{"id":10883,"date":"2008-04-17T09:20:00","date_gmt":"2008-04-17T09:20:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=10883"},"modified":"2008-04-17T09:20:00","modified_gmt":"2008-04-17T09:20:00","slug":"frases-da-semana-104","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-104\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>Portugal n\u00e3o est\u00e1 em baixa quanto a preocupa\u00e7\u00f5es de ordem espiritual. H\u00e1 investiga\u00e7\u00f5es que documentam o seu crescimento. Pelo contr\u00e1rio, a queda da pr\u00e1tica sacramental \u00e9 impressionante; e esta, na Igreja Cat\u00f3lica, \u00e9 insubstitu\u00edvel.<\/p>\n<p>Bento Domingues<\/p>\n<p>P\u00fablico, 13-04-08<\/p>\n<p>As dificuldades reais do dia-a-dia de uma grande parte das fam\u00edlias, a desorienta\u00e7\u00e3o dos jovens sem perspectivas de emprego ou a brutal judicializa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o p\u00fablico s\u00e3o factores demasiadamente fortes para nos permitirem olhar com um m\u00ednimo de esperan\u00e7a para o lado bom.<\/p>\n<p>Manuel Carvalho<\/p>\n<p>P\u00fablico, 13-04-08<\/p>\n<p>Para os portugueses, para a esquerda e para a direita, Angola sempre foi especial. Para os que dela aproveitaram e para os que l\u00e1 julgavam ser poss\u00edvel a sociedade sem classes e os amanh\u00e3s que can-tam. Para os que l\u00e1 estiveram, para os que esperavam l\u00e1 ir, para os que querem l\u00e1 fazer neg\u00f3cios e para os que imaginam que l\u00e1 seja poss\u00edvel salvar a alma e a humanidade. Hoje, afirmado o poder em Angola e garantida a extrac\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e o com\u00e9rcio de tudo, dos diamantes \u00e0s obras p\u00fablicas, todos, esquerdas e direitas, militantes e exploradores, retomaram os seus amores por Angola e preparam-se para abrir novas vias e grandes futuros. Angola \u00e9 nossa! E n\u00f3s? Somos de quem?<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Barreto<\/p>\n<p>P\u00fablico, 13-04-08<\/p>\n<p>Assiste-se, cada vez mais, a um esfor\u00e7o para p\u00f4r fim \u00e0 pol\u00edtica. Por todo o lado domina uma esp\u00e9cie de burocracia t\u00e9cnica e jur\u00eddica, que afasta os cidad\u00e3os da vida do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Editorial<\/p>\n<p>Expresso, 12-04-08<\/p>\n<p>O objecto que mais mudou os nossos h\u00e1bitos sociais n\u00e3o \u00e9 o computador, nem Internet, nem o cabo, \u00e9 o telem\u00f3vel. (&#8230;) N\u00e3o \u00e9 a necessidade que justifica a presen\u00e7a quase universal dos telem\u00f3veis, desde as crian\u00e7as de seis anos at\u00e9 aos velhos, os milh\u00f5es de chamadas a qualquer hora do dia, em qualquer s\u00edtio, da missa \u00e0 sala de aulas, do carro \u00e0 cama, \u00e9 o complexo jogo de interac\u00e7\u00f5es sociais que ele permite, sem as quais j\u00e1 n\u00e3o sabemos viver. Viver num mundo muito diferente e cada vez mais diferente.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Pacheco Pereira<\/p>\n<p>P\u00fablico, 12-04-08<\/p>\n<p>A pior ra\u00e7a de pol\u00edticos \u00e9 a que esgrime com o argumento de que tudo o que faz \u00e9 a bem da p\u00e1tria, quando o bem que procura tem mais a ver com ela pr\u00f3pria do que com os cidad\u00e3os e o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Manuel Falc\u00e3o<\/p>\n<p>Jornal de Neg\u00f3cios, 11-04-08<\/p>\n<p>Portugal continua a ser um pa\u00eds onde a den\u00fancia do crime econ\u00f3mico \u00e9 coisa rara e (&#8230;) ainda funciona como a separa\u00e7\u00e3o do lixo nas casas dos portugueses: todos a defendem, mas s\u00e3o poucos os que a praticam.<\/p>\n<p>Francisco Teixeira<\/p>\n<p>Di\u00e1rio Econ\u00f3mico, 10-04-08<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Portugal n\u00e3o est\u00e1 em baixa quanto a preocupa\u00e7\u00f5es de ordem espiritual. H\u00e1 investiga\u00e7\u00f5es que documentam o seu crescimento. 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