{"id":10367,"date":"2007-08-29T12:10:00","date_gmt":"2007-08-29T12:10:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=10367"},"modified":"2007-08-29T12:10:00","modified_gmt":"2007-08-29T12:10:00","slug":"passeios-baratos-saudaveis-ecologicos-e-culturais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/passeios-baratos-saudaveis-ecologicos-e-culturais\/","title":{"rendered":"Passeios baratos, saud\u00e1veis, ecol\u00f3gicos e culturais"},"content":{"rendered":"<p>A p\u00e9 ou de bicicleta <!--more--> O per\u00edodo de f\u00e9rias est\u00e1 a chegar ao fim. Mas ainda h\u00e1 tempo para sugerir alguns percursos pedestres. Caminhar nestes trilhos, al\u00e9m de barato, \u00e9 saud\u00e1vel, ecol\u00f3gico e cultural, com a vantagem de esta pr\u00e1tica poder ser levada a cabo em qualquer altura do ano.<\/p>\n<p>O turismo ecol\u00f3gico (ou ecoturimo) est\u00e1 em alta. S\u00e3o cada vez mais as pessoas que procuram alternativas \u00e0 praia, virando-se para o campo e a montanha. Entre as pr\u00e1ticas do ecoturismo mais comuns est\u00e3o as caminhadas.<\/p>\n<p>Caminhar faz bem ao corpo e \u00e0 mente. \u00c9 uma necessidade cada vez maior, para contrapor aos estilos de vida actuais, maioritariamente sedent\u00e1rios. Da\u00ed que, respondendo \u00e0 procura das pessoas, muitas c\u00e2maras municipais e freguesias marquem percursos no campo ou em meio urbano e editem folhetos sobre a hist\u00f3ria, cultura e natureza que esses trilhos permitem observar. Sem esgotar todos os percursos da regi\u00e3o de Aveiro, deixamos aqui algumas sugest\u00f5es em Sever do Vouga, \u00cdlhavo e Estarreja.<\/p>\n<p>Na antiga Linha do Vouga<\/p>\n<p>A C\u00e2mara Municipal de Sever do Vouga transformou a desactivada linha de comboio que ligava Sernada a Viseu num caminho ideal para percorrer entre o lugar da Foz (no limite do concelho de Albergaria-a-Velha) e as antigas f\u00e1bricas e esta\u00e7\u00e3o CP de Paradela do Vouga. Este percurso, feito, em parte, a par da Estrada Nacional 16 e do Rio Vouga, passa por tr\u00eas t\u00faneis e por cima da magn\u00edfica ponte de pedra do Po\u00e7o de Santiago, em Pessegueiro do Vouga. Com um comprimento de cerca de 10 km, este estrad\u00e3o \u00e9 muito procurado por adeptos da BTT (bicicletas todo-o-terreno). Como tem muitas sombras, pode ser feito mesmo nos per\u00edodos de maior calor.<\/p>\n<p>Trilhos de \u00cdlhavo<\/p>\n<p>No concelho de \u00cdlhavo est\u00e3o marcados no terreno quatro percursos pedestres, uns mais urb-nos, outros mais de natureza.<\/p>\n<p>O percurso \u201cEntre a Ria e o Mar\u201d tem in\u00edcio e fim junto ao farol da Barra e ao longo de 11 km e permite observar a Ria e o Mar na Barra e Costa Nova de \u00e2ngulos pouco habituais. A paisagem dunar vista dos passadi\u00e7os ou a Ria e o navio Santo Andr\u00e9 vistos do miradouro da Barra deslumbram mesmo quem passa habitualmente nestes locais.<\/p>\n<p>\u201cEntre a Ria e a Floresta\u201d tem in\u00edcio no Cais da \u201cBruxa\u201d (Gafanha da Encarna\u00e7\u00e3o) e termina junto \u00e0 Capela de Nossa Senhora dos Campos (Col\u00f3nia Agr\u00edcola). Este percurso de 15 km (dura\u00e7\u00e3o aconselhada de 5 horas) divide-se entre a Ria e a floresta, permitindo observar aves na Ria e extensos tapetes de l\u00edquenes na mata. Na floresta, surgem em v\u00e1rios momentos as casas dos colonos que, a partir de 1952, ocuparam esta zona. Cada um dos 75 casais tinha direito a 3 hectares para cultivar. Perto do final do percurso fica o Santu\u00e1rio de Schoenstatt.<\/p>\n<p>Com apenas 3 km de extens\u00e3o, o percurso \u201cCosta Nova\u201d \u00e9 um trilho urbano que convida a \u201cdescobrir a viv\u00eancia, a hist\u00f3ria, as tradi\u00e7\u00f5es e os sabores de uma povoa\u00e7\u00e3o de pescadores\u201d. As fachadas das casas da Costa Nova s\u00e3o conhecidas internacionalmente, \u00e9 certo, mas aventurar-se a p\u00e9 pelo interior da povoa\u00e7\u00e3o, pelas ruas estreitas e pelas escadinhas, oferece outra vis\u00e3o da Ria e descobre-se que a Costa nova n\u00e3o \u00e9 plana. Partindo deste percurso (ou do \u201cEntre a Ria e o Mar\u201d) \u00e9 obrigat\u00f3rio visitar o Palheiro de Jos\u00e9 Est\u00eav\u00e3o, casa t\u00edpica que chegou a hospedar E\u00e7a de Queiroz. <\/p>\n<p>O trilho cultural \u201cNa Rota das Padeiras\u201d foi lan\u00e7ado no passado 18 de Agosto. Feito por alcatr\u00e3o e carreiros (5,8 km), em zona urbana e de pinhal, com in\u00edcio e fim no Largo da Padeira, convida a visitar os fornos onde se coze a lenha o p\u00e3o de Vale de \u00cdlhavo.