{"id":607,"date":"2018-12-10T16:48:39","date_gmt":"2018-12-10T16:48:39","guid":{"rendered":"https:\/\/site.manuelpedreiro.net\/idosos-sos-ou-sos-conferencia-da-cdjp-de-vila-real\/"},"modified":"2018-12-10T16:48:39","modified_gmt":"2018-12-10T16:48:39","slug":"idosos-sos-ou-sos-conferencia-da-cdjp-de-vila-real","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/idosos-sos-ou-sos-conferencia-da-cdjp-de-vila-real\/","title":{"rendered":"IDOSOS: S\u00d3S OU SOS? Confer\u00eancia da CDJP de Vila Real"},"content":{"rendered":"<p class=\"Standard\" align=\"center\"><strong><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-606\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/CDJP-VReal-VF.webp\" alt=\"CDJP VReal VF\" width=\"450\" height=\"318\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/CDJP-VReal-VF.webp 1240w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/CDJP-VReal-VF-400x283.webp 400w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/CDJP-VReal-VF-1024x724.webp 1024w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/CDJP-VReal-VF-768x543.webp 768w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"Standard\" align=\"center\"><strong>IDOSOS: S\u00d3S OU SOS?<\/strong><\/p>\n<p>Em 1 de Outubro de 1999 o Papa S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II escreveu uma carta aos anci\u00e3os<a title=\"\" name=\"_ftnref1\" href=\"#_ftn1\"><\/a>[1]. Trata-se de uma partilha de f\u00e9 e de vida de um homem que naquele ano, declarado pela ONU como Ano Internacional dos Idosos, j\u00e1 tinha percorrido um longo caminho de doa\u00e7\u00e3o, de sofrimento e sobretudo de muita esperan\u00e7a e alegria de viver.<\/p>\n<p>Esta carta come\u00e7a com a cita\u00e7\u00e3o das palavras do salmo 90: <em>\u201cA dura\u00e7\u00e3o da nossa vida poder\u00e1 ser de setenta anos e, para os mais fortes, de oitenta; mas a maior parte deles \u00e9 trabalho e mis\u00e9ria, passam depressa e n\u00f3s desaparecemos\u201d <\/em>(Sl 90, 10).<\/p>\n<p>Eis uma an\u00e1lise crua da vida, que parece ser um espelho da desilus\u00e3o e cansa\u00e7o que assaltam muitos esp\u00edritos de anci\u00e3os. Independentemente do n\u00famero de anos que se vive \u2013 hoje a medicina e as condi\u00e7\u00f5es sociais e econ\u00f3micas conseguem aumentar notavelmente a esperan\u00e7a de longevidade \u2013, \u00e9 sempre verdade que eles passam rapidamente. Por\u00e9m, a f\u00e9 no Deus de Jesus Cristo d\u00e1-nos uma vis\u00e3o nova que n\u00e3o existia ainda no Antigo Testamento. N\u00f3s n\u00e3o desaparecemos, mas projectamo-nos na eternidade. Esta f\u00e9 ensina-nos ent\u00e3o que \u00abo dom da vida, apesar da fadiga e dor que a caracteriza, \u00e9 belo e precioso demais para que dele nos cansemos\u00bb<a title=\"\" name=\"_ftnref2\" href=\"#_ftn2\"><\/a>[2].<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Tendo como pano de fundo esta f\u00e9 no Deus que ama a todos mas manifesta uma especial predilec\u00e7\u00e3o por aqueles que se encontram no \u201coutono da vida\u201d, partilhamos a nossa reflex\u00e3o sobre a situa\u00e7\u00e3o dos idosos na regi\u00e3o em que vivemos.<\/p>\n<p class=\"Standard\">O Instituto Nacional de Estat\u00edstica revelou em 2017 que a esperan\u00e7a de vida \u00e0 nascen\u00e7a melhorou em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds nos \u00faltimos 6 anos, prevendo-se uma esperan\u00e7a de vida de 80,47 anos para o total da popula\u00e7\u00e3o, sendo de 77,61 anos para os homens e de 83,33 anos para as mulheres.<\/p>\n<p class=\"Standard\">Assistiremos nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas ao aumento de 10,02 anos de vida para os homens e de 8,87 para as mulheres.<\/p>\n<p class=\"Standard\">Esta oportunidade de mais vida vivida deveria ser encarada como uma mais valia social, e esta qualidade da longevidade depender\u00e1 muito de um factor fundamental: a sa\u00fade, permitindo esta um bem estar individual e social.