{"id":10088,"date":"2007-06-28T16:10:00","date_gmt":"2007-06-28T16:10:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=10088"},"modified":"2007-06-28T16:10:00","modified_gmt":"2007-06-28T16:10:00","slug":"olhos-fechados-a-beleza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/olhos-fechados-a-beleza\/","title":{"rendered":"Olhos fechados \u00e0 beleza"},"content":{"rendered":"<p>Uma pedrada por semana <!--more--> Tenho encontrado gente em Aveiro que, depois de v\u00e1rios anos a viver na cidade \u2013 acontece isto com estudantes \u2013, nunca visitou o Museu, nem sabe do maravilhoso t\u00famulo da Santa Princesa. J\u00e1 verifiquei o mesmo, quando estudei em Roma e deparei com romanos, alheios \u00e0 arte e \u00e0 hist\u00f3ria daquela cidade \u00fanica.<\/p>\n<p>Numa recente ida \u00e0 Alemanha, concretamente \u00e0 conhecida cidade de Nurenberg, pude ver que o padre portugu\u00eas que trabalha com os nossos emigrantes na Baviera acabava de publicar, em alem\u00e3o, um \u00e1lbum com vinte e cinco art\u00edsticas e valiosas fotografias de imagens de Nossa Senhora, colocadas em esquinas de casas particulares, desde h\u00e1 s\u00e9culos, na zona mais bela e caracter\u00edstica da cidade. Uma maravilha! Quando ele fazia a ronda a fotografar as imagens que veio a publicar, um pol\u00edcia intrigado procurou saber o que andava ele a fazer. Quando explicou, ouviu quem o interpelava: \u201cQue coisa maravilhosa! Ando por estas ruas todos os dias e desde h\u00e1 anos. Nunca tinha reparado nestas lindas imagens. Foi preciso um estrangeiro abrir-me os olhos a esta riqueza\u201d.<\/p>\n<p>Olhos fechados de quem os julga ter abertos! Quem n\u00e3o sabe admirar, envelhece mais depressa, porque sem os horizontes do belo a vida cansa mais. Quem n\u00e3o anda atento, perde pelo caminho muitas riquezas que est\u00e3o a\u00ed para todos n\u00f3s. Nem s\u00f3 o dinheiro \u00e9 riqueza\u2026<\/p>\n<p>A. Marcelino<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma pedrada por semana<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-10088","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10088","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10088"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10088\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10088"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10088"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10088"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}