{"id":174222,"date":"2020-05-09T22:46:53","date_gmt":"2020-05-09T21:46:53","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=174222"},"modified":"2021-02-24T18:47:27","modified_gmt":"2021-02-24T18:47:27","slug":"ano-a-5-o-domingo-da-pascoa","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/ano-a-5-o-domingo-da-pascoa\/","title":{"rendered":"Ano A &#8211; 05.\u00ba Domingo da P\u00e1scoa &#8211; Dehonianos"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Ano A - 5.\u00ba domingo da P\u00e1scoa\" width=\"1080\" height=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/VoMG1NrwIJA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>Que Igreja somos n\u00f3s?<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>A liturgia deste quinto domingo pascal convida-nos a refletir sobre a Igreja, a comunidade que nasce de Jesus e cujos membros continuam o seu caminho, dando testemunho do projeto de Deus no mundo, na entrega a Deus e no amor aos irm\u00e3os.<\/p>\n<p>A primeira leitura apresenta-nos alguns tra\u00e7os que caraterizam a Igreja como fam\u00edlia de Deus: \u00e9 uma comunidade santa, embora formada por pecadores; \u00e9 uma comunidade estruturada, mas onde o servi\u00e7o da autoridade \u00e9 exercido no di\u00e1logo com os irm\u00e3os; \u00e9 uma comunidade de servidores, que recebem dons de Deus e os colocam ao servi\u00e7o dos irm\u00e3os; \u00e9 uma comunidade animada pelo Esp\u00edrito, que vive do Esp\u00edrito e que d\u2019Ele recebe a for\u00e7a de ser testemunha de Jesus na hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>A segunda leitura tamb\u00e9m se refere \u00e0 Igreja: chama-lhe templo espiritual, do qual Cristo \u00e9 a pedra angular e os crist\u00e3os pedras vivas e povo sacerdotal, que tem por miss\u00e3o oferecer a Deus o verdadeiro culto: uma vida levada na obedi\u00eancia aos planos do Pai e no amor incondicional aos irm\u00e3os.<\/p>\n<p>O Evangelho define a Igreja como comunidade de disc\u00edpulos que seguem Jesus, Caminho, Verdade e Vida, que acolhem a sua proposta e aceitam viver em din\u00e2mica de Homens Novos, que possuem a vida em plenitude e que integram a fam\u00edlia de Deus.<\/p>\n<p>Acolhendo a Palavra de Deus hoje, s\u00f3 podemos perguntar: que Igreja somos n\u00f3s?<\/p>\n<p>Depois de mais de dois mil anos de cristianismo, parece que nem sempre se nota a presen\u00e7a efetiva de Cristo nesses caminhos em que se constr\u00f3i a hist\u00f3ria do mundo e dos homens. Tantos atentados \u00e0 vida e \u00e0 dignidade da pessoa, a corrida aos armamentos, os genoc\u00eddios, os atos b\u00e1rbaros de terrorismo, as guerras religiosas, o capitalismo selvagem, o tr\u00e1fico de pessoas, a corrup\u00e7\u00e3o, os atentados contra a natureza, levam-nos a pensar que os crit\u00e9rios que presidem \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do mundo est\u00e3o, demasiadas vezes, longe dos valores do Evangelho. Porque \u00e9 que isto acontece? Cristo \u00e9 mesmo, para os crist\u00e3os, a refer\u00eancia fundamental? As pessoas que se dizem de Cristo e da Igreja fazem de Cristo, efetivamente, a pedra angular sobre a qual constroem a sua vida e a hist\u00f3ria do nosso tempo? Ser crist\u00e3os, pedras vivas, templo espiritual\u2026 que significa isso na constru\u00e7\u00e3o da Igreja hoje?<\/p>\n<p>O Papa Francisco tem-nos desafiado a pensarmos na Igreja que somos, sempre transformados na alegria do Evangelho. Isso s\u00f3 pode acontecer em perspetiva de uma Igreja fiel a quem a gerou e faz crescer, o Esp\u00edrito de Jesus Cristo, e atenta aos anseios, problemas e alegrias das pessoas do nosso tempo. Enfim, sejamos Igreja em sa\u00edda, sempre no encontro alegre com Jesus Cristo, com a especial b\u00ean\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio de F\u00e1tima, neste m\u00eas de Maio que lhe dedicado.<\/p>\n<p><em>Manuel Barbosa, scj<\/em><br \/>\n<em><a href=\"http:\/\/www.dehonianos.org\">www.dehonianos.org<\/a><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Que Igreja somos n\u00f3s?<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":174224,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[122],"tags":[107],"class_list":["post-174222","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-a-pascoa","tag-dehonianos"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/174222","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=174222"}],"version-history":[{"count":3,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/174222\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":199609,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/174222\/revisions\/199609"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/174224"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=174222"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=174222"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=174222"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}