<\/p>\n<p class=\"Standard\">Por outro lado, viver mais tamb\u00e9m significa estar mais exposto a riscos,&nbsp; n\u00e3o s\u00f3 do estado de sa\u00fade, mas tamb\u00e9m do isolamento social e da solid\u00e3o, da depend\u00eancia econ\u00f3mica, da estigmatiza\u00e7\u00e3o e dos abusos, quer f\u00edsicos, quer psicol\u00f3gicos, financeiros ou por neglig\u00eancia.<\/p>\n<p class=\"Standard\">Apesar da nossa excelente esperan\u00e7a de vida, \u201cestamos no topo da Europa como o pa\u00eds que menos investimento tem para os idosos\u201d conforme referido por Antonieta Dias, Vice Presidente da Comiss\u00e3o de Prote\u00e7\u00e3o ao Idoso, na confer\u00eancia \u201cReaprender a Idade: Contributos Interdisciplinares\u201d.<\/p>\n<p>VER:<\/p>\n<p>Vejamos alguns dados concretos no distrito e diocese de Vila Real, coincidentes em termos geogr\u00e1ficos.<\/p>\n<p>Em termos demogr\u00e1ficos, o distrito de Vila Real perdeu, desde o in\u00edcio do s\u00e9culo XXI at\u00e9 2017, 13% da sua popula\u00e7\u00e3o, cerca de 30.000 habitantes. Quase os concelhos de Valpa\u00e7os e Peso da R\u00e9gua juntos! Dos 193.715 residentes no distrito em 2017, 50.395 t\u00eam 65 ou mais anos, ou seja, 26%! Uma popula\u00e7\u00e3o s\u00e9nior que supera, por exemplo, toda a popula\u00e7\u00e3o do concelho da capital de distrito, Vila Real.<\/p>\n<p>Destes cerca de 50.000 idosos, segundo dados da opera\u00e7\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.gnr.pt\/comunicado.aspx?linha=4206\">Censos S\u00e9nior 2017<\/a> da GNR, 3.827 vivem em situa\u00e7\u00e3o de solid\u00e3o e\/ou isolamento. 8% da popula\u00e7\u00e3o s\u00e9nior do distrito de Vila Real (2% da total) vive sem ningu\u00e9m a seu lado ou sem ningu\u00e9m a quem recorrer. Idosos a quem, naturalmente, advir\u00e3o, com maior probabilidade, problemas de sa\u00fade, e que n\u00e3o t\u00eam perto de si um m\u00e9dico, um enfermeiro, um agente de autoridade, um vizinho, um amigo, ou, t\u00e3o simplesmente, um familiar ou um cuidador.<\/p>\n<p>Em termos econ\u00f3micos, e de acordo com dados oficiais (INE\/PORDATA), a populac\u0327a\u0303o idosa (com mais de 65 anos) na diocese de Vila Real e\u0301 atualmente composta por 47242 indivi\u0301duos, chegando nalguns munici\u0301pios a valer quase 30% dos residentes. Ainda que escasseiem dados com detalhe necessa\u0301rio, espera-se que o rendimento me\u0301dio de cada uma destas pessoas ronde os 400 euros, o que representa 35% da me\u0301dia do rendimento nacional \u2013 portanto, cada uma destas pessoas a\u0300 partida tem menor poder de aquisic\u0327a\u0303o do que outro cidada\u0303o nacional. Como reflexo, resultados recolhidos por inque\u0301ritos nacionais, mostram a populac\u0327a\u0303o idosa insatisfeita ou muito insatisfeita com o poder de compra.<\/p>\n<p>A maioria desta populac\u0327a\u0303o (98% para os homens e 77% para as mulheres) e\u0301 composta por pensionistas, isto e\u0301, por pessoas cuja fonte principal de rendimento sa\u0303o figuras de Pensa\u0303o, isto e\u0301, transfere\u0302ncias unilaterais do Estado por motivos de compensac\u0327a\u0303o da contribuic\u0327a\u0303o direcionada durante a vida contributiva, pela acumulac\u0327a\u0303o diminui\u0301da de capitais ou poupanc\u0327as ou por compensac\u0327a\u0303o das conseque\u0302ncias derivadas de acidentes diminutivos da produtividade esperada.<\/p>\n<p>Ainda que os dados diretos escasseiem, a ac\u0327a\u0303o econo\u0301mica destas penso\u0303es e\u0301 visi\u0301vel e importante (ou muito importante) no desenvolvimento da regia\u0303o. Por uma via, estas penso\u0303es \u2013 dado o valor carateri\u0301stico \u2013 va\u0303o maioritariamente para fins de consumo pro\u0301prio que em na\u0303o raras vezes se canaliza para consumo do agregado familiar (co\u0302njuge, filhos e netos). Adicionalmente, contribuem para a dina\u0302mica da Poupanc\u0327a na regia\u0303o (tradicionalmente uma regia\u0303o que Poupa mais \u2013 que deposita mais nos Bancos \u2013 do que se endivida). Finalmente, e considerando so\u0301 os fluxos mensura\u0301veis, a ac\u0327a\u0303o econo\u0301mica estende-se ao esforc\u0327o redistributivo em muitos casos, pois os idosos da diocese de Vila Real ajudam (\u201cda\u0303o dinheiro\u201d) a filhos desempregados, suportam despesas associadas aos filhos e ate\u0301 a\u0300 educac\u0327a\u0303o dos netos. Portanto, desde logo, o dinheiro destes idosos e\u0301 importante para a regia\u0303o.