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ASSOCIATIVISMO CIGANO: UM DEPOIMENTO DE SÓNIA MATOS

ASSOCIATIVISMO CIGANO: UM DEPOIMENTO DE SÓNIA MATOS

A Newsletter de 24 de junho de 2019 do ObCig (Observatório das Comunidades Ciganas que funciona no âmbito do ACM – Alto Comissariado para as Migrações), na secção Vozes Ciganas no Associativismo (parte I), tem uma entrevista realizada em junho de 2019, no Seixal, com Sónia Matos, uma das fundadoras da AMUCIP (Associação para o Desenvolvimento das Mulheres Ciganas Portuguesas), da qual apresentamos excertos.

 

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“OS CIGANOS”: UM INVISÍVEL IMPERATIVO DE LIBERDADE (7 Margens)

“OS CIGANOS”: UM INVISÍVEL IMPERATIVO DE LIBERDADE (7 Margens)

Por Maria Manuela Carneiro de Sousa (29 dez 19)

À medida que crescia, Ruy considerava pequeno o espaço que o rodeava, tendo em conta o desejo que o habitava, de ser inteiramente livre. Um mundo de horas certas para tudo, de regras e leis, aliado à inquietante ternura da sua família, não lhe permitia ser livre. Certo dia, o tambor dos ciganos despertou-o para a possibilidade de dominar o tempo, o espaço e a força e Ruy não só saltou o muro da sua casa como saltou também o dos preconceitos, que eram como uma voz obscura, vinda do passado, que lhe dizia “foge”.

 

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"OS FRUTOS DO GRÃO SEMEADO" - UMA COMUNIDADE CIGANA NA HUNGRIA

"OS FRUTOS DO GRÃO SEMEADO" - UMA COMUNIDADE CIGANA NA HUNGRIA

Artigo no Nevi Yag* de junho de 2019, por Éva Rózshgyné Juhász, colaboradora da pastoral da arquidiocese de Hajdúdorog (Hungria)

O P. Sója Miklós (SM) chegou à comunidade greco-católica de Hodász em 1942, e, jovem padre, percorreu a aldeia, falando com toda a gente, incluindo o bairro cigano, na extremidade da povoação. Aí travou familiaridade com as crianças que ajudou a formar, mais tarde, como adultos conscientes, eles que "aos olhos dos outros, não eram mais que nada de nada". SM começou por organizar uma peregrinação ao santuário de Máriapócs com os ciganos que são tendeiros de profissão. Esta primeira peregrinação despertou nos ciganos a vontade de pedir os sacramentos da confissão e da eucaristia. Trataram então de procurar um sítio onde se reunir. A capela foi autoconstruída. A primeira missa foi celebrada em lovári (língua cigana).

 

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EM FOCO: EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS CIGANAS

EM FOCO: EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS CIGANAS

A Newsletter da OBGIB (Observatório das Comunidades Ciganas – ACM (Alto Comissariado para as Migrações)) de julho traz um Editorial da Coordenadora do OBCIG (Professora Doutora (da Universidade do Minho) Maria José Casa-Nova) (MJCN), intitulado ”Formar uma elite ou educar um povo?”, um artigo de Sofia Marques da Silva, Coordenadora do Eixo Inclusão INCoDe.2030, iniciativa do Ministério da Ciência e Ensino Superior e do Ministério da Presidência e da Modernização Administrativa, sobre “Abordagens para a inclusão digital de pessoas em situação de vulnerabilidade” e entrevistas com alunos e uma aluna ciganos do secundário de Lisboa, Vila Verde e Braga, (com vídeos), secção intitulada “Vozes ciganas no ensino secundário”. Noticia ainda projetos da Associação Cigana de Coimbra e de outras organizações. Apresentamos excertos do Editorial.

 

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DE MÃOS DADAS NO SECRETARIADO DA PASTORAL DA MOBILIDADE DE VIANA DO CASTELO

DE MÃOS DADAS NO SECRETARIADO DA PASTORAL DA MOBILIDADE DE VIANA DO CASTELO

A Elisabete é uma linda rapariga de etnia cigana de fino e agradável trato e bastante bem informada. É casada com um rapaz também de etnia cigana mas quase invisual. Têm cinco filhos em comum, todos menores, o mais novito, ainda bebé.

Viviam em Viana do Castelo, num bloco de vários apartamentos habitados por famílias ciganas e não ciganas. Mas incompatibilizaram-se com alguns familiares e quiseram rumar para Paços de Ferreira, onde moravam os sogros da Elisabete.

 

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