Comissão Nacional Justiça e Paz

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Notícias

Muros que já tinham caído

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A História reserva-nos muitas surpresas. Não conhece evoluções lineares e automáticas. É o que revela a eleição de Donald Trump e as suas consequências,  algumas já bem visíveis. Uma delas é a do fecho das fronteiras norte-americanas a refugiados e outros nacionais de alguns países de maioria muçulmana. Uma decisão cega, que atribui a pessoas de determinadas nacionalidades e à religião islâmica, de forma arbitrária e preconceituosa, a responsabilidade pelo terrorismo.

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Resistir

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Ao ler as notícias e os vários registos actuais das afirmações dos líderes políticos, nomeadamente do recentemente empossado em Washington, e ao ouvir os vários comentadores e fazedores de opinião, ocorre-me que o grande desafio que se nos coloca é o da resistência militante.

Não desistir, não relativizar, persistir e defender inabalavelmente os valores que sustentam a nossa civilização e que são os únicos que ainda, e de forma por vezes imperfeita, são baluarte de uma promessa de paz e de justiça.

[Maria Rosário Carneiro, Renascença]

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Desigualdade, Justiça e Fraternidade

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Por iniciativa da O.N.U., comemora-se a 20 de fevereiro o Dia Internacional da Justiça Social.

Evocar a justiça social é particularmente oportuno quando olhamos para o estado atual do nosso mundo no que diz respeito à repartição da riqueza.

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Tudo se perde com a guerra, tudo se ganha com a paz

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Salienta o Papa Francisco, na sua mensagem para o Dia Mundial da Paz de 2017, que a violência não permite alcançar objetivos de valor duradouro e desencadeia uma espiral de morte infindável, que beneficia apenas poucos “senhores da guerra”. Há, então, que buscar resolver as controvérsias pelas vias da razão, das negociações baseadas no direito, na justiça e na equidade. A não-violência deve tornar-se o estilo característico dos relacionamentos e da ação política.

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Dia Mundial da Paz. Entrevista ao presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, Pedro Vaz Patto

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