{"id":854,"date":"2024-05-22T12:59:53","date_gmt":"2024-05-22T12:59:53","guid":{"rendered":"https:\/\/site.manuelpedreiro.net\/por-um-voto-pelo-espirito-europeu\/"},"modified":"2024-05-22T12:59:53","modified_gmt":"2024-05-22T12:59:53","slug":"por-um-voto-pelo-espirito-europeu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/por-um-voto-pelo-espirito-europeu\/","title":{"rendered":"Por um voto pelo esp\u00edrito europeu"},"content":{"rendered":"<h1><strong style=\"font-size: 14.3px;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-853\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Eleicoes-PE-2024.webp\" width=\"350\" height=\"259\" alt=\"Elei\u00e7\u00f5es PE 2024\" srcset=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Eleicoes-PE-2024.webp 479w, https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Eleicoes-PE-2024-400x296.webp 400w\" sizes=\"(max-width: 350px) 100vw, 350px\" \/><\/strong><\/h1>\n<h1>Por um voto pelo esp\u00edrito europeu&nbsp;<\/p>\n<p>Nota da Comiss\u00e3o Justi\u00e7a e Paz da Arquidiocese de Braga&nbsp;sobre as elei\u00e7\u00f5es para o Parlamento Europeu<\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Quando, no pr\u00f3ximo dia 9 de Junho, forem chamados a votar para eleger os seus representantes no Parlamento Europeu, os cidad\u00e3os t\u00eam uma Uni\u00e3o Europeia profundamente alterada por uma crise mundial de sa\u00fade p\u00fablica, a pandemia de Covid-19; pela sa\u00edda da Uni\u00e3o Europeia de um importante pa\u00eds-membro, o Reino Unido; e por ter \u00e0s portas uma guerra, resultante da invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia pela R\u00fassia. O novo panorama, conjugado com outros problemas, tem tido consequ\u00eancias econ\u00f3micas, pol\u00edticas e sociais que se t\u00eam feito severamente sentir.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Concebida pelos seus fundadores fundamentalmente como um espa\u00e7o de paz e de prosperidade, em que o confronto pol\u00edtico proporcionava um benef\u00edcio democr\u00e1tico, a Uni\u00e3o Europeia vive, hoje, um momento de polariza\u00e7\u00e3o ami\u00fade com contornos de enorme viol\u00eancia. Os populistas t\u00eam aumentado o n\u00famero de seguidores, conseguindo, em muitos s\u00edtios, disseminar o racismo e a xenofobia, a disc\u00f3rdia e o medo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas a Europa \u00e9 tamb\u00e9m, em v\u00e1rias das suas latitudes, um prof\u00edcuo laborat\u00f3rio de conc\u00f3rdia, um modelo de civismo cosmopolita. A Europa, como afirmou, h\u00e1 dez anos, o Papa Francisco, num discurso ao Parlamento Europeu, deve alimentar uma \u201cesperan\u00e7a assente na confian\u00e7a em que as dificuldades se podem revelar, fortemente, promotoras de unidade, para vencer todos os medos que a Europa \u2013 juntamente com o mundo inteiro \u2013 est\u00e1 a atravessar\u201d. Uma esperan\u00e7a assente \u201cno Senhor que transforma o mal em bem e a morte em vida\u201d.<\/p>\n<p>A Uni\u00e3o Europeia, \u00e9 sabido, tem entre os seus fundadores pol\u00edticos crist\u00e3os e tem sido vivamente incentivada por sucessivos Papas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Europa, como \u201ccomunidade de povos\u201d, deve \u201cparticipar activamente na promo\u00e7\u00e3o e realiza\u00e7\u00e3o duma globaliza\u00e7\u00e3o \u2018na\u2019 solidariedade. Esta sup\u00f5e, como sua condi\u00e7\u00e3o, uma esp\u00e9cie de globaliza\u00e7\u00e3o \u2018da\u2019 solidariedade\u201d com valores e direitos humanos fundamentais, disse Jo\u00e3o Paulo II na&nbsp;<em>Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica&nbsp;Ecclesia in Europa<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A \u201cdefesa da qualidade da vida das pessoas\u201d requer que a edifica\u00e7\u00e3o dessa Europa, \u201cvista como comunidade de povos e de pessoas, uma comunidade solid\u00e1ria na esperan\u00e7a\u201d, salvaguarde a dignidade humana, n\u00e3o a sujeitando \u00e0s leis do mercado.