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CARDEAL TURKSON VISITA ACAMPAMENTO CIGANO EM ROMA E APOIA OS RESIDENTES NO COMBATE À PANDEMIA

CARDEAL TURKSON VISITA ACAMPAMENTO CIGANO EM ROMA E APOIA OS RESIDENTES NO COMBATE À PANDEMIA

Do Dicastério da Santa Sé para a Promoção do Desenvolvimento Humano Integral, por intermédio da Drª. Alessandra Silvi, atual responsável pela área dos ciganos, recebemos a seguintes informações, a primeira relativa à Clínica Móvel do Hospital papal Bambino Gesú que há anos assiste os acampamentos de ciganos nas áreas mais marginalizadas e a segunda sobre a visita que o Cardeal efetuou em 13 de junho, juntamente com a Associação 21 Luglio.

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BAIRRO DAS PEDREIRAS EM BEJA É APOIADO PELO ACM E PELA FUNDAÇÃO GULBENKIAN

BAIRRO DAS PEDREIRAS EM BEJA É APOIADO PELO ACM E PELA FUNDAÇÃO GULBENKIAN

Fonte: Rádio Pax de 26 de junho, notícia veiculada por Anselmo Prudêncio do Núcleo Distrital de Beja da EAPN (Rede Europeia Anti-Pobreza) Portugal

A comunidade cigana do Bairro das Pedreiras, em Beja, vai receber apoio em géneros alimentares e máscaras. A ação surge “no âmbito do Fundo de Emergência Covid-19 criado pela Fundação Gulbenkian cujo objetivo é mitigar os impactos da pandemia em diversas áreas, como saúde, ciência, educação, cultura e sociedade civil.

Aquele apoio resultou “das sinalizações identificadas pelo ACM- Alto Comissariado para as Migrações” esclarece a Associação dos Mediadores Ciganos de Portugal (AMEC).

A Associação solicitou o apoio ao Núcleo Distrital de Beja da EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza para a realização de uma candidatura de apoio financeiro para o Bairro das Pedreiras.

 

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O SENHOR CHAMOU BELMIRO ROCHA

O SENHOR CHAMOU BELMIRO ROCHA

Belmiro Mendes da Rocha foi um dedicado e perseverante colaborador da ação pastoral com os ciganos e total apoiante da constante ação de sua mulher Maria do Carmo Rocha, no âmbito da OVAC (Obra Vicentina de Auxílio aos Ciganos) que na Diocese do Porto  exerce as funções de Secretariado Diocesano da Pastoral dos Ciganos. Em 20 de maio, véspera do dia da Ascensão do Senhor, Ele chamou-o à sua glória. Belmiro Rocha nasceu em 3 de junho de 1941 em Paramos, Espinho. Iniciou a sua atividade na Quimigal, Estarreja; após dez anos ingressou na Refinaria de Petróleos de Portugal (PETROGAL), em Leça da Palmeira, até ao momento da sua reforma, nos anos 90, como responsável da Manutenção Mecânica. Foi Músico na Banda de São Tiago de Silvalde  Espinho e durante 20 anos fez parte do Rancho São Tiago de Silvalde, Espinho, tendo integrado a sua Direção.

 

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PANDEMIA E COMUNIDADES CIGANAS

PANDEMIA E COMUNIDADES CIGANAS

Muitos são os problemas que a pandemia do Covirus 19 provocou nas comunidades e nas pessoas ciganas. Enquanto se percebiam os primeiros efeitos da crise que se avolumava, começaram a chegar os primeiros relatos relativos aos ciganos nómadas compulsivos no Alentejo (ver Caravana nº 95). O vogal da Direção da FECALP (Federação Calhim Portuguesa), Manuel Dinis Seabra Abreu, Presidente da CIGLEI (Associação Cigana de Coimbra) considerou ser urgente fazer um apelo às autoridades, para as alertar para a situação das comunidades e pessoas ciganas face à pandemia. Falou com a Direção da AMUCIP que se mobilizou para dar corpo a esse apelo, enviando às associações ciganas um texto que foi enriquecido com diversos contributos e que foi a provado também pela FECALP, por meio do seu Presidente, Rafael Ximens, Presidente da Associação Cigana de Águeda. Eis o texto enviado à Assembleia da República, ao Governo e a algumas Câmaras Municipais:

 

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CIGANOS CONFINADOS NAS RULOTES POR VONTADE PRÓPRIA. “TEMOS MEDO DAS CRIANÇAS”

CIGANOS CONFINADOS NAS RULOTES POR VONTADE PRÓPRIA. “TEMOS MEDO DAS CRIANÇAS”

Pela sua importância, transcrevemos amplos excertos da reportagem da Rádio Renascença de 17 de maio.

 

Em Bragança, vivem em condições degradantes, mas o medo do vírus encerra-os nas caravanas. "Não temos higiene, não temos casa de banho”, diz Dolores, que sonha com uma casa para criar os três filhos. A discriminação que sentem no dia-a-dia é também agora patente no acesso das crianças à escola. Sem internet, estudam por folhas que o professor e a professora levam.

Cinco famílias ciganas vivem em rulotes, no Bairro dos Formarigos, às portas da cidade de Bragança. As condições em que residem as cerca de 20 pessoas, entre adultos e crianças, são degradantes e miseráveis. A chuva intensa que caía  quando a RR as visitou, agravou ainda mais a situação, misturando-se aos  escombros, amontoados de lixo e lama, ferro velho, cartões, brinquedos e roupas espalhados pelo chão. O medo do vírus aprisiona-os nas rulotes e obriga à firmeza dos adultos para com as crianças. “Não temos saído daqui. Temos medo pelas crianças. Não temos saído das caravanas. O que é que havemos de fazer? Temos de aguentar”, conta à RR Alzira dos Santos (AS), de 67 anos.

 

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