<\/p>\n<p>Mas ainda temos outro aspecto de que n\u00e3o podemos orgulhar-nos, \u201cPortugal tem um s\u00e9rio problema no que respeita aos maus tratos contra idosos\u201d, assim se referia a OMS no seu relat\u00f3rio sobre Preven\u00e7\u00e3o contra os Maus Tratos a Idosos. Neste relat\u00f3rio que envolveu 53 pa\u00edses, Portugal est\u00e1 no grupo dos 5 piores no tratamento dos mais velhos, com 39% de idosos vitimas de viol\u00eancia.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ficar alheio a estes dados, em que existe uma franca agress\u00e3o aos direitos humanos e de cidadania de um n\u00famero elevado da nossa popula\u00e7\u00e3o, nomeadamente da mais fr\u00e1gil. Em 2015, \u00e9ramos&nbsp; o 4\u00ba pa\u00eds da Uni\u00e3o Europeia com maior percentagem de pessoas idosas, apenas ultrapassados pela Gr\u00e9cia, Alemanha e It\u00e1lia.<\/p>\n<p>A APAV, refere que entre 2013 e 2016, a viol\u00eancia contra idosos aumentou 30% em Portugal. A viol\u00eancia contra os idosos \u00e9 um problema s\u00e9rio, mas muito pouco falado, para alguns at\u00e9 desconhecido, para outros ignorado, porque \u00e9 um tema inc\u00f3modo e \u201cfere fundo a alma de um pa\u00eds\u201d.<\/p>\n<p>O assunto carece de interven\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, de investimento e organiza\u00e7\u00e3o, de uma sensibiliza\u00e7\u00e3o da sociedade para o tema de que parece n\u00e3o se querer falar, de um despertar de consci\u00eancias para proteger e defender direitos humanos universais de uma popula\u00e7\u00e3o fragilizada e muitas vezes incapaz de denunciar.<\/p>\n<p>A viol\u00eancia contra a popula\u00e7\u00e3o idosa \u00e9 um problema universal. Estudos de diferentes culturas demonstram que pessoas de todos os status s\u00f3cio econ\u00f3micos, etnias e religi\u00f5es s\u00e3o vulner\u00e1veis aos maus tratos de v\u00e1rias formas, f\u00edsica, emocional, financeira, sexual.<\/p>\n<p>JULGAR:<\/p>\n<p>Vista esta situa\u00e7\u00e3o sob o ponto de vista dos direitos fundamentais, constitucionalmente consagrados, que, por exemplo, nos dizem que <em>\u201cningu\u00e9m pode ser submetido a tratos degradantes ou desumanos\u201d <\/em>(art.\u00ba 25.\u00ba), que <em>\u201cpara assegurar o direito \u00e0 protec\u00e7\u00e3o da sa\u00fade, incumbe prioritariamente ao Estado garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o pa\u00eds em recursos humanos e unidades de sa\u00fade\u201d <\/em>(art.\u00ba 64.\u00ba), ou que <em>\u201cas pessoas idosas t\u00eam direito \u00e0 seguran\u00e7a econ\u00f3mica e a condi\u00e7\u00f5es de habita\u00e7\u00e3o e conv\u00edvio familiar e comunit\u00e1rio que respeitem a sua autonomia pessoal e evitem e superem o isolamento ou a marginaliza\u00e7\u00e3o social\u201d <\/em>(art.\u00ba 72.\u00ba), imp\u00f5e-se que interroguemos, mais que o porqu\u00ea de termos chegado aqui, o porqu\u00ea de n\u00e3o tentarmos sair desta situa\u00e7\u00e3o desumana.<\/p>\n<p>Porque esta n\u00e3o \u00e9 somente uma quest\u00e3o pol\u00edtica, \u00e9 uma quest\u00e3o de humanidade, de dignidade, de uma sociedade que se confronta, ou que se envergonha de se confrontar, com uma situa\u00e7\u00e3o de marginaliza\u00e7\u00e3o da sua franja social mais indefesa e vulner\u00e1vel, como \u00e9 o caso da terceira idade que, no interior do pa\u00eds, tem vindo a ser despojada de um acesso eficiente e condigno \u00e0 protec\u00e7\u00e3o da sa\u00fade, \u00e0 protec\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a, \u00e0 protec\u00e7\u00e3o da sua seguran\u00e7a e \u00e0 protec\u00e7\u00e3o da sua situa\u00e7\u00e3o social e familiar.