{"id":199987,"date":"2021-05-08T13:54:00","date_gmt":"2021-05-08T12:54:00","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/?p=199987"},"modified":"2021-05-22T13:55:23","modified_gmt":"2021-05-22T12:55:23","slug":"ano-b-06-o-domingo-da-pascoa-dehonianos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/ano-b-06-o-domingo-da-pascoa-dehonianos\/","title":{"rendered":"Ano B &#8211; 06.\u00ba Domingo da P\u00e1scoa &#8211; Dehonianos"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Ano B - 06 Domingo da P\u00e1scoa. Coment\u00e1rio do padre Manuel Barbosa, scj\" width=\"1080\" height=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/AFASrxMr2Gg?feature=oembed\"  allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Deus ama-nos! Amemo-nos!<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Contemplar e acolher o amor de Deus manifestado na pessoa de Jesus e testemunhado na vida dos disc\u00edpulos \u00e9 o convite principal da liturgia da Palavra deste sexto Domingo da P\u00e1scoa.<\/p>\n<p>\u00abDeus \u00e9 amor\u00bb: \u00e9 uma das mais profundas e completas defini\u00e7\u00f5es de Deus que encontramos na Primeira Carta de S\u00e3o Jo\u00e3o.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o convida-nos a contemplar Jesus e a tirar conclus\u00f5es sobre o amor de Deus; convida-nos tamb\u00e9m a reparar nas mil e uma pequenas coisas que trazem \u00e0 nossa exist\u00eancia momentos \u00fanicos de alegria, de felicidade e de paz, e a perceber nelas sinais concretos do amor de Deus, da sua presen\u00e7a ao nosso lado, da sua preocupa\u00e7\u00e3o para connosco. A certeza de que Deus \u00e9 amor e que Ele nos ama com um amor sem limites \u00e9 o melhor caminho para derrubar as barreiras da indiferen\u00e7a, do ego\u00edsmo, da autossufici\u00eancia e do orgulho que tantas vezes nos impedem de viver em comunh\u00e3o com Deus.<\/p>\n<p>Se somos filhos desse Deus que \u00e9 amor, amemo-nos uns aos outros com um amor igual ao de Deus, amor incondicional, gratuito, desinteressado.<\/p>\n<p>N\u00e3o podemos passar a vida a olhar para o c\u00e9u, ignorando as dores, as necessidades e as lutas dos irm\u00e3os que caminham na vida ao nosso lado.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o podemos fechar-nos no ego\u00edsmo e comodismo, ignorando os dramas dos pobres, dos oprimidos, dos marginalizados. N\u00e3o podemos igualmente ser seletivos e amar s\u00f3 alguns, excluindo os outros.<\/p>\n<p>A vida de Deus que enche os nossos cora\u00e7\u00f5es de crentes deve manifestar-se em gestos concretos de solidariedade, de servi\u00e7o e de dom, em benef\u00edcio de todos os irm\u00e3os.<\/p>\n<p>Nos nove vers\u00edculos do Evangelho de S\u00e3o Jo\u00e3o deste domingo, as palavras \u201camar\u201d, \u201camor\u201d, \u201camigo\u201d aparecem doze vezes. Jesus faz depender tudo de uma fonte primeira: \u00abassim como o Pai Me amou, tamb\u00e9m Eu vos amei. Permanecei no meu amor\u00bb.<\/p>\n<p>Falando do amor de Deus, facilmente podemos cometer o erro de transpor para Deus a nossa maneira humana de amar. O amor que conhecemos implica sempre uma reciprocidade: ser amado para amar, receber para dar. Imaginamos ent\u00e3o que o amor de Deus por n\u00f3s depende da nossa maneira de o receber e de lhe responder.<\/p>\n<p>Ao agir deste modo, esquecemos a palavra de S\u00e3o Jo\u00e3o: \u00abn\u00e3o fomos n\u00f3s que am\u00e1mos Deus, foi Ele que primeiro nos amou\u00bb. O amor de Deus por n\u00f3s existe antes de n\u00f3s. Podemos recusar este amor, mas Deus nunca deixar\u00e1 de nos amar. Nunca poderemos esgotar o seu amor. Somente deixando-nos amar por Ele, chegaremos pouco a pouco a amar como Ele nos ama. Deus derrama o seu amor nos nossos cora\u00e7\u00f5es. Continuemos a contemplar e a acolher esse amor para sermos fecundos no amor e na ternura para com os irm\u00e3os.<\/p>\n<p><em>Manuel Barbosa, scj<\/em><br \/>\n<em>www.dehonianos.org<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Deus ama-nos! Amemo-nos!<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":199989,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[109],"tags":[107],"class_list":["post-199987","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-b-pascoa","tag-dehonianos"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/199987","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=199987"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/199987\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":199988,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/199987\/revisions\/199988"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/199989"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=199987"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=199987"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=199987"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}