{"id":684,"date":"2020-06-23T17:20:21","date_gmt":"2020-06-23T17:20:21","guid":{"rendered":"https:\/\/site.manuelpedreiro.net\/ser-solidario-em-tempo-de-crise-nota-da-cdjp-de-coimbra\/"},"modified":"2020-06-23T17:20:21","modified_gmt":"2020-06-23T17:20:21","slug":"ser-solidario-em-tempo-de-crise-nota-da-cdjp-de-coimbra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/ser-solidario-em-tempo-de-crise-nota-da-cdjp-de-coimbra\/","title":{"rendered":"SER SOLID\u00c1RIO EM TEMPO DE CRISE Nota da CDJP de Coimbra"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-683\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/logocdjp-6.webp\" alt=\"logocdjp-6\" width=\"350\" height=\"302\" \/>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>&nbsp;Nota da Comiss\u00e3o Diocesana de Coimbra Justi\u00e7a e Paz<\/strong><br \/><strong style=\"color: #1c3f94; font-size: 12.1px;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; SER SOLID\u00c1RIO EM TEMPO DE CRISE<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"center\"><span style=\"text-align: left;\">Quatro meses decorreram ap\u00f3s o eclodir desta crise, alterando a nossa forma de estar e de ser. O futuro ser\u00e1, certamente, algo de diferente do que h\u00e1 alguns meses t\u00ednhamos dado como certo. Mas crise \u00e9, tamb\u00e9m, o momento de desafio, decisivo para vencer os desequil\u00edbrios e restabelecer a confian\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este \u00e9 o tempo de superar o determinismo e as atitudes passivas com liberdade e responsabilidade. Devemos exigir respostas colectivas, estruturadas e sustentadas, mas, individualmente, cada um de n\u00f3s n\u00e3o pode deixar de agir, pois que tem o dever de dar a m\u00e3o a quem, ao nosso lado, precisa de p\u00e3o e esperan\u00e7a. \u00c0 indigna\u00e7\u00e3o perante a injusti\u00e7a, saibamos juntar o nosso comprometimento e a nossa ac\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A nossa aten\u00e7\u00e3o \u00e9 agora despertada para realidades que sempre estiveram presentes, mas para as quais n\u00e3o est\u00e1vamos particularmente atentos, e que atingem os mais fragilizados e indefesos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pobreza latente irrompeu com \u00edmpeto em largas zonas do pa\u00eds, amea\u00e7ando superar os 18 % da popula\u00e7\u00e3o e 1,8 milh\u00f5es de pessoas est\u00e3o risco. Em diversas zonas \u00e0 aus\u00eancia de condi\u00e7\u00f5es dignas de vida acresce, muitas vezes, a anomia e a aus\u00eancia de valores.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Convoca-nos a realidade pungente de existirem no nosso pa\u00eds cerca de um milh\u00e3o de pessoas que vivem com menos de 250 Euros por m\u00eas. O desemprego, que no distrito de Coimbra aumentou 33,6%, tornou-se um lugar-comum para largas margens da popula\u00e7\u00e3o e um dos impactos mais graves da pandemia recai agora sobre aqueles que, num \u00e1pice, se viram sem qualquer fonte de rendimento. Muitas fam\u00edlias, com uma vida estabilizada at\u00e9 h\u00e1 pouco, vivem agora uma pobreza envergonhada na qual os parcos rendimentos n\u00e3o chegam para a satisfa\u00e7\u00e3o das necessidades essenciais e dos compromissos assumidos.<\/p>\n<p>Desde o abandono dos mais velhos num mundo rural desertificado, \u00e0s condi\u00e7\u00f5es degradantes de tantas habita\u00e7\u00f5es; desde o drama de tantos lares ilegais de terceira idade at\u00e9 ao abandono de idosos nos hospitais p\u00fablicos; desde a falta de cuidados continuados at\u00e9 \u00e0s crian\u00e7as cuja fome s\u00f3 \u00e9 saciada nas escolas, de tudo temos not\u00edcia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Confrange-nos, ainda, a situa\u00e7\u00e3o dos sem-abrigo, aqueles que est\u00e3o na rua sem tecto ou lugar, inclusive para realizar seu confinamento.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Efectivamente, somos cada vez mais um pa\u00eds assim\u00e9trico em termos territoriais, sociais e econ\u00f3micos, onde as fracturas s\u00e3o cada vez mais vis\u00edveis, mostrando desigualdades que v\u00e3o desde a estabilidade social e econ\u00f3mica de alguns at\u00e9 \u00e0 incerteza do futuro daqueles para quem o viver o dia seguinte \u00e9 j\u00e1 uma inc\u00f3gnita; desde uma juventude flagelada pelos baixos sal\u00e1rios e o desemprego at\u00e9 uma gera\u00e7\u00e3o mais velha que, podendo ser privilegiada nalgumas \u00e1reas, \u00e9 muitas vezes o suporte de filhos, e netos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o obstante, \u00e9 reconfortante constatar a forma com o grande parte da sociedade civil se mobilizou para enfrentar o desafio de uma vida e muitas das institui\u00e7\u00f5es de solidariedade social, em particular ligadas \u00e0 Igreja, assumem-se agora como pilares fundamentais na procura de um equil\u00edbrio m\u00ednimo em termos de coes\u00e3o social. As mesmas ser\u00e3o, tamb\u00e9m, essenciais no retomar da economia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;S\u00f3 no \u00faltimo m\u00eas mais de 16 mil fam\u00edlias pediram apoio directo ao Banco Alimentar contra a Fome o que representa cerca de 60 mil pessoas, que acrescem \u00e0s habitualmente apoiadas pelos diversos Bancos Alimentares espalhados pelo pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o podemos deixar de sublinhar tamb\u00e9m o enorme esfor\u00e7o que, a n\u00edvel da regi\u00e3o e Diocese de Coimbra, as Miseric\u00f3rdias e uma multiplicidade de