<\/p>\n<p>Para 22 de Setembro, Dia Europeu sem carros, a C\u00e2mara Muni-cipal de \u00cdlhavo promete lan\u00e7ar o trilho \u201cUrbano de \u00cdlhavo\u201d.<\/p>\n<p>Sobre qualquer dos percursos referidos est\u00e3o dispon\u00edveis folhetos com mapas e outras informa\u00e7\u00f5es, nas juntas de freguesia e nos postos de turismo.<\/p>\n<p>Percurso de Salreu do BioRia<\/p>\n<p>Com uma extens\u00e3o de 8,5 km, este percurso que j\u00e1 adquiriu reconhecimento internacional \u00e9 circular, tendo in\u00edcio e fim no esteiro de Salreu (para chegar ao in\u00edcio, a partir da EN 109, segue-se na direc\u00e7\u00e3o do apeadeiro da CP). O trilho atravessa arrozais, sapais e pauis. Com facilidade o caminhante se surpreender\u00e1 ao avistar gar\u00e7as-vermelhas, andorinhas-das-chamin\u00e9s (com a garganta vermelha), cegonhas e pernilongos, \u00e1guias-sapeiras ou frangos-d\u2019\u00e1gua. Com alguma sorte, pode avistar lontras e raposas, entre muitas outras esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>O percurso disp\u00f5e de diversas placas com informa\u00e7\u00f5es sobre os ecossistemas e suas esp\u00e9cies animais e vegetais, possibilitando um trajecto autodidacta. Para ouvir as informa\u00e7\u00f5es de especialistas do projecto BioRia, o caminhante ainda poder\u00e1 fazer este percurso nos dias 5 e 12 de Setembro (partida \u00e0s 9h30), de forma gratuita, inscrevendo-se em bioria@cm-estarreja.pt.<\/p>\n<p>Ci\u00eancia de Ver\u00e3o<\/p>\n<p>Astronomia, Biologia, Geologia, Engenharia e Far\u00f3is s\u00e3o os temas que integram a edi\u00e7\u00e3o deste ano do programa \u201cCi\u00eancia viva no Ver\u00e3o\u201d, que decorrem um pouco por todo o pa\u00eds, com a participa\u00e7\u00e3o das mais diversas entidades, das universidades \u00e0s autarquias.<\/p>\n<p>Na \u00e1rea geogr\u00e1fica da diocese de Aveiro, est\u00e3o previstas in\u00fameras actividades.<\/p>\n<p>Na Astronomia ter\u00e3o lugar as seguintes ac\u00e7\u00f5es: Salgueiro (Parque da Pateira, pelas 22 horas, no dia 30 de Agosto), Calv\u00e3o (Col\u00e9gio de Calv\u00e3o, pelas 15 horas, no dia 8 de Setembro) e Aveiro, (Rossio, pelas 22 horas, no dia 14 de Setembro).<\/p>\n<p>Na \u00e1rea da Biologia ainda v\u00e3o decorrer as seguintes visitas: \u201cA Ria de Aveiro como zona h\u00famida \u2013 aspectos da sua flora\u201d, de Aveiro \u00e0 Costa Nova (partida pelas 9h15, no Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro); \u201c\u00c0 descoberta do Parque Infante D. Pedro\u201d, em Aveiro (pelas 9h30, no dia 31 de Agosto); \u201cPasseios guiados pelo Percurso de Salreu do BioRia\u201d, em Salreu (com partida pelas 9h30, nos dias 5 e 12 de Setembro).<\/p>\n<p>Na \u00e1rea da Geologia ainda ir\u00e3o ocorrer dois eventos da \u201cGeologia subaqu\u00e1tica da Ria de Aveiro\u201d, que ter\u00e3o lugar no dia 6 de Setembro, com encontros marcados para as 10 e as 14 horas, na Docapesca, por iniciativa do Departamento de Geoci\u00eancias da Universidade de Aveiro.<\/p>\n<p>O farol da Praia da Barra pode ser visitado no dia 8 de Setembro, pelas 17h45.   <\/p>\n<p>C.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A p\u00e9 ou de bicicleta<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-10367","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10367","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10367"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10367\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10367"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10367"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10367"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}