{"id":11522,"date":"2008-02-06T17:16:00","date_gmt":"2008-02-06T17:16:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=11522"},"modified":"2008-02-06T17:16:00","modified_gmt":"2008-02-06T17:16:00","slug":"livros-para-bem-viver-a-quaresma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/livros-para-bem-viver-a-quaresma\/","title":{"rendered":"Livros para bem viver a Quaresma"},"content":{"rendered":"<p>Com a colabora\u00e7\u00e3o da Livraria Santa Joana, apresentam-se sugest\u00f5es para uma viv\u00eancia frutuosa da Quaresma, <\/p>\n<p>o tempo dos mais fortes apelos \u00e0 convers\u00e3o, \u00e0 reconcilia\u00e7\u00e3o, ao renascimento para Deus.<\/p>\n<p>Via Sacra no Coliseu com Bento XVI<\/p>\n<p>Gianfranco Ravasi<\/p>\n<p>Paulinas, 70 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>Via sacra com medita\u00e7\u00f5es e ora\u00e7\u00f5es de Mons. Gianfranco Ravasi, na Sexta-feira Santa de 2007. O autor \u00e9 o respons\u00e1vel pela Biblioteca Ambrosiana de Mil\u00e3o e presidente do Conselho Pontif\u00edcio para a Cultura e das Comiss\u00f5es Pontif\u00edcias dos Bens Culturais e de Arqueologia Sacra.<\/p>\n<p>Uma frase<\/p>\n<p>\u201cOs minutos de agonia v\u00e3o passando e a energia vital de Cristo crucificado vai diminuindo lentamente. Ele, por\u00e9m, ainda tem for\u00e7a para um derradeiro acto de amor para com um dos dois condenados \u00e8 pena capital que est\u00e3o ao seu lado naqueles momentos tr\u00e1gicos, enquanto o Sol est\u00e1 agora no alto C\u00e9u\u201d (p\u00e1g. 51).<\/p>\n<p>Via Sacra presidida por Bento XVI<\/p>\n<p>\u00c2ngelo Comastri<\/p>\n<p>Paulinas, 70 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>Via sacra com medita\u00e7\u00f5es e ora\u00e7\u00f5es do bispo \u00c2ngrelo Comastri, que \u00e9 o vig\u00e1rio-geral de Bento XVI para a cidade do Vaticano. Trata-se da Via sacra da Sexta-feira Santa de 2006 e, como em todas, est\u00e3o subjacentes duas certezas: a certeza do poder devastador do pecado e a certeza do poder regenerativo do Amor de Deus.<\/p>\n<p>Uma frase<\/p>\n<p>\u201cDa cruz nasce a vida nova de Saulo (&#8230;), a convers\u00e3o de Agostinho, a pobreza feliz de Francisco de Assis, (&#8230;) o hero\u00edsmo de Maximiliano Kolbe, (&#8230;) a coragem de Jo\u00e3o Paulo II. (&#8230;) A cruz n\u00e3o \u00e1 a morte de Deus, mas \u00e9 o nascimento do seu Amor no mundo\u201d (p\u00e1g. 56).<\/p>\n<p>Viver a Quaresma. Subs\u00eddios pastorais<\/p>\n<p>Pedrosa Ferreira<\/p>\n<p>Edi\u00e7\u00f5es Salesianas, 151 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>\u201cCaixa de ferramentas oferecida ao animador pastoral\u201d, assim se apresenta este livro. Comp\u00f5em-no breves celebra\u00e7\u00f5es familiares, mais seis celebra\u00e7\u00f5es penitenciais, um retiro com jovens, ora\u00e7\u00f5es para serem recitadas na Eucaristia ou em momentos de ora\u00e7\u00e3o e um \u201ctr\u00edduo pascal com jovens\u201d.<\/p>\n<p>Uma frase<\/p>\n<p>\u201cJunto ao po\u00e7o de Jacob, Jesus prometeu \u00e0 samaritana uma \u00e1gua viva. Seria uma \u00e1gua que lhe mataria a sede para sempre. N\u00e3o ser\u00e1 que, por vezes, andamos a beber \u00e1guas inquinadas, que nos s\u00e3o dadas a beber por uma sociedade do consumo, do prazer f\u00e1cil, da competi\u00e7\u00e3o, do ego\u00edsmo? (p\u00e1g. 76)\u201d.<\/p>\n<p>Penit\u00eancia. A salva\u00e7\u00e3o do pecador<\/p>\n<p>Luis Resines Llorente<\/p>\n<p>Paulus, 156 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>Manual em linguagem acess\u00edvel para compreender as dimens\u00f5es e etapas da reconcilia\u00e7\u00e3o: o sentido do pecado; o \u201catrevimento\u201d de Jesus em perdoar; a reconcilia\u00e7\u00e3o com Deus, consigo mesmo e com a comunidade; a media\u00e7\u00e3o eclesial do perd\u00e3o. No final de cada cap\u00edtulo inclui fichas e propostas de reflex\u00e3o.