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><strong>\u201cEuropa, que dizes de ti mesma?\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Hoje, aos crist\u00e3os, volta a impor-se a quest\u00e3o: \u201cEuropa, que dizes de ti mesma?\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Europa que abriu fronteiras tornou poss\u00edvel e estimulou o di\u00e1logo ecum\u00e9nico, o di\u00e1logo inter-religioso e a real comunh\u00e3o entre os crist\u00e3os, num movimento de unidade, bem como a boa conviv\u00eancia e o respeito entre crentes de diversas religi\u00f5es ou n\u00e3o crentes, em m\u00faltiplos contextos, porque s\u00e3o os nossos vizinhos, nossos colegas de trabalho ou porque apreciam as mesmas obras de arte ou as mesmas can\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O apelo \u2013 o apelo crist\u00e3o \u2013 \u00e9 a um tempo simples e complexo: a Europa deve continuar a ser este bom lugar em que, assim o queiramos n\u00f3s, o nosso pr\u00f3ximo esteja realmente pr\u00f3ximo e tenha os m\u00faltiplos rostos que bem conhecemos e estimamos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cUma Europa que j\u00e1 n\u00e3o seja capaz de se abrir \u00e0 dimens\u00e3o transcendente da vida \u00e9 uma Europa que lentamente corre o risco de perder a sua pr\u00f3pria alma e tamb\u00e9m aquele \u2018esp\u00edrito humanista\u2019 que naturalmente ama e defende\u201d, considerou o Papa Francisco quando falou aos eurodeputados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Falando sobre a rela\u00e7\u00e3o entre o mist\u00e9rio eucar\u00edstico e o compromisso social, o Papa Bento XVI fez notar, na&nbsp;<em>Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica Sacramentum Caritatis<\/em>, que a uni\u00e3o com Cristo incita a rela\u00e7\u00f5es sociais novas. A Eucaristia, explicou Bento XVI, \u201crefor\u00e7a a comunh\u00e3o entre os irm\u00e3os e, de modo particular, estimula os que est\u00e3o em conflito a apressar a sua reconcilia\u00e7\u00e3o, abrindo-se ao di\u00e1logo e ao compromisso em prol da justi\u00e7a. A restaura\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a, a reconcilia\u00e7\u00e3o e o perd\u00e3o s\u00e3o, sem d\u00favida alguma, condi\u00e7\u00f5es para construir uma verdadeira paz\u201d, nascendo desta consci\u00eancia a \u201cvontade de transformar tamb\u00e9m as estruturas injustas, a fim de se restabelecer o respeito da dignidade do homem, criado \u00e0 imagem e semelhan\u00e7a de Deus; \u00e9 atrav\u00e9s da realiza\u00e7\u00e3o concreta desta responsabilidade que a Eucaristia se torna na vida o que significa na celebra\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Igreja \u201cn\u00e3o pode nem deve ficar \u00e0 margem da luta pela justi\u00e7a\u201d, recorrendo \u00e0 \u201cargumenta\u00e7\u00e3o racional\u201d e despertando \u201cas for\u00e7as espirituais, sem as quais a justi\u00e7a, que sempre requer ren\u00fancias tamb\u00e9m, n\u00e3o poder\u00e1 afirmar-se nem prosperar\u201d, escreve Bento XVI, acrescentando que o pedido repetido em cada Missa: \u201cO p\u00e3o nosso de cada dia nos dai hoje\u201d imp\u00f5e que se fa\u00e7a \u201ctudo o que for poss\u00edvel, em colabora\u00e7\u00e3o com as institui\u00e7\u00f5es internacionais, estatais, privadas, para que cesse ou pelo menos diminua, no mundo, o esc\u00e2ndalo da fome e da subnutri\u00e7\u00e3o que padecem muitos milh\u00f5es de pessoas, sobretudo nos pa\u00edses em vias de desenvolvimento\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Afirma Bento XVI que o leigo crist\u00e3o, formado na escola da Eucaristia, \u201c\u00e9 chamado a assumir directamente a sua responsabilidade pol\u00edtico-social\u201d. Essa tarefa imp\u00f5e uma educa\u00e7\u00e3o concreta para a caridade e a justi\u00e7a, sendo para tal indispens\u00e1vel o conhecimento da Doutrina Social da Igreja, um \u201cprecioso patrim\u00f3nio, nascido da mais antiga tradi\u00e7\u00e3o eclesial\u201d. Caracterizada \u201cpelo seu realismo e equil\u00edbrio, ajudando assim a evitar promessas enganadoras ou v\u00e3s utopias\u201d, a