{"id":11494,"date":"2008-02-06T16:15:00","date_gmt":"2008-02-06T16:15:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=11494"},"modified":"2008-02-06T16:15:00","modified_gmt":"2008-02-06T16:15:00","slug":"frases-da-semana-114","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-114\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>Sentimento, entendimento e vontade devem comunicar entre si para responder, precisamente, ao grande desafio: o desafio da vida e da morte, da comunidade e do eu, do presente e do futuro, embora sem a pretens\u00e3o de solucionar problemas que t\u00eam as suas pr\u00f3prias leis. Hoje, estamos numa conjuntura muito atra\u00edda por tudo que parece religioso, confundido com o irracional, o supersticioso, o m\u00e1gico. Da\u00ed a import\u00e2ncia de aproximar raz\u00e3o e religi\u00e3o sem as confundir.<\/p>\n<p>Bento Domingues<\/p>\n<p>P\u00fablico, 03-02-08<\/p>\n<p>Novos saberes, concretamente no dom\u00ednio das ci\u00eancias naturais, foram legitimamente valorizados na universidade moderna. Mas h\u00e1 o perigo de a raz\u00e3o ceder \u00e0s press\u00f5es dos interesses e ao fasc\u00ednio da utilidade, que ergue como \u201ccrit\u00e9rio \u00faltimo\u201d.<\/p>\n<p>Anselmo Borges<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 02-02-08<\/p>\n<p>Talvez convenha perceber duas coisas sobre a corrup\u00e7\u00e3o. Primeira, onde h\u00e1 poder, h\u00e1 corrup\u00e7\u00e3o. E onde h\u00e1 pobreza, h\u00e1 mais corrup\u00e7\u00e3o. (&#8230;) A corrup\u00e7\u00e3o est\u00e1 \u00edntima da cultura \u201cnacional\u201d, no centro da ordem estabelecida, na maneira como os portugueses tratam de si e se tratam entre si.<\/p>\n<p>Vasco Pulido Valente<\/p>\n<p>P\u00fablico, 03-02-08<\/p>\n<p>A instaura\u00e7\u00e3o da rep\u00fablica significava o ex\u00edlio do rei, n\u00e3o o seu assass\u00ednio. O regic\u00eddio, se afundou a monarquia, condenou ab ovo a rep\u00fablica, que subsistir\u00e1 em estado de expia\u00e7\u00e3o durante 16 anos (&#8230;), at\u00e9 igualmente se perder \u00e0s m\u00e3os de uma ditadura militar. Assim vivemos 74 anos do s\u00e9c. XX \u2013 entre Bu\u00ed\u00e7as e Salazares, dois radicais, de que Portugal n\u00e3o deve orgulhar-se.<\/p>\n<p>Miguel Real<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 02-01-08<\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o da actual democracia em Portugal foi feita n\u00e3o apenas contra o Estado Novo, mas tamb\u00e9m contra a I Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>Rui Ramos<\/p>\n<p>P\u00fablico, 20-01-08<\/p>\n<p>Em Portugal \u00e9 f\u00e1cil acusar, e barato, porque quase nunca se investiga.<\/p>\n<p>Francisco Jos\u00e9 Viegas<\/p>\n<p>Correio da Manh\u00e3, 29-01-08<\/p>\n<p>Como bem disse o Baston\u00e1rio da Ordem dos Advogados, \u00e9 habitual abrirem-se inqu\u00e9ritos em Portugal. Pois \u00e9. Raro \u00e9 encerrarem-se.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Paulo Guerra<\/p>\n<p>Di\u00e1rio Econ\u00f3mico, 29-01-08<\/p>\n<p>Num pa\u00eds mergulhado na clientela, na cunha, no patrocinato, em que quase por obriga\u00e7\u00e3o e sobreviv\u00eancia \u00e9 necess\u00e1rio ser criativo com a lei, \u00e9 dif\u00edcil encontrar um impulso e uma motiva\u00e7\u00e3o forte para a luta contra a ilegalidade e a corrup\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Pacheco Pereira<\/p>\n<p>P\u00fablico, 02-02-08<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sentimento, entendimento e vontade devem comunicar entre si para responder, precisamente, ao grande desafio: o desafio da vida e da morte, da comunidade e do eu, do presente e do futuro, embora sem a pretens\u00e3o de solucionar problemas que t\u00eam as suas pr\u00f3prias leis. 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