Comissão Nacional Justiça e Paz

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Poliedro

onde a unidade harmónica do todo conserva a particularidade e originalidade de cada uma das partes — reflexões dos membros da CNJP



Partiu um amigo para o Pai

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Ao participar na cerimónia das exéquias do D. Manuel Martins, Bispo Emérito de Setúbal, na passada terça-feira, dia 26 de Setembro, com o coração consternado, não pude deixar de me sentir um privilegiado pelo facto de me poder contar entre os seus amigos.

Alguns meses após a entrada do D. Manuel em Setúbal, primeiro por causa da elaboração dos Estatuto da Assembleia Diocesana e depois pelo facto de ser sido nomeado por ele para a Comissão Diocesana Justiça e Paz, tive a oportunidade de conhecer uma «figura» que contribuiu para consolidar traços importantes da minha postura como Cristão e como Homem.

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«Morreu um homem bom e um grande bispo»

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Quando morre um homem bom o mundo fica mais pobre. Hoje, Portugal e a sua Igreja perderam um desses homens que nos fazem falta: D. António Francisco, o bispo do Porto. Reconhecidamente um homem bom.

[Graça Franco, Renascença]

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O desafio de ser cristão no trabalho

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Tive o grato prazer de acompanhar a elaboração de um texto (Ser Cristão no Trabalho - Um Desafio! ) que resulta do diálogo e comunhão entre representantes de várias organizações católicas, entre elas associações de trabalhadores e de empresários.

As perspetivas de que partiam estas associações de trabalhadores e empresários não eram uniformes, e não o são ainda hoje. Mas uns e outros identificam-se com os princípios da doutrina social da Igreja. Podemos, pois, dizer que entre elas os pontos de união são mais relevantes e sólidos do que os de divergência. Mas a verdade é que nem sempre esta realidade vem em evidência, neste como noutros âmbitos do diálogo intraeclesial.

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Era forasteiro e recebeste-me

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A temática das migrações e do acolhimento de refugiados e imigrantes vem sendo presença recorrente nas mensagens do Papa Francisco. A tal não serão estranhas as suas próprias origens: neto de imigrantes, vindo de um país construído por vagas sucessivas de imigrantes. Mas este é um fenómeno hoje incontornável em qualquer parte do mundo globalizado. Quando sopram com cada vez mais força os ventos hostis à imigração (que Donald Trump qualificou como um privilégio, e não um direito), a voz do Papa ressoa contra a corrente. Há quem o acuse de irrealismo ingénuo. Mas em várias ocasiões já mostrou que o seu pensamento tem sólidas raízes e não deve ser encarado como expressão de superficialidade emotiva.

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Desenvolvimento Humano Integral

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Celebramos o cinquentenário da publicação da encíclica Populorum Progressio. Esta efeméride tem um significado particular para as comissões Justiça e Paz, pois  nesta encíclica foi anunciada a criação da estrutura que veio a dar origem ao Pontifício Conselho da Justiça e da Paz (hoje componente do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral) e, subsequentemente, às comissões Justiça e Paz nacionais e diocesanas.

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Muros que já tinham caído

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A História reserva-nos muitas surpresas. Não conhece evoluções lineares e automáticas. É o que revela a eleição de Donald Trump e as suas consequências,  algumas já bem visíveis. Uma delas é a do fecho das fronteiras norte-americanas a refugiados e outros nacionais de alguns países de maioria muçulmana. Uma decisão cega, que atribui a pessoas de determinadas nacionalidades e à religião islâmica, de forma arbitrária e preconceituosa, a responsabilidade pelo terrorismo.

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Resistir

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Ao ler as notícias e os vários registos actuais das afirmações dos líderes políticos, nomeadamente do recentemente empossado em Washington, e ao ouvir os vários comentadores e fazedores de opinião, ocorre-me que o grande desafio que se nos coloca é o da resistência militante.

Não desistir, não relativizar, persistir e defender inabalavelmente os valores que sustentam a nossa civilização e que são os únicos que ainda, e de forma por vezes imperfeita, são baluarte de uma promessa de paz e de justiça.

[Maria Rosário Carneiro, Renascença]

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Desigualdade, Justiça e Fraternidade

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Por iniciativa da O.N.U., comemora-se a 20 de fevereiro o Dia Internacional da Justiça Social.

Evocar a justiça social é particularmente oportuno quando olhamos para o estado atual do nosso mundo no que diz respeito à repartição da riqueza.

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Tudo se perde com a guerra, tudo se ganha com a paz

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Salienta o Papa Francisco, na sua mensagem para o Dia Mundial da Paz de 2017, que a violência não permite alcançar objetivos de valor duradouro e desencadeia uma espiral de morte infindável, que beneficia apenas poucos “senhores da guerra”. Há, então, que buscar resolver as controvérsias pelas vias da razão, das negociações baseadas no direito, na justiça e na equidade. A não-violência deve tornar-se o estilo característico dos relacionamentos e da ação política.

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Muros

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Nos primeiros anos deste século, Thomas Friedman publicou um livro intitulado “O Mundo é Plano”. Nele dá conta de um mundo onde, pela primeira vez, nos podemos aperceber dos vales escondidos, dos riachos ignorados, dos grupos esquecidos e abandonados, das grandezas e das pequenezas encobertas.

[Maria Rosário Carneiro, Renasceça]

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