{"id":186113,"date":"2020-09-26T17:42:20","date_gmt":"2020-09-26T16:42:20","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=186113"},"modified":"2021-02-24T18:38:36","modified_gmt":"2021-02-24T18:38:36","slug":"ano-a-26-o-domingo-do-tempo-comum","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/ano-a-26-o-domingo-do-tempo-comum\/","title":{"rendered":"Ano A &#8211; 26.\u00ba Domingo do Tempo Comum &#8211; Dehonianos"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Ano A - 26.\u00ba Domingo do Tempo Comum. Coment\u00e1rio do padre Manuel Barbosa\" width=\"1080\" height=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/vTzIudgQoc4?feature=oembed\"  allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>Que significa dizer sim a Deus?<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>A liturgia do 26.\u00ba Domingo do Tempo Comum deixa claro que Deus chama todos os homens e mulheres a empenhar-se na constru\u00e7\u00e3o do mundo novo de justi\u00e7a e de paz sonhado por Deus para n\u00f3s.<\/p>\n<p>Diante dessa proposta podemos assumir duas atitudes: ou dizer sim a Deus e colaborar com Ele, ou escolher caminhos de ego\u00edsmo, de comodismo, de isolamento e demitirmo-nos do compromisso que Deus nos pede.<\/p>\n<p>Olhemos mais de perto o Evangelho de hoje. A par\u00e1bola dos dois filhos ilustra duas atitudes diversas diante dos desafios e das propostas de Deus.<\/p>\n<p>O primeiro filho foi convidado pelo pai a trabalhar na vinha. A sua primeira resposta foi negativa: n\u00e3o quero. Mas acabou por reconsiderar e por ir trabalhar na vinha. O segundo filho respondeu: vou, sim, senhor. Mas acabou por n\u00e3o ir trabalhar na vinha. E segue-se a quest\u00e3o posta por Jesus: \u201cqual dos dois fez a vontade do pai?\u201d<\/p>\n<p>Diante do chamamento de Deus, h\u00e1 dois tipos de resposta: h\u00e1 aqueles que escutam o chamamento de Deus, mas n\u00e3o s\u00e3o capazes de vencer o imobilismo, a pregui\u00e7a, o comodismo, o ego\u00edsmo, a indiferen\u00e7a\u2026 e n\u00e3o v\u00e3o trabalhar para a vinha, mesmo que tenham dito sim a Deus e at\u00e9 s\u00e3o batizados; e h\u00e1 aqueles que acolhem o chamamento de Deus e que lhe respondem de forma generosa.<\/p>\n<p>O que significa, exatamente, dizer sim a Deus? \u00c9 ser batizado ou crismado? \u00c9 casar na Igreja? \u00c9 fazer parte de uma confraria qualquer da par\u00f3quia? \u00c9 fazer parte da equipa que gere a f\u00e1brica da Igreja? \u00c9 ter feito votos num qualquer instituto religioso? \u00c9 ir todos os dias \u00e0 missa e rezar diariamente a liturgia das horas?<\/p>\n<p>Na par\u00e1bola apresentada por Jesus, n\u00e3o chega dizer um sim inicial a Deus; mas \u00e9 preciso que esse sim inicial se confirme, depois, num verdadeiro empenho na vinha do Senhor. Ou seja: n\u00e3o bastam palavras e declara\u00e7\u00f5es de boas inten\u00e7\u00f5es; \u00e9 preciso viver, dia a dia, os valores do Evangelho, seguir Jesus nesse caminho de amor e de entrega que Ele percorreu, construir, com gestos concretos, um mundo de justi\u00e7a, de bondade, de solidariedade, de perd\u00e3o, de paz.<\/p>\n<p>\u00c9 f\u00e1cil fazer belas promessas e proferir belas declara\u00e7\u00f5es. O que conta s\u00e3o os atos. Muitas vezes exprimimos a Deus a nossa confian\u00e7a atrav\u00e9s de uma bela profiss\u00e3o de f\u00e9, muitas vezes reafirmamos-Lhe o nosso amor atrav\u00e9s de belas ora\u00e7\u00f5es, mas Ele espera que Lhe manifestemos esta confian\u00e7a e este amor. N\u00e3o basta dizer os atos de f\u00e9, de esperan\u00e7a e de caridade. \u00c9 preciso p\u00f4r em a\u00e7\u00e3o a nossa f\u00e9, a nossa esperan\u00e7a e a nossa caridade. Assim, seremos verdadeiros praticantes, pondo em pr\u00e1tica o que ouvimos na Palavra e vivemos na Eucaristia. Isso \u00e9 dizer sim a Deus.<\/p>\n<p><em>Manuel Barbosa, scj<\/em><br \/>\n<em>www.dehonianos.org<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Que significa dizer sim a Deus?<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":186115,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[105],"tags":[107],"class_list":["post-186113","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-a-tempo-comum","tag-dehonianos"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/186113","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=186113"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/186113\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":199595,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/186113\/revisions\/199595"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/186115"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=186113"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=186113"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=186113"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}