{"id":145110,"date":"2019-08-24T12:00:15","date_gmt":"2019-08-24T12:00:15","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=145110"},"modified":"2020-03-12T14:31:48","modified_gmt":"2020-03-12T14:31:48","slug":"ano-c-21o-domingo-do-tempo-comum-dehonianos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/ano-c-21o-domingo-do-tempo-comum-dehonianos\/","title":{"rendered":"Ano C &#8211; 21.\u00ba Domingo do Tempo Comum &#8211; Dehonianos"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Ano C - 21.\u00ba Domingo do Tempo Comum\" width=\"1080\" height=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TXaNxHPNdCw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u00abSenhor, s\u00e3o poucos os que se salvam?\u00bb<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>\u00abSenhor, s\u00e3o poucos os que se salvam?\u00bb No Evangelho deste 21.\u00ba domingo do Tempo Comum, Jesus \u00e9 confrontado com esta pergunta acerca do n\u00famero dos que se salvam e sugere que o banquete do Reino \u00e9 para todos. N\u00e3o est\u00e1 condicionado a qualquer l\u00f3gica de sangue, de etnia, de classe, de ideologia pol\u00edtica, de estatuto econ\u00f3mico: \u00e9 uma realidade que Deus oferece gratuitamente a todos; basta que se acolha essa oferta de salva\u00e7\u00e3o, se adira a Jesus e se aceite entrar pela porta estreita. N\u00e3o podemos excluir nem marginalizar ningu\u00e9m.<\/p>\n<p>Na l\u00f3gica de Jesus, \u00abentrar pela porta estreita\u00bb significa tornar-se pequeno, simples, humilde, servidor, capaz de amar os outros at\u00e9 ao extremo e de fazer da vida um dom. Significa seguir Jesus no seu exemplo de amor e de entrega. Quando Tiago e Jo\u00e3o pretenderam reivindicar lugares privilegiados no Reino, Jesus apressou-Se a dizer-lhes que era necess\u00e1rio primeiro partilhar o destino de Jesus e fazer da vida um dom e um servi\u00e7o.<\/p>\n<p>Esta porta estreita n\u00e3o \u00e9 muito popular nos tempos que correm. As perspetivas s\u00e3o bem diferentes das de Jesus. Para muitos dos nossos contempor\u00e2neos, a felicidade, a vida plena encontra-se no poder, no \u00eaxito, na exposi\u00e7\u00e3o social, nos cinco minutos de fama que a televis\u00e3o proporciona, no dinheiro.<\/p>\n<p>Como nos situamos face a isto? As nossas op\u00e7\u00f5es v\u00e3o mais vezes na linha da porta larga do mundo, ou da porta estreita de Jesus?<\/p>\n<p>O acesso ao Reino n\u00e3o \u00e9 uma conquista definitiva, mas algo que Deus nos oferece e que em cada dia n\u00f3s aceitamos ou rejeitamos. Ningu\u00e9m tem automaticamente garantido, por decreto, o acesso ao Reino, de forma que possa, a partir de uma certa altura, ter comportamentos pouco consent\u00e2neos com os valores do Reino. O acesso \u00e0 salva\u00e7\u00e3o \u00e9 algo a que se responde, positiva ou negativamente, todos os dias, nunca \u00e9 um dado totalmente seguro e adquirido.<\/p>\n<p>Afinal, para n\u00f3s, assumidamente crist\u00e3os, onde est\u00e1 a salva\u00e7\u00e3o? Jesus dizia que, no banquete do Reino, muitos apareceriam a dizer: \u00abcomemos e bebemos contigo e tu ensinaste nas nossas pra\u00e7as\u00bb; mas receberiam como resposta: \u00abn\u00e3o sei de onde sois; afastai-vos de mim todos os que praticais a iniquidade\u00bb.<\/p>\n<p>Este aviso toca-nos de forma especial. H\u00e1 que tomar esta p\u00e1gina do Evangelho muito a s\u00e9rio e conformar com ele as nossas vidas, antes que a porta do Reino se feche. Conhecemos bem Jesus, sentamo-nos com Ele \u00e0 mesa da Eucaristia, escutamos as suas palavras, andamos pela igreja. Mas isso s\u00f3 conta se nos preocuparmos em entrar pela porta estreita da simplicidade e da humildade, do amor e da partilha, do servi\u00e7o e do dom da vida.<\/p>\n<p>Manuel Barbosa, scj<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.dehonianos.org\">www.dehonianos.org<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abSenhor, s\u00e3o poucos os que se salvam?\u00bb<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":162557,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[102],"tags":[107],"class_list":["post-145110","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-c-tempo-comum","tag-dehonianos"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/145110","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=145110"}],"version-history":[{"count":3,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/145110\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":164109,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/145110\/revisions\/164109"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/162557"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=145110"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=145110"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=145110"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}