<\/p>\n<p>Uma frase<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel pensar num Deus que elabora uma lista de penas para condenar o ser humano, j\u00e1 que \u00e9 a sua vontade expressa que nos salvemos: \u00abDeus quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento pleno da verdade\u00bb (1 Tim 2,4)\u201d (p\u00e1g. 99).<\/p>\n<p>Porqu\u00ea confessar-se? <\/p>\n<p>A reconcilia\u00e7\u00e3o e a beleza de Deus<\/p>\n<p>Bruno Forte<\/p>\n<p>Paulus, 54 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>Este livrinho \u00e9 composto por uma carta aos diocesanos sobre o valor e a necessidade da confiss\u00e3o e uma medita\u00e7\u00e3o sobre a par\u00e1bola do Pai Misericordioso \/ Filho Pr\u00f3digo (Lucas 15,11-32). Bruno Forte, te\u00f3logo de renome, \u00e9 bispo de Chieti-Vasto (It\u00e1lia) desde 2004.<\/p>\n<p>Uma frase<\/p>\n<p>\u201cEntre as muitas perguntas que s\u00e3o colocadas ao meu cora\u00e7\u00e3o de Bispo, escolho esta que ami\u00fade me foi feita: porque temos de nos confessar? \u00c9 uma pergunta que ocorre de muitos modos: porque \u00e9 que devemos ir ter com um sacerdote (&#8230;)? Porque \u00e9 que devo falar dos meus assuntos (&#8230;)? Ele sabe o que \u00e9 pecado para mim? (p\u00e1g. 7)\u201d.<\/p>\n<p>A Agonia de Cristo<\/p>\n<p>Tom\u00e1s Moro<\/p>\n<p>Paulus, 142 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>Tom\u00e1s Moro (1478-1535), para permanecer fiel \u00e0 Igreja e \u00e0 sua consci\u00eancia, n\u00e3o se vergou \u00e0 prepot\u00eancia de Henrique VIII. A verticalidade custou-lhe a pr\u00f3pria vida, mas valeu-lhe a declara\u00e7\u00e3o de \u201cpatrono celeste dos Estadistas e Pol\u00edticos\u201d por Jo\u00e3o Paulo II. Preso, Moro meditou sobre a agonia de Cristo e escreveu esta obra, incompleta, pois a partir de certa altura foram-lhe negados os instrumentos da escrita.<\/p>\n<p>Uma frase<\/p>\n<p>O medo da morte e dos tormentos n\u00e3o implica nenhuma culpa, mas t\u00e3o s\u00f3 um sofrimento como aquele a que Cristo se submeteu, sem dele fugir. N\u00e3o devemos, pois, apressadamente considerar cobardia o facto de algu\u00e9m sentir medo e terror ao pensar em supl\u00edcios (&#8230;) (p\u00e1g. 25).<\/p>\n<p>O Caminho Pascal<\/p>\n<p>Joseph Ratzinger<\/p>\n<p>Lucerna, 166 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>Como respons\u00e1vel da Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9, Joseph Ratzinger pregou ao Papa Jo\u00e3o Paulo II e aos membros da C\u00faria Romana, na Quaresma de 1983. Temas: \u201cIntrodu\u00e7\u00e3o \u00e0 Liturgia da Primeira Semana da Quaresma\u201d; \u201cO Mist\u00e9rio de Jesus\u201d e \u201cCristo, a Igreja, o Sacerd\u00f3cio\u201d.<\/p>\n<p>Uma frase<\/p>\n<p>\u201cO deserto \u00e9 o lugar do sil\u00eancio, da solid\u00e3o; o afastamento das vicissitudes quotidianas, do barulho da superficialidade. O deserto \u00e9 o lugar do absoluto, o lugar da liberdade que p\u00f5e o homem diante das suas \u00faltimas quest\u00f5es. (&#8230;) Nesse sentido, ele \u00e9 lugar da gra\u00e7a. No vazio das suas preocupa\u00e7\u00f5es, o homem encontra o seu Criador\u201d (p\u00e1g. 10).<\/p>\n<p>Via Sacra. 