente vinculante para o desarmamento nuclear.

É um começo de caminho, mas é, simultaneamente, um passo gigantesco para a Humanidade. Culmina um movimento mundial de consciencialização sobre consequências catastróficas das consequências do uso das armas nucleares com a potencial aniquilação do Homem.

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SER SOLIDÁRIO! Nota da CDJP de Coimbra

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                                                                                       CDJP Coimbra logo

                                                              SER SOLIDÁRIO!

                                                Nota da Comissão Diocesana Justiça e Paz de Coimbra

Decorreu cerca de um ano desde o momento em que o Mundo se viu confrontado, inesperadamente, com os primeiros sinais de uma forma microscópica de vida que transformou o nosso Universo. Desde então a realidade em que vivíamos mudou radicalmente à escala global e cada um de nós alterou a sua forma de estar e de ser.

Os Estados, embora de modo titubeante, como cada um de nós, mobilizaram-se para enfrentar as dramáticas consequências sociais e económicas de um abalo telúrico com epicentro na pandemia. Porém, para além desse papel fulcral, é importante que se reconheça a importância das organizações e instituições da sociedade civil, em particular, de solidariedade social, que  constituem um autêntico dique de contenção no “tsunami” que nos invadiu.    

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SER SOLIDÁRIO EM TEMPO DE CRISE Nota da CDJP de Coimbra

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logocdjp-6                                                       Nota da Comissão Diocesana de Coimbra Justiça e Paz
                                                                SER SOLIDÁRIO EM TEMPO DE CRISE

Quatro meses decorreram após o eclodir desta crise, alterando a nossa forma de estar e de ser. O futuro será, certamente, algo de diferente do que há alguns meses tínhamos dado como certo. Mas crise é, também, o momento de desafio, decisivo para vencer os desequilíbrios e restabelecer a confiança.

Este é o tempo de superar o determinismo e as atitudes passivas com liberdade e responsabilidade. Devemos exigir respostas colectivas, estruturadas e sustentadas, mas, individualmente, cada um de nós não pode deixar de agir, pois que tem o dever de dar a mão a quem, ao nosso lado, precisa de pão e esperança. À indignação perante a injustiça, saibamos juntar o nosso comprometimento e a nossa acção.

A nossa atenção é agora despertada para realidades que sempre estiveram presentes, mas para as quais não estávamos particularmente atentos, e que atingem os mais fragilizados e indefesos.

A pobreza latente irrompeu com ímpeto em largas zonas do país, ameaçando superar os 18 % da população e 1,8 milhões de pessoas estão risco. Em diversas zonas à ausência de condições dignas de vida acresce, muitas vezes, a anomia e a ausência de valores.

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Comissão Justiça e Paz de Évora - O despovoamento e a migração no Alentejo

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CDJP Évora


COMISSÃO JUSTIÇA E PAZ DA ARQUIDIOCESE DE ÉVORA
PREOCUPADA COM O DESPOVOAMENTO E A MIGRAÇÃO NO ALENTEJO

Sua Exa. Rev.ª Dom Francisco José Villas-Boas Senra de Faria Coelho, Arcebispo de Évora, por sua provisão de 29 de junho de 2019, nomeou a Comissão Arquidiocesana Justiça e Paz, constituída por quatro personalidades da região, sob a assistência espiritual do Cónego Silvestre Marques.

A nomeação desta comissão tem como objetivo principal assessorar e aconselhar o Arcebispo de Évora, sobre assuntos relacionados com a justiça e a paz que ocorram fundamentalmente dentro da área geográfica correspondente à arquidiocese. Neste âmbito caberão certamente as problemáticas mais graves e atuais, que a todos nos assolam, devendo ser analisadas de forma profunda e consistente.

Dando corpo ao fundamento da criação desta comissão, a mesma já reuniu por duas vezes, para refletir, entre outras coisas, sobre a problemática do despovoamento no Alentejo e ao surgimento, cada vez mais evidente, de migrantes na região. Só acompanhando de perto estes fenómenos será possível perceber o que a Igreja pode eventualmente vir a fazer no futuro.

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«Erradicar a pobreza: um desafio»

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«Erradicar a pobreza: um desafio», comunicado da Comissão Diocesana de Justiça e Paz da Diocese de Portalegre e Castelo Branco.

 


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