{"id":10998,"date":"2007-11-28T14:58:00","date_gmt":"2007-11-28T14:58:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=10998"},"modified":"2007-11-28T14:58:00","modified_gmt":"2007-11-28T14:58:00","slug":"frases-da-semana-107","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-107\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>Uma institui\u00e7\u00e3o que n\u00e3o respeita e valoriza, de forma cr\u00edtica, a religi\u00e3o dos outros, desqualifica-se precisamente enquanto religi\u00e3o. Quando, pelo contr\u00e1rio, vai at\u00e9 ao ponto de reconhecer e respeitar as minorias \u2013 religiosas ou n\u00e3o -, confessa uma divindade que n\u00e3o faz acep\u00e7\u00e3o de pessoas ou de grupos, porque j\u00e1 se curou da vontade de poder, do desejo de dominar.<\/p>\n<p>Bento Domingues<\/p>\n<p>P\u00fablico, 25-11-07<\/p>\n<p>O principal problema da Justi\u00e7a portuguesa reside na forma\u00e7\u00e3o dos ju\u00edzes e numa cultura judicial, que conduzem a situa\u00e7\u00f5es arrepiantes e absurdas num Estado de Direito democr\u00e1tico.<\/p>\n<p>Vicente Jorge Silva<\/p>\n<p>Expresso, 24-11-07<\/p>\n<p>Tanto a ci\u00eancia como a m\u00edtica, que parecem opostas, coincidem em deixar-se mudar pela realidade. O aut\u00eantico cientista n\u00e3o presume ter a totalidade da verdade, est\u00e1 disposto a mudar. E o aut\u00eantico te\u00f3logo tem que ser humilde e admitir que a realidade vai mudando. Religi\u00e3o e ci\u00eancia t\u00eam que ter uma atitude de busca e de caminho e n\u00e3o de dizer que t\u00eam as respostas todas.<\/p>\n<p>Juan Masi\u00e1<\/p>\n<p>P\u00fablico, 25-11-07<\/p>\n<p>Percebeu-se, finalmente, a autonomia de cada uma das esferas [religiosa e cient\u00edfica] e dos respectivos campos de interven\u00e7\u00e3o. Esta compreens\u00e3o tamb\u00e9m significa que a ci\u00eancia, apesar da acumula\u00e7\u00e3o dos seus sucessos gigantescos, n\u00e3o pode reivindicar o monop\u00f3lio da racionalidade, como se fosse a \u00fanica via de conhecimento verdadeiro. A raz\u00e3o \u00e9 multidimencional.<\/p>\n<p>Anselmo Borges<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 24-11-07<\/p>\n<p>A degrada\u00e7\u00e3o das elites na Europa e Portugal levou ao sufr\u00e1gio populista, dos referendos e directas. Mas, sem se equilibrar em classes sociais naturais e saud\u00e1veis, a democracia cai na oligarquia ou na demagogia. Como veremos por c\u00e1 nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o C\u00e9sar das Neves<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 19-11-07<\/p>\n<p>O acordo ortogr\u00e1fico \u00e9 apresentado (&#8230;) como um passo importante para a defesa da unidade essencial da l\u00edngua portuguesa. Isto \u00e9 uma patetice. N\u00e3o se alcan\u00e7a unidade nenhuma.<\/p>\n<p>Vasco Gra\u00e7a Moura<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 21-11-07<\/p>\n<p>Este apuramento [para o Campeonato Europeu de Futebol], h\u00e1 20 anos, traria Portugal \u00e0 rua, para celebrar. Ontem [21 de Novembro], o acontecimento foi vivido com a naturalidade que os ricos reservam ao sucesso.<\/p>\n<p>Editorial<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 22-11-07<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma institui\u00e7\u00e3o que n\u00e3o respeita e valoriza, de forma cr\u00edtica, a religi\u00e3o dos outros, desqualifica-se precisamente enquanto religi\u00e3o. Quando, pelo contr\u00e1rio, vai at\u00e9 ao ponto de reconhecer e respeitar as minorias \u2013 religiosas ou n\u00e3o -, confessa uma divindade que n\u00e3o faz acep\u00e7\u00e3o de pessoas ou de grupos, porque j\u00e1 se curou da vontade de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-10998","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espaco-comum"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10998","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10998"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10998\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10998"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10998"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10998"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}