Doutrina Social da Igreja \u00e9 suscept\u00edvel de orientar, com profunda sabedoria, o comportamento dos crist\u00e3os \u201cnas quest\u00f5es sociais em ebuli\u00e7\u00e3o\u201d. Algumas delas foram referidas pelo Papa Francisco na sua alocu\u00e7\u00e3o aos eurodeputados. \u00c9 o caso da imigra\u00e7\u00e3o. Para a enfrentar, \u00e9 necess\u00e1rio saber \u201cpropor com clareza a sua identidade cultural e implementar legisla\u00e7\u00f5es adequadas capazes de tutelar os direitos dos cidad\u00e3os europeus e, ao mesmo tempo, garantir o acolhimento dos imigrantes\u201d; \u201cadoptar pol\u00edticas justas, corajosas e concretas que ajudem os seus pa\u00edses de origem no desenvolvimento sociopol\u00edtico e na supera\u00e7\u00e3o dos conflitos internos \u2013 a principal causa deste fen\u00f3meno \u2013 em vez das pol\u00edticas interesseiras que aumentam e nutrem tais conflitos\u201d. Como Francisco nota, \u201c\u00e9 necess\u00e1rio agir sobre as causas e n\u00e3o apenas sobre os efeitos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desafio incontorn\u00e1vel, segundo o Papa Francisco, \u00e9 a ecologia. \u201cA Europa sempre esteve na vanguarda de um louv\u00e1vel empenho a favor da ecologia. De facto, esta nossa terra tem necessidade de cuidados e aten\u00e7\u00f5es cont\u00ednuos e \u00e9 responsabilidade de cada um preservar a cria\u00e7\u00e3o, dom precioso que Deus colocou nas m\u00e3os dos homens\u201d. Respeitar o ambiente, acrescentou o Papa, \u201cn\u00e3o significa apenas limitar-se a evitar deturp\u00e1-lo, mas tamb\u00e9m utiliz\u00e1-lo para o bem\u201d. Francisco dizia pensar \u201csobretudo no sector agr\u00edcola, chamado a dar apoio e alimento ao homem. N\u00e3o se pode tolerar que milh\u00f5es de pessoas no mundo morram de fome, enquanto toneladas de produtos alimentares s\u00e3o descartadas diariamente das nossas mesas. Al\u00e9m disso, respeitar a natureza lembra-nos que o pr\u00f3prio homem \u00e9 parte fundamental dela\u201d. Da\u00ed a conclus\u00e3o de Francisco: \u201cA par duma ecologia ambiental, \u00e9 preciso a ecologia humana, feita daquele respeito pela pessoa que hoje vos pretendi recordar com as minhas palavras\u201d.<\/p>\n<p><strong>Votar nas pr\u00f3ximas elei\u00e7\u00f5es \u00e9 uma responsabilidade indeclin\u00e1vel<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde logo, pela import\u00e2ncia de que se reveste o Parlamento Europeu, cujos deputados ter\u00e3o o poder de&nbsp;co-legislar&nbsp;na Uni\u00e3o Europeia, consensualizando com o Conselho Europeu a legisla\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o Europeia que tanto afecta o dia-a-dia de cada um.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O voto \u00e9 tamb\u00e9m importante para contrariar a baixa participa\u00e7\u00e3o dos portugueses nas elei\u00e7\u00f5es europeias desde 1979, o que, ali\u00e1s, \u00e9 algo paradoxal, sabendo-se que os portugueses reconhecem o contributo da Uni\u00e3o Europeia para o progresso nacional, assaz merit\u00f3rio, mesmo que n\u00e3o isento de omiss\u00f5es e erros. Ao votar nas elei\u00e7\u00f5es para o Parlamento Europeu, os portugueses manifestam tamb\u00e9m a vontade de ter voz na permanente constru\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia, impondo-se, todavia, que os candidatos e os futuros parlamentares se empenhem em esclarecer e ouvir os portugueses em mat\u00e9rias determinantes e essenciais para a nossa vida comunit\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O voto nestas elei\u00e7\u00f5es \u00e9 um dever elementar de cidadania e um factor de legitima\u00e7\u00e3o popular da governa\u00e7\u00e3o europeia, n\u00e3o devendo tal faculdade ser contaminada por assuntos meramente nacionais ou por agendas alicer\u00e7adas no c\u00e1lculo eleitoralista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Votar \u00e9 desejar que a Europa n\u00e3o se volte para o seu umbigo. Que compreenda que ficar\u00e1 tanto melhor quanto melhor estiverem os outros povos. Que compreenda a riqueza da