Internacional

VAMOS VESTIR ESPANHA DE AZUL E VERDE

VAMOS VESTIR ESPANHA DE AZUL E VERDE

No dia 8 de abril comemora-se o Dia Internacional do Povo Cigano. Essa data começou a ser assinalada em 8 de abril de 1971 quando se realizou o mítico Congresso Internacional do Povo Cigano, em Londres.

Juan de Dios Ramírez-Heredia Montoya (JDH) foi o único cigano espanhol que participou naquele encontro que resultou num “abanão para chamar à atenção da sociedade mundial para os nossos problemas e sobretudo para os nossos sonhos”, como refere JDH, num texto que sintetizamos.

No próximo ano, celebraremos o 50º aniversário daquele acontecimento transcendental. Gostaríamos que este ano fosse o prólogo da grande festa cigana mundial que celebraremos no próximo ano. No entanto, a pandemia do Covid 19 não permitirá isso, uma vez que todos estaremos fechados nas nossas casas, a cumprir com as indicações que as autoridades nos dão. ….

Mas, o que é que podemos fazer este ano, já que todos os eventos que tradicionalmente temos celebrado no dia 8 de abril foram suspensos?

 

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O TRIBUNAL EUROPEU DOS DIREITOS HUMANOS (TEDH) CONDENOU A FRANÇA A COMPENSAR CIGANOS POR SEREM DESALOJADOS

O TRIBUNAL EUROPEU DOS DIREITOS HUMANOS (TEDH) CONDENOU A FRANÇA A COMPENSAR CIGANOS POR SEREM DESALOJADOS

O ERRC (Centro Europeu para defesa dos Direitos dos Ciganos) noticiou em 14 de maio que o TEDH tinha condenado a França a pagar mais de € 50.000 de compensação a sete ciganos que tinham sido forçados a abandonar as suas casas em 2013. O ERRC apoiou os ciganos a levar esta caso aos tribunais franceses e em seguida ao TEDH que finalmente lhes fez justiça.

 

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AINDA A REUNIÃO DO CCIT EM TROGIR: APONTAMENTOS DOS GRUPOS DE TRABALHO

AINDA A REUNIÃO DO CCIT EM TROGIR: APONTAMENTOS DOS GRUPOS DE TRABALHO

No nº 92, a  Caravana noticiou algumas das principais apresentações feitas nesta reunião do CCIT, em Trogir, Croácia de 5 a 7 de abril. No nº de junho do Nevi Yag, Aude Morisod da Suiça, apresentou as conclusões dos habituais grupos de trabalho, em que salientamos algumas reflexões de participantes ciganos e não ciganos de diversos países presentes.

 

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FRA: RELATÓRIO DE 2019 SOBRE OS DIREITOS FUNDAMENTAIS

FRA: RELATÓRIO DE 2019 SOBRE OS DIREITOS FUNDAMENTAIS

Em junho, a Agência Europeia para os Direitos Fundamentai (FRA), publicou o seu Relatório (R) de 2019. Do extenso documento, vamos salientar apenas dois capítulos: o primeiro sobre a Implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável na UE: uma questão de direitos humanos e fundamentais e o quinto sobre A Integração dos Ciganos.

"Em 25 de setembro de 2015, a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) adotou formalmente a universal, integrada e transformadora Agenda de 2030 para o Desenvolvimento Sustentável"* juntamente com um conjunto de 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 tarefas. "A adoção da Agenda 2030 e dos seus ODSs representa uma mudança de paradigma das políticas internacionais de cooperação para o desenvolvimento. A UE comprometeu-se a implementar os ODSs tanto nas suas políticas internas como nas externas."

 

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TRABALHAR COM OS CIGANOS: PARTICIPAÇÃO E CAPACITAÇÃO DAS COMUNIDADES LOCAIS

TRABALHAR COM OS CIGANOS: PARTICIPAÇÃO E CAPACITAÇÃO DAS COMUNIDADES LOCAIS

Em 16 nov. a FRA (Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais) publicou o Relatório com o tema em epígrafe que se baseia nos resultados de participação de ciganos em atividades locais de integração nas áreas da habitação local, educação, emprego e desenvolvimento comunitário.

Conclusão dos nºs anteriores (92 e 93)

A construção de relações de confiança entre as comunidades para garantir o sucesso, é outro dos aspetos sublinhados pela investigação, tendo por base a confiança entre as partes interessadas, sendo que a sua falta afeta a implementação dos projetos de inclu­são. “Sempre que as comunidades confiam nas pessoas que implementam os proje­tos, é mais provável que participem em atividades do projeto e partilhem abertamente os seus pen­samentos e opiniões; como resultado, as interven­ções acabam por conduzir a resultados mais con­cretos e significativos”.

 

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