{"id":200111,"date":"2021-11-08T15:50:50","date_gmt":"2021-11-08T15:50:50","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/?p=200111"},"modified":"2021-11-08T15:50:50","modified_gmt":"2021-11-08T15:50:50","slug":"ano-b-32-o-domingo-do-tempo-comum-dehonianos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/ano-b-32-o-domingo-do-tempo-comum-dehonianos\/","title":{"rendered":"Ano B &#8211; 32.\u00ba Domingo do Tempo Comum &#8211; Dehonianos"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Ano B - 32.\u00ba Domingo do Tempo Comum. Coment\u00e1rio do padre Manuel Barbosa, scj\" width=\"1080\" height=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/gOdKZIxXyU8?feature=oembed\"  allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>Nos pedit\u00f3rios da vida, dar o que somos<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>A liturgia da Palavra do 32.\u00ba Domingo do Tempo Comum fala-nos do verdadeiro culto que devemos prestar a Deus. A Deus n\u00e3o interessa grandes manifesta\u00e7\u00f5es religiosas ou ritos externos mais ou menos sumptuosos, mas uma atitude permanente de entrega nas suas m\u00e3os, de disponibilidade para os seus projetos, de acolhimento generoso dos seus desafios, de generosidade para doarmos a nossa vida em benef\u00edcio dos nossos irm\u00e3os.<\/p>\n<p>A primeira leitura e o Evangelho recorrem ao exemplo de uma vi\u00fava para apresentar esta mensagem.<\/p>\n<p>Na primeira leitura, a hist\u00f3ria da vi\u00fava, que reparte com o profeta os poucos alimentos que tem, garante-nos que a generosidade, a partilha e a solidariedade n\u00e3o empobrecem, mas s\u00e3o geradoras de vida e vida em abund\u00e2ncia.<\/p>\n<p>O evangelista Marcos diz-nos, atrav\u00e9s do exemplo de outra mulher pobre e vi\u00fava, qual \u00e9 o verdadeiro culto que Deus quer dos seus filhos: que sejam capazes de Lhe oferecer tudo, numa completa doa\u00e7\u00e3o, numa pobreza humilde, generosa e fecunda, num despojamento de si que brota de um amor sem limites e sem condi\u00e7\u00f5es. S\u00f3 os pobres, isto \u00e9, aqueles que n\u00e3o t\u00eam o cora\u00e7\u00e3o cheio de si pr\u00f3prios, s\u00e3o capazes de oferecer a Deus o culto verdadeiro que Ele espera.<\/p>\n<p>Tudo isto nos vem do exemplo de Cristo, na segunda leitura, como o sumo-sacerdote que entregou a sua vida em favor dos homens.<\/p>\n<p>Fiquemos mais uns instantes no Evangelho e olhemos de novo para Jesus. Discreto no templo, v\u00ea os ricos, mas a sua aten\u00e7\u00e3o vira-se para a pobre vi\u00fava. N\u00e3o com olhar curioso nem inquiridor. \u00c0 maneira do seu Pai, Jesus ultrapassa as apar\u00eancias, v\u00ea o cora\u00e7\u00e3o. A vi\u00fava deu toda a sua vida, tudo o que tinha para viver. N\u00e3o se questiona sobre como vai viver a seguir. D\u00e1 um salto no abandono total de si mesma ao Senhor. Ela \u00e9 verdadeiramente filha de Abra\u00e3o, o Pai da f\u00e9. Espera contra toda a esperan\u00e7a. Lan\u00e7a-se nos bra\u00e7os de Deus. Ao olhar esta pobre vi\u00fava, Jesus devia pensar certamente em Si mesmo.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m n\u00f3s somos reenviados a n\u00f3s mesmos. N\u00e3o se trata daquilo que damos no pedit\u00f3rio da missa, em cada domingo, ou da esmolinha circunstancial ao pedinte na rua. Todos n\u00f3s conhecemos momentos em que tudo escurece, em que n\u00e3o temos mais apoios, em que a nossa vida parece tremer. \u00c9 precisamente a\u00ed que se pode verificar a solidez da nossa f\u00e9, da nossa confian\u00e7a, da nossa solidariedade.<\/p>\n<p>Que o exemplo da vi\u00fava, cheia de f\u00e9 e de generosidade, dando tudo o que \u00e9 e tem, nos motive a aumentar a nossa f\u00e9, que s\u00f3 deveria ser de entusiasmo em Deus, de plena ades\u00e3o \u00e0 pessoa de Jesus Cristo, de atitude atenta e solid\u00e1ria para com aqueles que encontrarmos ao longo desta semana.<\/p>\n<p><em>Manuel Barbosa, scj<\/em><br \/>\n<em>www.dehonianos.org<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos pedit\u00f3rios da vida, dar o que somos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":200113,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[106],"tags":[107],"class_list":["post-200111","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-b-tempo-comum","tag-dehonianos"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/200111","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=200111"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/200111\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":200112,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/200111\/revisions\/200112"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/200113"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=200111"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=200111"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/liturgia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=200111"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}