associa\u00e7\u00f5es de solidariedade t\u00eam desenvolvido, fundadas no esfor\u00e7o de tantos volunt\u00e1rios, multiplicando as suas energias para corresponderem a um explosivo aumento da procura de aux\u00edlio. A t\u00edtulo de exemplo a Caritas de Coimbra apoia centenas de pessoas, muitas que sobrevivem com o rendimento social de inser\u00e7\u00e3o, o Centro de Acolhimento Jo\u00e3o Paulo II assiste 260 fam\u00edlias, enquanto que a Cozinha Econ\u00f3mica Rainha Santa Isabel apoia no refeit\u00f3rio social mais de 500 pessoas e s\u00e3o mais de 800 as refei\u00e7\u00f5es que, duas vezes ao dia, saem da Associa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nestes tempos de desafio vem ao de cima o melhor que temos na nossa natureza humana, mas, infelizmente igualmente aparece a indiferen\u00e7a, e o oportunismo, respaldados na anomia de valores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste contexto n\u00e3o podemos deixar de convocar os cerca de dezassete mil milh\u00f5es de euros que, desde 2007, foram absorvidos por entidades banc\u00e1rias na sequ\u00eancia de actos de gest\u00e3o indigente, quando n\u00e3o criminosa; os investimentos p\u00fablicos ruinosos, sem transpar\u00eancia e uma real e pr\u00e9via avalia\u00e7\u00e3o social, econ\u00f3mica e sustentabilidade, ou os cerca de 18 mil milh\u00f5es de Euros (9 % do PIB) que se calcula ser o custo da corrup\u00e7\u00e3o no nosso pa\u00eds. Tais verbas, gastas em nosso nome sem qualquer benef\u00edcio real, mas beneficiando uma minoria, quando n\u00e3o uma plutocracia, seriam hoje uma preciosa ajuda para suplantar a crise.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 importante que se aprenda com os erros cometidos a li\u00e7\u00e3o, avaliando com objectividade e transpar\u00eancia os investimentos que agora se anunciam e o suposto dinheiro \u201cf\u00e1cil\u201d anunciado pelas inst\u00e2ncias europeias.<\/p>\n<p>O nosso pa\u00eds n\u00e3o pode ser gerido em obedi\u00eancia a meros interesses privados il\u00edcitos, desprezando o sentido do bem comum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em termos de futuro \u00e9 fun\u00e7\u00e3o essencial do Estado encontrar medidas concretas que visem enfrentar da crise social e econ\u00f3mica, concebendo uma estrat\u00e9gia global e coerente. Situa\u00e7\u00f5es excepcionais reclamam medidas excepcionais e s\u00f3 estas podem evitar essa imensa chaga social que \u00e9 o desemprego e colmatar superar positivamente a crise,<\/p>\n<p>Saibamos reconhecer quem trabalha, e gere, em prol do desenvolvimento e bem-comum, sejam entidades p\u00fablicas, privadas e do terceiro sector da economia.<\/p>\n<p>As institui\u00e7\u00f5es sociais, como todo o terceiro pilar ou sector da economia, s\u00e3o essenciais no retomar da economia, cria\u00e7\u00e3o e oferta de empregos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Igualmente aglutinador, e motivador, surge o papel das autarquias locais, dos Munic\u00edpios e freguesias, que t\u00eam assumindo estrat\u00e9gias e adoptado medidas pr\u00e1ticas que se mostraram, foram e s\u00e3o essenciais no colmatar, \u00e0 escala local, das fracturas sociais e econ\u00f3micas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o pode deixar de se referenciar tamb\u00e9m o esfor\u00e7o desenvolvido pelas empresas que, num momento complexo e dif\u00edcil, assumem os seus compromissos e defendem os postos de trabalho dos seus funcion\u00e1rios. &nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por\u00e9m, se a resposta institucional \u00e9 fulcral, o papel de cada um de n\u00f3s, como referido, \u00e9 insubstitu\u00edvel. A crise n\u00e3o atinge todos por igual e sobre os que mais podem recai um dever de solidariedade, tamb\u00e9m ele sem precedentes, contribuindo para uma maior justi\u00e7a social. A solidariedade deve fazer parte do nosso l\u00e9xico de todos os dias e s\u00e3o m\u00faltiplas as formas pelas quais podemos ajudar a mudar para um mundo melhor<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No atravessar desta \u201cPandemia da Fome\u201d os cat\u00f3licos, como todos os cidad\u00e3os, t\u00eam uma responsabilidade acrescida que adv\u00e9m do Evangelho indo ao encontro dos mais necessitados, vivendo a fraternidade e a solidariedade. Parafraseando Madre Teresa de Calcut\u00e1 a nossa contribui\u00e7\u00e3o pode ser uma gota no oceano, mas sem ela o oceano ser\u00e1 menor.<\/p>\n<p>Neste momento dif\u00edcil da hist\u00f3ria da Humanidade, e como afirmou o Papa Francisco, \u00ab<em>estamos todos no mesmo barco e ningu\u00e9m se salva sozinho\u00bb.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Coimbra, 19 de Junho de 2020<\/p>\n<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Comiss\u00e3o Diocesana de Coimbra Justi\u00e7a e Paz<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":683,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[23],"tags":[],"class_list":["post-684","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos-cdjps"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/684","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=684"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/684\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/683"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=684"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=684"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=684"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}