{"id":781,"date":"2022-05-12T23:29:56","date_gmt":"2022-05-12T23:29:56","guid":{"rendered":"https:\/\/site.manuelpedreiro.net\/o-acolhimento-das-irmas-e-dos-irmaos-refugiados-da-guerra-da-ucrania\/"},"modified":"2022-05-12T23:29:56","modified_gmt":"2022-05-12T23:29:56","slug":"o-acolhimento-das-irmas-e-dos-irmaos-refugiados-da-guerra-da-ucrania","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/o-acolhimento-das-irmas-e-dos-irmaos-refugiados-da-guerra-da-ucrania\/","title":{"rendered":"O acolhimento das irm\u00e3s e dos irm\u00e3os refugiados da guerra da Ucr\u00e2nia"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-780\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Sem-Titulo.webp\" alt=\"Sem T\u00edtulo\" width=\"406\" height=\"101\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Sem-Titulo.webp 406w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Sem-Titulo-400x100.webp 400w\" sizes=\"(max-width: 406px) 100vw, 406px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"gmail_default\">\n<p align=\"center\"><strong><br \/><\/strong><\/p>\n<h1 style=\"text-align: justify;\" align=\"center\"><strong><br \/><\/strong><\/h1>\n<h1 style=\"text-align: justify;\" align=\"center\"><strong>O acolhimento das irm\u00e3s e dos irm\u00e3os refugiados da guerra da Ucr\u00e2nia<\/strong><\/h1>\n<h1 style=\"text-align: justify;\" align=\"center\"><strong>\u2013&nbsp;<\/strong><strong style=\"text-align: left;\">uma Luz de Esperan\u00e7a num tempo de sombras<\/strong><\/h1>\n<p align=\"center\" style=\"text-align: justify;\">Nestes tempos atribulados chegam ao nosso pa\u00eds todos os dias centenas de refugiados fugidos dos horrores da guerra na Ucr\u00e2nia que semeia a viol\u00eancia, a morte e a destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel aponta para o recebimento de 31 mil cidad\u00e3os vindos da Ucr\u00e2nia, distribu\u00eddos entre mulheres, homens e crian\u00e7as. Estes deslocados chegam numa situa\u00e7\u00e3o de elevada vulnerabilidade, marcados pelo trauma da brutalidade de quem dispara indiscriminadamente sobre alvos civis e militares, sejam estas instala\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas de armazenamento de muni\u00e7\u00f5es e equipamento b\u00e9lico ou escolas, hospitais e zonas residenciais. As imagens que nos assaltam diariamente o aconchego do lar s\u00e3o de uma viol\u00eancia \u00edmpar, espelhando a ang\u00fastia deste conflito, que teima em arrastar-se.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nestes tempos de sombras, temos sido surpreendidos pelo movimento de acolhimento das nossas irm\u00e3s e dos nossos irm\u00e3os ucranianos, que contagiou uma boa parte das institui\u00e7\u00f5es portuguesas, na esfera p\u00fablica e privada. \u00c9 not\u00e1vel a generosidade com que numerosas fam\u00edlias se disp\u00f5em a ceder alojamento, n\u00e3o raro compartilhando a sua pr\u00f3pria habita\u00e7\u00e3o. As atrocidades de que os meios de comunica\u00e7\u00e3o nos d\u00e3o conta despertaram uma onda de solidariedade, multiplicando-se gestos, pr\u00e1ticas e procedimentos concertados de acolhimento e integra\u00e7\u00e3o, que expressam a generosidade do povo portugu\u00eas. &nbsp;<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Nestes tempos atribulados chegam ao nosso pa\u00eds todos os dias centenas de refugiados fugidos dos horrores da guerra na Ucr\u00e2nia que semeia a viol\u00eancia, a morte e a destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel aponta para o recebimento de 31 mil cidad\u00e3os vindos da Ucr\u00e2nia, distribu\u00eddos entre mulheres, homens e crian\u00e7as. Estes deslocados chegam numa situa\u00e7\u00e3o de elevada vulnerabilidade, marcados pelo trauma da brutalidade de quem dispara indiscriminadamente sobre alvos civis e militares, sejam estas instala\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas de armazenamento de muni\u00e7\u00f5es e equipamento b\u00e9lico ou escolas, hospitais e zonas residenciais. As imagens que nos assaltam diariamente o aconchego do lar s\u00e3o de uma viol\u00eancia \u00edmpar, espelhando a ang\u00fastia deste conflito, que teima em arrastar-se.