Comissão Nacional Justiça e Paz

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Notícias

Laudato si' É hora de ação!

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Laudato si Vaticano
«Que mundo queremos deixar em herança? Era a pergunta que ecoava durante a Conferência internacional "Salvar a nossa casa comum e o futuro da vida na terra", realizada no Vaticano, de 5 a 6 de julho passado, por ocasião do 3º aniversário da Laudato Si.» José Maia, Secretário-Geral da Comissão Nacional Justiça e Paz, participou na Conferência e deixa-nos o seu testemunho. Aqui

 

AQUARIUS

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A decisão dos governos de Malta e de Itália de recusar a entrada do navio Aquarius nos portos desses países, contrariando o que vinha sendo prática habitual em casos semelhantes, causou indignação em muitas pessoas. O navio, da O.N.G Sos Mediterranée, tinha salvo do naufrágio centenas de refugiados e migrantes, alguns deles menores desacompanhados, muitos com necessidades de assistência imediata. Veio a ser recebido em Valência, por decisão do governo espanhol. A Igreja espanhola manifestou a sua total disponibilidade para colaborar no acolhimento dessas pessoas. Disse, a propósito o cardeal arcebispo de Madrid, D. Carlos Osoro, que o Aquarius é «um apelo de Cristo à Europa». Ou seja, um teste à coerência da Europa com as suas raízes cristãs e com o propósito político de respeito pelos direitos humanos. E o cardeal Ravasi evocou, também a propósito desta questão, as palavras de Jesus no Evangelho: «Era forasteiro e recebeste-Me».

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Manifesto sobre os Pactos Globais das Nações Unidas sobre Refugiados e Migrantes

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Manifesto sobre os Pactos Globais das Nações Unidas sobre Refugiados e Migrantes: Acolher, promover, proteger e integrar

Por ocasião do Dia Mundial do Refugiado, que se assinala a 20 de junho, o Fórum de Organizações Católicas para a Imigração (FORCIM) torna público o seu  Manifesto sobre os Pactos Globais das Nações Unidas sobre Refugiados e Migrantes .

Este Manifesto surge como resposta ao apelo do Papa Francisco de se chamar a atenção dos Governos, especificamente dos responsáveis pelas negociações relativas aos Pactos Globais, sobre considerações particularmente pertinentes que fomentem uma solidariedade mais concreta para com os migrantes e refugiados.

Partindo dos quatro verbos de ação – acolher, promover, proteger e integrar – pretende-se chamar a atenção sobre os princípios que devem estar assegurados nos Pactos Globais para que estes estejam orientados, acima de qualquer outro interesse e intuito, para o bem comum e centrados na integridade e dignidade da pessoa, contemplando a visão de uma só família humana, que habita uma Casa Comum.

 

 

Apelo do Papa à não resignação

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Pode um cristão estar sossegado com a moralidade dos seus atos, ao mesmo tempo que vende um produto financeiro a um cliente incapaz de avaliar o risco que lhe está associado quando não o alerta para tal?

Os cristãos e homens de boa vontade, sejam eles banqueiros ou bancários, gestores, empresários ou políticos, reguladores, clientes ou consumidores, não podem resignar-se à mera lógica dos “mercados” e devem estar conscientes do efeito do somatório das ações pelas quais cada um deve responsabilizar-se individualmente. Esta é a principal advertência que o texto da Santa Sé, hoje publicado no Vaticano, faz ao analisar, em pormenor, o funcionamento dos mercados financeiros, num passo em muitos aspetos inédito da Doutrina Social da Igreja e que constitui um novo guia para a reflexão de todos sobre a sua quota parte na mudança de mentalidades que se impõe.

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Oeconomicae et pecuniariae quaestiones

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O título em latim (comum em documentos do magistério da Igreja) pode parecer bizarro num documento sobre finanças (onde até questões mais técnicas não são esquecidas), numa área onde a língua inglesa impera em absoluto. Trata-se de um documento do Vaticano (da Congregação para a Doutrina da Fé e do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Integral) com considerações para um discernimento ético sobre alguns aspetos do atual sistema económico e financeiro recentemente publicado. A Igreja não ignora estes aspectos, porque, como se afirma no documento, «nenhum espaço no qual o homem age pode legitimamente pretender ser estranho, ou permanecer impermeável, a uma ética fundada na liberdade, na verdade, na justiça e na solidariedade» (n.4)

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