{"id":145101,"date":"2019-08-03T12:00:59","date_gmt":"2019-08-03T12:00:59","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=145101"},"modified":"2021-02-25T17:53:43","modified_gmt":"2021-02-25T17:53:43","slug":"ano-c-18o-domingo-do-tempo-comum-dehonianos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/ano-c-18o-domingo-do-tempo-comum-dehonianos\/","title":{"rendered":"Ano C &#8211; 18.\u00ba Domingo do Tempo Comum &#8211; Dehonianos"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Ano C - 18\u00ba Domingo do Tempo Comum\" width=\"1080\" height=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/WA_hpuSDaAo?feature=oembed\"  allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>Que bens d\u00e3o sentido \u00e0 vida?<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Que atitude assumimos face aos bens deste mundo? Que bens d\u00e3o verdadeiro sentido \u00e0 nossa exist\u00eancia e nos garantem a vida em plenitude? S\u00e3o quest\u00f5es essenciais bem presentes na liturgia deste 18.\u00ba domingo do Tempo Comum.<\/p>\n<p>A primeira leitura provoca-nos sobre o sem sentido de uma vida voltada para acumular bens e sugere a descoberta de Deus e dos seus valores, para encontramos a\u00ed o sentido \u00faltimo da nossa exist\u00eancia.<\/p>\n<p>A segunda leitura convida-nos \u00e0 identifica\u00e7\u00e3o com Cristo: isso implica deixar os \u201cdeuses\u201d que nos escravizam e renascer continuamente, at\u00e9 que em n\u00f3s se manifeste o Homem Novo, que \u00e9 \u201cimagem de Deus\u201d.<\/p>\n<p>Na par\u00e1bola do rico insensato no Evangelho, Jesus denuncia o fracasso de uma vida voltada apenas para os bens materiais: o homem que assim procede esqueceu aquilo que verdadeiramente d\u00e1 sentido \u00e0 exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Confrontado com um assunto de heran\u00e7a, Jesus declara-Se sem compet\u00eancia para julgar o caso, pois n\u00e3o \u00e9 juiz, nem not\u00e1rio, nem advogado. Mas conhecendo bem o cora\u00e7\u00e3o de Deus e o cora\u00e7\u00e3o dos homens, aproveita a ocasi\u00e3o para indicar o sentido sobre as riquezas humanas.<\/p>\n<p>Sabe que o cora\u00e7\u00e3o do homem anda muitas vezes bem longe do cora\u00e7\u00e3o de Deus, que o porta-moedas ou o cart\u00e3o de cr\u00e9dito s\u00e3o parte sens\u00edvel do ser humano, enquanto Deus n\u00e3o tem nada disso.<\/p>\n<p>Jesus n\u00e3o \u00e9 contra a riqueza, nem contra o progresso, nem contra o crescimento do n\u00edvel de vida. Mas ser rico para si mesmo \u00e9 deixar-se aprisionar pelo dinheiro. A vida da pessoa n\u00e3o depende das suas riquezas.<\/p>\n<p>Hoje, que diria Jesus aos grandes poderosos e ricos do mundo, que n\u00e3o t\u00eam pejo em lan\u00e7ar para o desemprego milhares de pessoas sem saber qual o seu destino de vida? S\u00e3o pecados graves! Como diz o Papa Francisco, esta forma de economia do dinheiro mata!<\/p>\n<p>Diz-se que \u00e9 pol\u00edtica. Mas trata-se primeiro do Evangelho! Cabe aos crist\u00e3os, a cada um de n\u00f3s, testemunhar com a pr\u00f3pria vida, com o pr\u00f3prio exemplo, e lutar contra este estado de coisas! Particularmente nesta altura em que os bens s\u00e3o mais escassos e exigem enorme aten\u00e7\u00e3o \u00e0 partilha aut\u00eantica e solid\u00e1ria.<\/p>\n<p>Onde acumulamos as nossas riquezas? E quais s\u00e3o estas riquezas? Que bens d\u00e3o sentido \u00e0 nossa vida?<\/p>\n<p>\u00c0 luz da par\u00e1bola de Jesus, somos convidados a fazer o ponto da situa\u00e7\u00e3o sobre as nossas prioridades na vida e a retificar, talvez, o nosso uso dos bens da terra.<\/p>\n<p>A vida de uma pessoa e o seu valor real n\u00e3o se medem pelas suas riquezas. Estamos verdadeiramente conscientes disso?<\/p>\n<p>Pe\u00e7amos ao Senhor que fortifique em n\u00f3s o desejo de sermos ricos aos olhos de Deus. Que Ele nos preserve da avidez do lucro e nos abra ao sentido da partilha.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Manuel Barbosa, scj<\/p>\n<p>www.dehonianos.org<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Que bens d\u00e3o sentido \u00e0 vida?<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":162638,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[102],"tags":[107],"class_list":["post-145101","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-c-tempo-comum","tag-dehonianos"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/145101","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=145101"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/145101\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":164112,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/145101\/revisions\/164112"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/162638"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=145101"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=145101"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=145101"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}