<\/p>\n<p>Nestes tempos de sombras, temos sido surpreendidos pelo movimento de acolhimento das nossas irm\u00e3s e dos nossos irm\u00e3os ucranianos, que contagiou uma boa parte das institui\u00e7\u00f5es portuguesas, na esfera p\u00fablica e privada. \u00c9 not\u00e1vel a generosidade com que numerosas fam\u00edlias se disp\u00f5em a ceder alojamento, n\u00e3o raro compartilhando a sua pr\u00f3pria habita\u00e7\u00e3o. As atrocidades de que os meios de comunica\u00e7\u00e3o nos d\u00e3o conta despertaram uma onda de solidariedade, multiplicando-se gestos, pr\u00e1ticas e procedimentos concertados de acolhimento e integra\u00e7\u00e3o, que expressam a generosidade do povo portugu\u00eas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entidades e servi\u00e7os da administra\u00e7\u00e3o central, local e regional institu\u00edram mecanismos de coopera\u00e7\u00e3o, articulando-se, do mesmo passo com institui\u00e7\u00f5es particulares de solidariedade social, organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais, associa\u00e7\u00f5es e comunidades ao servi\u00e7o da causa do acolhimento, num esfor\u00e7o louv\u00e1vel que encontra paralelo noutros pa\u00edses europeus, unindo o leste e o ocidente.<\/p>\n<p>Todavia, a exig\u00eancia da tarefa do acolhimento interpela-nos e lan\u00e7a-nos s\u00e9rios desafios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este afluxo de migrantes pode ser uma oportunidade de nos reinventarmos como pa\u00eds e sociedade, lan\u00e7ando as bases de uma pol\u00edtica humanista, alicer\u00e7ada no di\u00e1logo e na coopera\u00e7\u00e3o institucional, e na promo\u00e7\u00e3o de s\u00f3lidas parcerias entre o setor p\u00fablico e privado. A pessoa humana tem que ser colocada no centro da atua\u00e7\u00e3o dos agentes sociais, econ\u00f3micos, pol\u00edticos e culturais, num movimento transversal aos diversos setores, assumindo as institui\u00e7\u00f5es eclesiais uma particular responsabilidade neste processo de mudan\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Importa manter aceso, no decurso dos pr\u00f3ximos meses, o entusiasmo com que nos dispusemos a receber milhares de migrantes. Na sua mensagem quaresmal o Papa Francisco recorda-nos que o bem, o amor, a justi\u00e7a e a solidariedade n\u00e3o se alcan\u00e7am duma vez para sempre, antes se conquistam dia a dia. Quando as dificuldades que se avizinham se adensarem, impactando o nosso bem-estar quotidiano, h\u00e1 que manter a serenidade e n\u00e3o baixar os bra\u00e7os, lembrando que uma integra\u00e7\u00e3o bem conseguida \u00e9 um fator determinante de crescimento econ\u00f3mico e coes\u00e3o, de justi\u00e7a e paz social, trazendo &#8211; pesem embora as inevit\u00e1veis tens\u00f5es e constrangimentos &#8211; in\u00fameros benef\u00edcios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A presen\u00e7a de cidad\u00e3os estrangeiros coloca-nos perante os nossos limites, estimulando<em>&nbsp;<\/em>uma mudan\u00e7a real, em benef\u00edcio de uma maior proatividade e dinamismo cultural, social, econ\u00f3mico. &nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tocando na carne dos nossos irm\u00e3os que sofrem, curando as suas feridas, tocamos no corpo de Cristo que veio para salvar os perdidos e redimir os oprimidos. Numa \u00e9poca em que a cultura da guerra prevalece e as na\u00e7\u00f5es se refugiam na falsa seguran\u00e7a do armamento, somos convidados a resistir ao mal, semeando a ternura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro enorme desafio que o processo de integra\u00e7\u00e3o nos coloca \u00e9 o da comunica\u00e7\u00e3o. Uma larga parte destes migrantes falam, apenas, as l\u00ednguas ucraniana e russa, o que lhes traz dificuldades acrescidas. Por outro lado, sofrem de traumas complexos, carecendo de acompanhamento psicol\u00f3gico e m\u00e9dico. Ora, n\u00e3o h\u00e1 acolhimento sem escuta, que pressup\u00f5e, desde logo, uma mente despida do preconceito e um cora\u00e7\u00e3o capaz de silenciar para melhor ouvir e intuir as preocupa\u00e7\u00f5es e esperan\u00e7as do outro. Os verbos ouvir, refletir, discernir, compreender ganham particular express\u00e3o neste processo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O di\u00e1logo requer perseveran\u00e7a e paci\u00eancia, devendo tamb\u00e9m ser fomentado ao n\u00edvel das Igrejas e comunidades crist\u00e3s, nas suas rela\u00e7\u00f5es internas e com as demais comunidades religiosas que desempenham um papel determinante na boa integra\u00e7\u00e3o dos ucranianos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 tempo de levar \u00e0 pr\u00e1tica o apelo do Papa Francisco que nos convoca a edificar uma Igreja sinodal, em processo de sa\u00edda, por oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 fragmenta\u00e7\u00e3o e \u00e0s l\u00f3gicas fechadas que marcam as sociedades contempor\u00e2neas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O dif\u00edcil equil\u00edbrio entre a prem\u00eancia de cuidar com ternura e a necessidade de n\u00e3o sufocar implica a pr\u00e1tica de uma proximidade que potencie o indispens\u00e1vel acompanhamento das fam\u00edlias, perseverando, contudo, o espa\u00e7o de autonomia e privacidade das fam\u00edlias eslavas, no respeito pela sua identidade cultural.