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COLÓQUIO INTERNACIONAL“MIL ANOS DE NOMADIZAÇÃO. PASSADO, PATRIMÓNIO E PROBLEMAS DOS CIGANOS UM MILÉNIO APÓS A SUA DEPORTAÇÃO DA ÍNDIA (1018-2018)”

COLÓQUIO INTERNACIONAL“MIL ANOS DE NOMADIZAÇÃO. PASSADO, PATRIMÓNIO E PROBLEMAS DOS CIGANOS UM MILÉNIO APÓS A SUA DEPORTAÇÃO DA ÍNDIA (1018-2018)”

Em 24 de novembro, a Universidade Católica Portuguesa, através do centro de Estudos de Povos e Culturas de Expressão Portuguesa (CEPCEP) e do Instituto Correia de Lacerda de Estudos Orientais (ICLEO) organizaram um colóquio com a participação da Diretora do CEPCEP, Marília Lopes, e a intervenção do presidente do ICLEO, Luís Filipe Thomaz.

 

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PROBLEMÁTICA DA HABITAÇÃO DOS CIGANOS NA TESE DE DOUTORAMENTO DE ALEXANDRA CASTRO

PROBLEMÁTICA DA HABITAÇÃO DOS CIGANOS NA TESE DE DOUTORAMENTO DE ALEXANDRA CASTRO

 

Na sequência da notícia publicada no nº 88 da Caravana, em que foi referida a publicação da tese de doutoramento de Alexandra Castro (AC) no ISCTE - IUL (2013-2016), no livro intitulado "Na Luta pelos bons lugares - Ciganos, visibilidade social e controvérsias espaciais", que teve o seu lançamento no dia 9 de abril p.p. no ACM (Alto Comissariado para as Migrações) em Lisboa, reunimos algumas indicações dadas no conteúdo do livro, sobretudo no que respeita a problemática da habitação das comunidades ciganas em Portugal.

 

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DIA INTERNACIONAL DOS CIGANOS* EM VISEU

DIA INTERNACIONAL DOS CIGANOS* EM VISEU

A inauguração de um novo espaço para atividades lúdico pedagógicas no Centro Comunitário do Bairro Social de Paradinha da Cáritas Diocesana de Viseu, marcou as comemorações do Dia Internacional dos Ciganos, assinalado pela primeira vez em Viseu pela Cáritas da Diocese em conjunto com a Câmara Municipal.

 

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UMA CASA PARA JUSTINA

UMA CASA PARA JUSTINA*

Raul Gomes

Podia chamar-se Maria, Lucinda, Alzira ou um outro qualquer nome de mulher. Quis o destino que lhe dessem o nome de Justina – a coerente e sensata. Não se sabe se quis o destino que aos cinquenta e três anos lhe fosse diagnosticado um cancro. A vida tem sido madrasta para Justina. Enviuvou cedo. Respeitando as leis e a tradição, assim se mantém há uma dúzia de anos. Do casamento ficaram-lhe as lembranças e um filho com necessidades especiais. Repetir que a vida tem sido madrasta não será demais. Irmã de mais onze recebeu os afetos que era possível quando se tem de dividir por muitos e trabalhar para outros tantos.

 

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"RACISMO INSTITUCIONAL"

"RACISMO INSTITUCIONAL"

Jornal Nordeste, 20 março 18 - CRÓNICA XXXVIII LATCHO RAT!*

Quem entende não lê, quem lê não entenderá, ainda mais que o título da crónica não faz parte de qualquer idioma fixado ou organizado em termos gramaticais. Construída no transcorrer dos séculos, é de todo conveniente que continue secretamente guardada por aqueles que a criaram, quais guardiães de um tesouro a conferir-lhe identidade e, tantas vezes, a livrá-los de perigos maiores. Tranquilize-se a comunidade que eu também não sei falar tal língua nem ninguém me irá ensinar… ouvi, simplesmente.

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