{"id":200051,"date":"2021-06-18T18:06:56","date_gmt":"2021-06-18T17:06:56","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/?p=200051"},"modified":"2021-06-18T18:06:56","modified_gmt":"2021-06-18T17:06:56","slug":"ano-b-12-o-domingo-do-tempo-comum-dehonianos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/ano-b-12-o-domingo-do-tempo-comum-dehonianos\/","title":{"rendered":"Ano B &#8211; 12.\u00ba Domingo do Tempo Comum &#8211; Dehonianos"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Ano B - 12.\u00ba Domingo do Tempo Comum. Coment\u00e1rio do padre Manuel Barbosa, scj\" width=\"1080\" height=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/0SB3Wwj1yOc?feature=oembed\"  allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>Confiar sempre em Deus<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>A liturgia do 12.\u00ba Domingo do Tempo Comum diz-nos que, ao longo da nossa caminhada pela terra, n\u00e3o estamos perdidos, sozinhos, abandonados \u00e0 nossa sorte: Deus caminha ao nosso lado, cuidando de n\u00f3s com amor de pai e oferecendo-nos a cada passo a vida e a salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A primeira leitura fala-nos de um Deus majestoso e omnipotente, a quem nos entregamos com humildade e total confian\u00e7a.<\/p>\n<p>A segunda leitura garante-nos que o nosso Deus n\u00e3o \u00e9 um Deus indiferente, mas \u00e9 um Deus que nos ama e que quer ensinar-nos o caminho da vida.<\/p>\n<p>No Evangelho, Marcos prop\u00f5e-nos uma catequese sobre a caminhada dos disc\u00edpulos em miss\u00e3o pelo mundo. Os disc\u00edpulos nunca est\u00e3o sozinhos a enfrentar as tempestades que todos os dias se levantam no mar da vida. Os disc\u00edpulos nada t\u00eam a temer, porque Cristo vai com eles na barca da vida.<\/p>\n<p>Toda a cena da tempestade acalmada se desenrola durante a noite. \u00c9 o momento em que todas as for\u00e7as do mal podem agir com toda a impunidade. O barco est\u00e1 no mar, o lugar onde residem as for\u00e7as demon\u00edacas. Marcos quer fazer-nos compreender que, para al\u00e9m da brusca tempestade, os disc\u00edpulos s\u00e3o confrontados para um combate bem mais profundo e dram\u00e1tico: o combate contra o mal, n\u00e3o somente o mal natural, mas sobretudo o mal que habita e trabalha no cora\u00e7\u00e3o das pessoas.<\/p>\n<p>Nos ap\u00f3stolos, ultrapassados pela viol\u00eancia da tempestade, todos n\u00f3s somos sinalizados quando ultrapassados pelo poder do mal, que parece vencer ainda e sempre. Para vencer o mal, \u00e9 preciso recorrer a um poder maior. Felizmente Jesus est\u00e1 l\u00e1, Ele disp\u00f5e do poder divino. Os disc\u00edpulos parecem perdidos, mas Jesus acaba por despertar; esta mesma palavra que Marcos empregar\u00e1 para dizer a Ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus: \u201cEle despertou de entre os mortos\u201d.<\/p>\n<p>Podemos assim compreender o sentido mais profundo deste milagre da tempestade acalmada. Jesus vem ao cora\u00e7\u00e3o da nossa hist\u00f3ria, desce at\u00e9 ao fundo do mist\u00e9rio do mal. Mas Deus, em Jesus, respeitando infinitamente a nossa liberdade, junta-se \u00e0s nossas vidas, esconde-se nas nossas tempestades e nas nossas mortes, para a\u00ed colocar a sua presen\u00e7a, mais forte que todas as trevas. S\u00f3 ap\u00f3s a vit\u00f3ria aparente da morte \u00e9 que Ele manifestar\u00e1 o poder da sua Ressurrei\u00e7\u00e3o. O que Ele nos pede hoje \u00e9 para crer, para Lhe dar a nossa confian\u00e7a.<\/p>\n<p>Sejamos verdadeiros disc\u00edpulos que aderem a Jesus, vivendo em permanente comunh\u00e3o e intimidade com Jesus, em constante escuta de Jesus, caminhando com Ele, descobrindo a cada instante a sua presen\u00e7a reconfortante ao nosso lado. Contemos sempre com Jesus, n\u00e3o apenas nos momentos de dificuldade e de crise, mas nas situa\u00e7\u00f5es de alegria e de esperan\u00e7a.<\/p>\n<p><em>Manuel Barbosa, scj<\/em><br \/>\n<em>www.dehonianos.pt<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confiar sempre em Deus<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":200053,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[106],"tags":[107],"class_list":["post-200051","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-b-tempo-comum","tag-dehonianos"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/200051","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=200051"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/200051\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":200052,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/200051\/revisions\/200052"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/200053"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=200051"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=200051"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=200051"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}