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deve haver a&nbsp;garantia de que dados sens\u00edveis fornecidos pelos migrantes ucranianos sejam usados sempre de acordo com o superior interesse dos refugiados e das suas fam\u00edlias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Consideramos&nbsp;que todos os que acolhem os refugiados&nbsp;devem&nbsp;faz\u00ea-lo&nbsp;com a sensibilidade e a forma\u00e7\u00e3o&nbsp;necess\u00e1rias, respeitando a dignidade da pessoa humana.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 de exigir, por outro lado, uma mais efetiva coordena\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o das v\u00e1rias entidades p\u00fablicas envolvidas no acolhimento destes refugiados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O tratamento dispensado aos ucranianos coloca-os numa posi\u00e7\u00e3o de privil\u00e9gio, comparativamente com os demais refugiados e migrantes, antecipando-se o surgimento de tens\u00f5es entre migrantes de diversa proveni\u00eancia e o agravar do descontentamento dos deslocados que enfrentaram dificuldades no processo de acolhimento.&nbsp; Nesta \u00f3tica, h\u00e1 que gerar processos que permitam identificar, em ordem \u00e0 sua supera\u00e7\u00e3o, preconceitos profundamente enraizados na sociedade portuguesa, aperfei\u00e7oando as pol\u00edticas e os procedimentos de integra\u00e7\u00e3o dos migrantes.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estes desafios n\u00e3o podem ser ultrapassados sem transforma\u00e7\u00f5es profundas, sem uma convers\u00e3o pessoal e institucional em prol do bem comum e da promo\u00e7\u00e3o da dignidade da pessoa humana. Que nos sirvam de inspira\u00e7\u00e3o as palavras do Papa Francisco:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00ab<em>Pe\u00e7o a Deus que \u00abprepare os nossos cora\u00e7\u00f5es para o encontro com os irm\u00e3os independentemente das diferen\u00e7as de ideias, l\u00edngua, cultura, religi\u00e3o; que unja todo o nosso ser com o \u00f3leo da sua miseric\u00f3rdia que cura as feridas dos erros, das incompreens\u00f5es, das controv\u00e9rsias; [pe\u00e7o] a gra\u00e7a que nos envie, com humildade e mansid\u00e3o, pelas sendas desafiadoras, mas fecundas da busca da paz\u00bb (Fratelli tutti<\/em>, 254<em>).<\/em><\/p>\n<p>Lisboa, 13 de Maio de 2022<\/p>\n<p>&nbsp;A Comiss\u00e3o Nacional Justi\u00e7a e Paz<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o Diocesana Justi\u00e7a e Paz do Algarve<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o Arquidiocesana Justi\u00e7a e Paz de Braga<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o Diocesana Justi\u00e7a e Paz de Bragan\u00e7a-Miranda<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o Diocesana Justi\u00e7a e Paz de Coimbra<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o Arquidiocesana Justi\u00e7a e Paz de \u00c9vora<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o Diocesana Justi\u00e7a e Paz de Leiria-F\u00e1tima<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o Diocesana Justi\u00e7a e Paz de Portalegre e Castelo Branco<\/p>\n<p>A Comiss\u00e3o Diocesana Justi\u00e7a e Paz de Vila Real<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":780,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[30],"tags":[],"class_list":["post-781","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-notas"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/781","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=781"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/781\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/780"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=781"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=781"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=781"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}