{"id":10391,"date":"2007-09-05T11:34:00","date_gmt":"2007-09-05T11:34:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=10391"},"modified":"2007-09-05T11:34:00","modified_gmt":"2007-09-05T11:34:00","slug":"frases-da-semana-94","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-94\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>Quando a justi\u00e7a demora cinco ou dez anos a ser aplicada, pura e simplesmente n\u00e3o se faz justi\u00e7a.<\/p>\n<p>Carmona Rodrigues<\/p>\n<p>Sol, 01-09-07<\/p>\n<p>Qualquer crian\u00e7a sabe que, se insistir em deitar a\u00e7\u00facar num copo de \u00e1gua, o res\u00edduo acumula no fundo sem ado\u00e7ar: a solu\u00e7\u00e3o ficou saturada. Basta abrir o jornal, televis\u00e3o ou computador, para compreender que o nosso tempo est\u00e1 saturado de informa\u00e7\u00e3o. Revistas, canais, sites ou blogs, telem\u00f3veis, SMS e e-mails dizem o que j\u00e1 ningu\u00e9m consegue ouvir.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o C\u00e9sar das Neves<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 27-08-07<\/p>\n<p>Pepe veio para Portugal com 18 anos. Por c\u00e1 se fez homem e jogador. Seis anos depois, quando a lei lho permitiu, quis ser portugu\u00eas. Scolari chamou-o \u00e0 selec\u00e7\u00e3o. Qual \u00e9 o problema?<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Tadeia<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 01-09-07<\/p>\n<p>As naturaliza\u00e7\u00f5es n\u00e3o fazem cidad\u00e3os de segunda. (&#8230;) Em Portugal, pode ser-se primeiro-ministro e ter-se nascido holand\u00eas, porque n\u00e3o defesa-central?<\/p>\n<p>Editorial<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 31-08-07<\/p>\n<p>Os feitos de Valter [bombeiro de Mirandela que j\u00e1 ajudou duas crian\u00e7as a nascer em ambul\u00e2ncias], al\u00e9m dos benef\u00edcios vis\u00edveis nos partos j\u00e1 realizados, podem ter ajudado a inventar uma nova profiss\u00e3o, neste Portugal que se vai livrando delas sem olhar muitas vezes \u00e0s consequ\u00eancias: o \u201cbomparteiro\u201d. Ou seja: uma mistura de bombeiro voluntarioso com parteiro, por via das circunst\u00e2ncias.<\/p>\n<p>Nuno Pacheco<\/p>\n<p>P\u00fablico, 30-08-07<\/p>\n<p>Acabadas as f\u00e9rias, os portugueses que sa\u00edram de casa (menos do que se pensa) chegam t\u00e3o cansados quanto partiram. Esta \u00e9 a natureza das f\u00e9rias modernas, mas ainda vai demorar algum tempo at\u00e9 que as pessoas se apercebam que \u00e9 assim. Os avi\u00f5es, os aeroportos, o destino das bagagens, os engarrafamentos, os furac\u00f5es tropicais e a chuva fora de \u00e9poca s\u00e3o os bodes expiat\u00f3rios do cansa\u00e7o, mas o mal vem de uma caracter\u00edstica das sociedades modernas: haver muita gente a fazer as mesmas coisas, nos mesmos s\u00edtios, ao mesmo tempo e sem muito dinheiro. D\u00e1 sempre torto.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Pacheco Pereira<\/p>\n<p>P\u00fablico, 01-09-07<\/p>\n<p>Na realidade, n\u00e3o conhecemos a personalidade dos nossos pol\u00edticos, nem sabemos bem as suas ideias: mostram o que lhes recomendam, escondem quem s\u00e3o. O problema \u00e9 que a verdade vem sempre ao de cima: quando se irritam sem controlo ou sorriem a desprop\u00f3sito, os tra\u00e7os mais negativos da sua personalidade ficam \u00e0 vista de todos e a nossa opini\u00e3o pode ser formada.<\/p>\n<p>Daniel Sampaio<\/p>\n<p>P\u00fablica, 02-09-07<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando a justi\u00e7a demora cinco ou dez anos a ser aplicada, pura e simplesmente n\u00e3o se faz justi\u00e7a. Carmona Rodrigues Sol, 01-09-07 Qualquer crian\u00e7a sabe que, se insistir em deitar a\u00e7\u00facar num copo de \u00e1gua, o res\u00edduo acumula no fundo sem ado\u00e7ar: a solu\u00e7\u00e3o ficou saturada. 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