multiculturalidade, da diversidade e do livre pensamento. Que ponha a economia ao servi\u00e7o dos cidad\u00e3os, e, em particular, dos mais vulner\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O voto de cada eleitor \u00e9 fundamental para que a pol\u00edtica europeia se mobilize para defender o Bem e a Casa Comum, apesar das constantes instiga\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio formuladas pelos&nbsp;<em>engenheiros do caos<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando as amea\u00e7as se multiplicam, conjugando-se para fragilizar o Estado de Direito e os valores democr\u00e1ticos, votar pode ser um grito pac\u00edfico em defesa de uma Europa que respeite integralmente a vida humana, que proteja os direitos, as liberdades e as garantias. No voto, pode e deve estar uma manifesta\u00e7\u00e3o de apre\u00e7o pela justi\u00e7a, pela liberdade, pela solidariedade, pela toler\u00e2ncia, pela dignidade e pela equidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para os cat\u00f3licos portugueses, reunidos em Braga entre 31 de Maio e 2 de Junho no V Congresso Eucar\u00edstico Nacional, sob o lema: \u201cPartilhar o P\u00e3o, alimentar a Esperan\u00e7a. \u2018Reconheceram-n\u2019O ao partir o p\u00e3o\u2019\u201d (Lc 24,35), a participa\u00e7\u00e3o nos debates suscitados por estas elei\u00e7\u00f5es e o voto consciente s\u00e3o express\u00e3o concreta das suas responsabilidades pol\u00edtico-sociais, uma exist\u00eancia formada na escola da Eucaristia.<\/p>\n<p>Votar \u00e9 uma responsabilidade c\u00edvica que n\u00e3o deve ser declinada. A democracia n\u00e3o pode prescindir de escutar seja quem for. Ningu\u00e9m deve desperdi\u00e7ar a oportunidade para se fazer ouvir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">20 de Maio de 2024<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Refer\u00eancias&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>Papa Francisco \u2013&nbsp;<em>Discurso ao Parlamento Europeu<\/em>. Estrasburgo, Fran\u00e7a, 25 de Novembro de 2014. Dispon\u00edvel em:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.vatican.va\/\">https:\/\/www.vatican.va\/<\/a>content\/francesco\/pt\/speeches\/2014\/november\/documents\/papa-francesco_20141125_strasburgo-parlamento-europeo.html<\/p>\n<p>Papa Bento XVI \u2013&nbsp;<em>Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica p\u00f3s-sinodal Sacramentum Caritatis<\/em>. Roma, 22 de Fevereiro de 2007. Dispon\u00edvel em:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.vatican.va\/\">https:\/\/www.vatican.va\/<\/a>content\/benedict-xvi\/pt\/apost_exhortations\/documents\/hf_ben-xvi_exh_20070222_sacramentum-caritatis.html<\/p>\n<p>Papa Jo\u00e3o Paulo II \u2013&nbsp;<em>Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica p\u00f3s-sinodal Ecclesia in Europa<\/em>. Roma, 28 de Junho de 2003. Dispon\u00edvel em:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.vatican.va\/\">https:\/\/www.vatican.va\/<\/a>content\/john-paul-ii\/pt\/apost_exhortations\/documents\/hf_jp-ii_exh_20030628_ecclesia-in-europa.html<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por um voto pelo esp\u00edrito europeu&nbsp; Nota da Comiss\u00e3o Justi\u00e7a e Paz da Arquidiocese de Braga&nbsp;sobre as elei\u00e7\u00f5es para o Parlamento Europeu Quando, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":853,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[23],"tags":[],"class_list":["post-854","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos-cdjps"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/854","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=854"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/854\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/853"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=854"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=854"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cnjp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=854"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}