Comissão Nacional Justiça e Paz

  • Aumentar o tamanho da fonte
  • Tamanho padrão da fonte
  • Diminuir tamanho da fonte
Notícias

«Morreu um homem bom e um grande bispo»

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

Quando morre um homem bom o mundo fica mais pobre. Hoje, Portugal e a sua Igreja perderam um desses homens que nos fazem falta: D. António Francisco, o bispo do Porto. Reconhecidamente um homem bom.

[Graça Franco, Renascença]

Continuar...
 

O desafio de ser cristão no trabalho

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

Tive o grato prazer de acompanhar a elaboração de um texto (Ser Cristão no Trabalho - Um Desafio! ) que resulta do diálogo e comunhão entre representantes de várias organizações católicas, entre elas associações de trabalhadores e de empresários.

As perspetivas de que partiam estas associações de trabalhadores e empresários não eram uniformes, e não o são ainda hoje. Mas uns e outros identificam-se com os princípios da doutrina social da Igreja. Podemos, pois, dizer que entre elas os pontos de união são mais relevantes e sólidos do que os de divergência. Mas a verdade é que nem sempre esta realidade vem em evidência, neste como noutros âmbitos do diálogo intraeclesial.

Continuar...
 

Entrevista a Maria do Rosário Carneiro sobre Populorum Progressio, que comemora 50 anos

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
 

Com Misericórdia, novos estilos de vida

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

«Na Sessão de Estudos promovida pelo Metanoia – Movimento Católico de Profissionais, há um ano (5 de Março de 2016), Alfredo Bruto da Costa, que morreu em Novembro último, desenvolveu o tema “Com Misericórdia, novos estilos de vida”.

Na sua intervenção, o ex-presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz usa o seu estilo inconfundível, de referência permanente ao texto bíblico, à teologia dos teólogos dos primeiros séculos do cristianismo e ao pensamento  social contemporâneo para propor um caminho exigente de fidelidade ao Evangelho.»

O texto pode ser lido no blogue Religionline de onde foi citada esta introdução.

 

Era forasteiro e recebeste-me

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

A temática das migrações e do acolhimento de refugiados e imigrantes vem sendo presença recorrente nas mensagens do Papa Francisco. A tal não serão estranhas as suas próprias origens: neto de imigrantes, vindo de um país construído por vagas sucessivas de imigrantes. Mas este é um fenómeno hoje incontornável em qualquer parte do mundo globalizado. Quando sopram com cada vez mais força os ventos hostis à imigração (que Donald Trump qualificou como um privilégio, e não um direito), a voz do Papa ressoa contra a corrente. Há quem o acuse de irrealismo ingénuo. Mas em várias ocasiões já mostrou que o seu pensamento tem sólidas raízes e não deve ser encarado como expressão de superficialidade emotiva.

Continuar...