{"id":11079,"date":"2007-12-06T14:40:00","date_gmt":"2007-12-06T14:40:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=11079"},"modified":"2007-12-06T14:40:00","modified_gmt":"2007-12-06T14:40:00","slug":"a-fantasia-da-caridade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/a-fantasia-da-caridade\/","title":{"rendered":"A fantasia da caridade"},"content":{"rendered":"<p>Revisitar&#8230; a catequese <!--more--> Hoje vamos revisitar o Direct\u00f3rio Geral da Catequese. Surpresa?&#8230; Servir a Palavra a toda a gente, sem restri\u00e7\u00f5es nem inadequa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 uma eminente compet\u00eancia da Caridade?&#8230; Muitas vezes n\u00e3o precisamos de inventar campos de trabalho; basta abrir os olhos para o que fazemos.<\/p>\n<p>Tenho presente aquele rosto de sorriso aberto, que se abeira algumas vezes da comunh\u00e3o, numa das comunidades confiadas ao meu servi\u00e7o pastoral. Sei quanto foi dif\u00edcil um determinado sacerdote aceitar que fizesse a primeira Comunh\u00e3o. Foi gratificante para os pais que o bispo, com outro tacto pastoral, entendesse a pretens\u00e3o de receber o Crisma.<\/p>\n<p>Aquela jovem percebe perfeitamente o espa\u00e7o sagrado, o clima de celebra\u00e7\u00e3o, o acto que se est\u00e1 a celebrar. As suas dificuldades de comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o nos permitem ir mais longe em perscrutar o seu \u00edntimo profundo. Mas d\u00e1 sinais de perceber que h\u00e1 coisas certas e coisas erradas.<\/p>\n<p>Ao falar dos destinat\u00e1rios da Catequese, o Direct\u00f3rio Geral (DGC), na IV parte, no cap\u00edtulo III, consagra alguns par\u00e1grafos \u00e0 catequese para situa\u00e7\u00f5es, mentalidades e ambientes especiais. Vale a pena determo-nos, em futuras reflex\u00f5es, sobre os aspectos concretos a contemplar. Hoje, basta enumerar as situa\u00e7\u00f5es, para darmos conta do terreno imenso que se abre \u00e0 fantasia da Caridade.<\/p>\n<p>A catequese para deficientes e inadaptados (1), a catequese para as pessoas marginalizadas (2), a catequese para grupos diversificados (profissionais e culturais) (3), a catequese de ambientes (4), s\u00e3o itens de um processo empolgante mas exigente, que se coloca a todos os respons\u00e1veis pelo an\u00fancio da Boa Nova.<\/p>\n<p>1 &#8211; Catequese para deficientes e inadaptados (DGC &#8211; 189)<\/p>\n<p>Antes de mais, \u00e9 fundamental a convic\u00e7\u00e3o de que eles (elas) s\u00e3o objecto de predilec\u00e7\u00e3o especial da parte do Senhor. Tamb\u00e9m a certeza de que os progressos na pedagogia para estas situa\u00e7\u00f5es tem de impulsionar todos os agentes educativos crist\u00e3os a procurar uma forma espec\u00edfica de lhes anunciar o Evangelho. Por exemplo: Quantos agentes de Catequese dominam a l\u00edngua gestual? Quantos operamos \u00e0 vontade com o braile?&#8230;<\/p>\n<p>\u00c9 sempre de recordar que o primeiro lugar desta pedagogia especial \u00e9 a fam\u00edlia. No caso que acima citei, a M\u00e3e tem sido a media\u00e7\u00e3o mais expressiva. O trabalho tem de ser eminentemente personalizado. Mas sem esquecer que n\u00e3o pode fazer-se \u00e0 margem da consci\u00eancia de responsabilidade de toda a comunidade de perten\u00e7a. Pelo que \u201c\u00e9 preciso que a comunidade seja constantemente advertida e envolvida\u201d.  (cont.)<\/p>\n<p>Q.S.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Revisitar&#8230; a catequese<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[59],"tags":[],"class_list":["post-11079","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-formacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11079","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11079"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11079\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11079"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11079"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11079"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}