Comissão Nacional Justiça e Paz

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Comissão Justiça e Paz de Évora - O despovoamento e a migração no Alentejo

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CDJP Évora


COMISSÃO JUSTIÇA E PAZ DA ARQUIDIOCESE DE ÉVORA
PREOCUPADA COM O DESPOVOAMENTO E A MIGRAÇÃO NO ALENTEJO

Sua Exa. Rev.ª Dom Francisco José Villas-Boas Senra de Faria Coelho, Arcebispo de Évora, por sua provisão de 29 de junho de 2019, nomeou a Comissão Arquidiocesana Justiça e Paz, constituída por quatro personalidades da região, sob a assistência espiritual do Cónego Silvestre Marques.

A nomeação desta comissão tem como objetivo principal assessorar e aconselhar o Arcebispo de Évora, sobre assuntos relacionados com a justiça e a paz que ocorram fundamentalmente dentro da área geográfica correspondente à arquidiocese. Neste âmbito caberão certamente as problemáticas mais graves e atuais, que a todos nos assolam, devendo ser analisadas de forma profunda e consistente.

Dando corpo ao fundamento da criação desta comissão, a mesma já reuniu por duas vezes, para refletir, entre outras coisas, sobre a problemática do despovoamento no Alentejo e ao surgimento, cada vez mais evidente, de migrantes na região. Só acompanhando de perto estes fenómenos será possível perceber o que a Igreja pode eventualmente vir a fazer no futuro.

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«Erradicar a pobreza: um desafio»

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«Erradicar a pobreza: um desafio», comunicado da Comissão Diocesana de Justiça e Paz da Diocese de Portalegre e Castelo Branco.

 

Esperança e Critérios de Vida

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Em momento marcado pela dúvida e pela incerteza - elementos perturbadores das relações sociais e económicas, das decisões políticas - a Comissão Diocesana Justiça e Paz de Coimbra (CDJP) julga oportuna uma palavra de esperança neste período em que somos chamados a um novo esforço que impõe mudanças radicais, quer a nível pessoal, quer colectivo. 

Convicta de que a crise, tendo sempre uma carga negativa gravosa, pode - e deve - ser oportunidade estimuladora de um mundo diferente, importa salientar que o trabalho que temos pela frente exige diálogo e projectos em comum, cujos frutos dependem da nossa capacidade de sermos exigentes na ética, connosco e com os outros, e solidários para com aqueles que necessitam.

Sejamos, assim, construtores do futuro, norteados pelo sentido de justiça e de paz que o Verbo de Deus inscreveu em cada um de nós.

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