15 esquemas<\/p>\n<p>Pedrosa Ferreira<\/p>\n<p>Edi\u00e7\u00f5es Salesianas, 215 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>Obra composta por 15 esquemas para fazer com Jesus o caminho que O conduziu ao Calv\u00e1rio. Em 5 destas vias sacras, utiliza-se o esquema tradicional, que inclu\u00eda epis\u00f3dios que n\u00e3o s\u00e3o referidos na B\u00edblia, como \u201cVer\u00f3nica limpa o rosto de Jesus\u201d. Noutras 5, segue-se o esquema que Jo\u00e3o Paulo II introduziu em 1991. As \u00faltimas cinco, mais breves, destinam-se a crian\u00e7as, adolescentes e jovens.<\/p>\n<p>Uma frase<\/p>\n<p>\u201cOs esquemas de ontem ou redigidos em ambientes que n\u00e3o s\u00e3o os nossos podem n\u00e3o ser os melhores para utilizar. Como n\u00e3o se trata de uma liturgia, h\u00e1 espa\u00e7o para uma grande criatividade, tendo em vista conseguir os objectivos\u201d (p\u00e1g. 7).<\/p>\n<p>O discernimento. Da purifica\u00e7\u00e3o \u00e0 comunh\u00e3o<\/p>\n<p>Marko Ivan Rupnik<\/p>\n<p>Paulinas, 238 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>Pela m\u00e3os do autor do mosaico principal da Igreja da Sant\u00edssima Trindade, em F\u00e1tima, chega-nos um livro sobre a arte de decifrar como Deus (se) comunica connosco e nos salva, isto \u00e9, o discernimento. Marko Ivan Rupnik nasceu na Eslov\u00e9nia, em 1954, e entrou para a Companhia de Jesus em 1973.<\/p>\n<p>Uma frase<\/p>\n<p>\u201cO discernimento \u00e9 a arte da vida espiritual, na qual eu compreendo como Deus se comunica comigo, como Deus me salva \u2013 o que vai dar ao mesmo (&#8230;). O discernimento \u00e9 tamb\u00e9m a arte espiritual na qual consigo evitar o engano, a ilus\u00e3o, e decifrar e ler as realidade de modo verdadeiro, superando as miragens que elas me possam apresentar\u201d (p\u00e1g. 25).<\/p>\n<p>O exame de consci\u00eancia. <\/p>\n<p>Para viver como redimidos<\/p>\n<p>Marko Ivan Rupnik<\/p>\n<p>Paulinas, 90 p\u00e1ginas<\/p>\n<p>O medo de entrar na verdade mais \u00edntima, conjugado com tend\u00eancias psicol\u00f3gicas que, por causa da pretensa liberta\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo, anatematizaram pr\u00e1ticas de confronto interior com qualquer autoridade, levou ao abandono do exame de consci\u00eancia. Mas esta pr\u00e1tica antiga \u00e9 necess\u00e1ria. Renovada e adaptada, tem um papel fundamental numa vida equilibrada.<\/p>\n<p>Uma frase<\/p>\n<p>\u201cA pessoa humana cresce de modo org\u00e2nico, \u00edntegro, em refer\u00eancia a essa sabedoria, reconhecendo aquilo que ajuda a verdadeira vida e aquilo que, pelo contr\u00e1rio, s\u00e3o ilus\u00f5es, enganos e idolatrias. De facto, faz parte constitutiva do ser humano colocar-se numa atitude de constante refer\u00eancia\u201d (p\u00e1g. 17).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a colabora\u00e7\u00e3o da Livraria Santa Joana, apresentam-se sugest\u00f5es para uma viv\u00eancia frutuosa da Quaresma, o tempo dos mais fortes apelos \u00e0 convers\u00e3o, \u00e0 reconcilia\u00e7\u00e3o, ao renascimento para Deus. Via Sacra no Coliseu com Bento XVI Gianfranco Ravasi Paulinas, 70 p\u00e1ginas Via sacra com medita\u00e7\u00f5es e ora\u00e7\u00f5es de Mons. Gianfranco Ravasi, na Sexta-feira Santa de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38],"tags":[],"class_list":["post-11522","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11522","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11522"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11522\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11522"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11522"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11522"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}