<\/p>\n<p>Escudada no papel supletivo, mas fulcral, que as entidades da Igreja e do sector social, v\u00eam desempenhando no apoio a muitas dessas situa\u00e7\u00f5es de solid\u00e3o e isolamento, a sociedade e o seu Estado abdicam de exigir de si pr\u00f3prios aquilo que de mais basilar devia alicer\u00e7ar um Estado Social de Direito: uma defesa intransigente, exigente e efectiva dos mais elementares direitos humanos de todos e qualquer um dos seus cidad\u00e3os, em especial dos mais vulner\u00e1veis.<\/p>\n<p>AGIR: O que fazer?<\/p>\n<p>N\u00e3o podemos deixar de invocar a importa\u0302ncia maior destas Pessoas para o Desenvolvimento So\u0301cio-Econo\u0301mico da Sociedade e da Igreja da regia\u0303o e finalmente os alarmes e alertas que algumas destas Pessoas nos deixam.<\/p>\n<p>Estas Pessoas \u2013 numa visa\u0303o metafo\u0301rica\/Exege\u0301tica \u2013 sa\u0303o Sacra\u0301rios. Sa\u0303o \u2018pontes\u2019: entre a Igreja mais militante nas de\u0301cadas passadas, com a sua Riqueza de Tradic\u0327o\u0303es, de Concepc\u0327o\u0303es do Homem e do Social, mas tambe\u0301m com os seus Desafios pro\u0301prios de uma visa\u0303o de um mundo atual que pode \u2018escandalizar\u2019 alguns. Sa\u0303o Igreja mas tambe\u0301m precisam da Igreja para na\u0303o se desintegrarem nestes choques. Sa\u0303o importantes para o Desenvolvimento do Pai\u0301s pois, ale\u0301m da afetividade e do carinho que proporcionam como imagem e como presenc\u0327a junto dos outros, permitem uma leitura cri\u0301tica dos ritmos, das escolhas e dos valores.<\/p>\n<p>Finalmente, os alarmes. A maioria dos Pobres (naquilo que o conceito tem de violento e complexo) sa\u0303o idosos em Portugal. Tambe\u0301m o mesmo acontece na Diocese. Fazemo-los Pobres quando os desvalorizamos, quando lhes negamos conforto e consumos ba\u0301sicos (mas tambe\u0301m impostos, como as necessidades digitais) e quando os obrigamos a transportes longos para centros de sau\u0301de por exemplo. Fazemo-los Pro\u0301ximos quando, como o Bom Samaritano, descemos dos nossos ritmos, caminhamos ate\u0301 eles, sentimos a sua carne (na alegria e no sofrimento) e acompanhamos a sua valorizac\u0327a\u0303o.<\/p>\n<p>O idadismo tem-nos feito esquecer que o Idoso \u00e9 um dos elementos mais \u201cricos\u201d da sociedade pela sua experi\u00eancia, pelos seus conhecimentos, pelo seu amor aos familiares, pelo legado que deixa n\u00e3o s\u00f3 aos seus mas a toda a comunidade. Assim, reconhecer a sua dignidade e direitos pode trazer-nos muito em troca. Enquanto crist\u00e3os, a consci\u00eancia de estarmos a amar Jesus atrav\u00e9s do Idoso contribuir\u00e1 certamente para esta alegria, mas, em termos estritamente humanos, o respeito pelos direitos dos idosos por parte da sociedade constitui uma obriga\u00e7\u00e3o \u00e9tica de eliminar discrimina\u00e7\u00f5es que, prejudicando um s\u00f3 que fosse, \u00e9 m\u00e1cula suficientemente grande para a todos nos afrontar.<\/p>\n<div><br clear=\"all\" \/><\/p>\n<div>\n<p>[1] Jo\u00e3o Paulo II, <strong>Carta do Papa Jo\u00e3o Paulo II aos Anci\u00e3os<\/strong>, trad. portuguesa do Secretariado Geral do Episcopado, Lisboa, Paulinas, 1999<\/p>\n<p>[2] Jo\u00e3o Paulo II, <strong>Carta\u2026<\/strong>, 1.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<hr align=\"left\" size=\"1\" width=\"33%\" \/>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>IDOSOS: S\u00d3S OU SOS? Em 1 de Outubro de 1999 o Papa S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II escreveu uma carta aos anci\u00e3os[1]. Trata-se de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":606,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[43],"tags":[],"class_list":["post-607","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-iniciativas"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/607","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=607"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/607\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/606"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=607"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=607"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=607"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}