{"id":188817,"date":"2020-10-24T17:26:31","date_gmt":"2020-10-24T16:26:31","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=188817"},"modified":"2021-02-24T18:49:54","modified_gmt":"2021-02-24T18:49:54","slug":"ano-a-30-o-domingo-do-tempo-comum","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/ano-a-30-o-domingo-do-tempo-comum\/","title":{"rendered":"Ano A &#8211; 30.\u00ba Domingo do Tempo Comum &#8211; Dehonianos"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Ano A - 30.\u00ba Domingo do Tempo Comum\" width=\"1080\" height=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/i_GpRwTQL6M?feature=oembed\"  allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>Amar Deus, amar o pr\u00f3ximo<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>A liturgia do 30.\u00ba Domingo do Tempo Comum diz-nos, de forma clara, que o amor est\u00e1 no centro da experi\u00eancia crist\u00e3. Toda a revela\u00e7\u00e3o de Deus se resume no amor: amor a Deus e amor aos irm\u00e3os. Os dois mandamentos n\u00e3o podem separar-se, s\u00e3o semelhantes.<\/p>\n<p>Mais de dois mil anos de cristianismo criaram uma pesada heran\u00e7a de mandamentos, de leis, de preceitos, de proibi\u00e7\u00f5es, de exig\u00eancias, de opini\u00f5es, de pecados e de virtudes, que arrastamos pesadamente pela hist\u00f3ria. Ao longo do caminho, mistur\u00e1mos tudo e perdemos a no\u00e7\u00e3o do que \u00e9 verdadeiramente a ess\u00eancia que d\u00e1 sentido \u00e0 vida.<\/p>\n<p>Hoje, gastamos tempo e energias a discutir certas quest\u00f5es que at\u00e9 s\u00e3o importantes, mas continuamos a ter dificuldade em discernir o essencial da proposta de Jesus.<\/p>\n<p>O Evangelho deste domingo p\u00f5e as coisas de forma totalmente clara. Jesus diz ao doutor da Lei aquilo que \u00e9 essencial: \u00abAmar\u00e1s o Senhor, teu Deus, com todo o teu cora\u00e7\u00e3o, com toda a tua alma e com todo o teu esp\u00edrito\u2026 Amar\u00e1s o teu pr\u00f3ximo como a ti mesmo\u00bb.<\/p>\n<p>O que \u00e9 amar a Deus? Em Jesus e como Jesus, o amor a Deus passa, antes de mais, pela escuta da sua Palavra, pelo acolhimento das suas propostas e pela obedi\u00eancia total aos seus projetos, que s\u00e3o para mim pr\u00f3prio, para a Igreja, para a minha comunidade e para o mundo.<\/p>\n<p>Isso implica a escuta atenta das propostas de Deus, mantendo um di\u00e1logo pessoal com Ele, procurando refletir e interiorizar a sua Palavra, tentando interpretar os sinais com que Ele me interpela na vida de cada dia.<\/p>\n<p>Isso exige ter o cora\u00e7\u00e3o centrado em Deus e ser uma testemunha prof\u00e9tica que interpela o mundo, sem construir uma vida \u00e0 margem de Deus ou contra Deus nem me instalar num cantinho c\u00f3modo de ren\u00fancia ao compromisso com Deus e com o Reino.<\/p>\n<p>O que \u00e9 amar os irm\u00e3os? Em Jesus e como Jesus, o amor aos irm\u00e3os passa por prestar aten\u00e7\u00e3o a cada homem ou mulher com quem me cruzo pelos caminhos da vida, por sentir-me solid\u00e1rio com as alegrias e sofrimentos de cada pessoa, por partilhar as desilus\u00f5es e esperan\u00e7as do meu pr\u00f3ximo, por fazer da minha vida um dom total a todos. O mundo em que vivemos precisa de redescobrir o amor, a solidariedade, o servi\u00e7o, a partilha, o dom da vida.<\/p>\n<p>O Evangelho deste domingo compromete-nos seriamente a sermos concretos no amor. E j\u00e1 agora, a primeira leitura do \u00caxodo est\u00e1 cheia de indica\u00e7\u00f5es muito precisas para que o amor ao pr\u00f3ximo n\u00e3o fique no abstrato. Importa lev\u00e1-la tamb\u00e9m para a vida desta semana, juntamente com a entoa\u00e7\u00e3o do Salmo: \u00abEu Vos amo, Senhor, v\u00f3s sois a minha for\u00e7a\u00bb. S\u00f3 no amor podemos servir o Deus vivo e verdadeiro, ressuscitado em Jesus, como afirma S\u00e3o Paulo na segunda leitura.<\/p>\n<p><em>Manuel Barbosa, scj<\/em><br \/>\n<em>www.dehonianos.org<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Amar Deus, amar o pr\u00f3ximo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":188819,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[105],"tags":[107],"class_list":["post-188817","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-a-tempo-comum","tag-dehonianos"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/188817","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=188817"}],"version-history":[{"count":3,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/188817\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":199621,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/188817\/revisions\/199621"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/188819"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=188817"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=188817"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=188817"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}