{"id":10606,"date":"2007-10-04T17:01:00","date_gmt":"2007-10-04T17:01:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=10606"},"modified":"2007-10-04T17:01:00","modified_gmt":"2007-10-04T17:01:00","slug":"rejeicao-do-homem-e-defesa-dos-direitos-humanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/rejeicao-do-homem-e-defesa-dos-direitos-humanos\/","title":{"rendered":"Rejei\u00e7\u00e3o do homem e defesa dos direitos humanos&#8230;"},"content":{"rendered":"<p>Uma pedrada por semana <!--more--> Arrumando livros e papeis, deparei com uma revista de 1999, publicada em Madrid, que narra a atitude e a resposta escrita, s\u00f3 ent\u00e3o descoberta e conhecida, preto no branco, dos Estados Unidos da Am\u00e9rica, via Henry Kissinger, o omnipotente, quando, na d\u00e9cada de setenta, foi pedido, por um alto comiss\u00e1rio dos refugiados \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o americana, asilo e auxilio concreto, a favor das vitimas dos regimes totalit\u00e1rios latino americanos. Era gente do Chile, Argentina, Uruguai e Bol\u00edvia, onde os massacres, por raz\u00e3o das suas op\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, j\u00e1 ent\u00e3o atingia muitos milhares de cidad\u00e3os destes pa\u00edses, e outros eram procurados e perseguidos com a certeza pr\u00e9via de uma execu\u00e7\u00e3o inevit\u00e1vel. E sem julgamento.<\/p>\n<p>H. Kissinger, que as manobras diplom\u00e1ticas tornariam mais tarde um Nobel da Paz (!), respondeu secamente: \u201cN\u00e3o estamos dispostos a aceitar nenhumas dessas pessoas, porque s\u00e3o todas comunistas e terroristas\u201d.<\/p>\n<p>Pois \u00e9. Por esses anos e seguintes, a Administra\u00e7\u00e3o americana fazia gala e publicitava a sua luta pela implementa\u00e7\u00e3o dos Direitos Humanos em todo o mundo\u2026<\/p>\n<p>Vemos o mart\u00edrio di\u00e1rio e o clamor do actual Alto Comiss\u00e1rio para os Refugiados, que muitos parece ouvirem imp\u00e1vidos e serenos \u00e0 espera que a Africa se destrua\u2026<\/p>\n<p>S\u00f3 a leitura correcta da hist\u00f3ria faz dela a mestra da vida.<\/p>\n<p>A. Marcelino<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma pedrada por semana<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-10606","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10606","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10606"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10606\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10606"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10606"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10606"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}