{"id":11613,"date":"2008-02-20T16:15:00","date_gmt":"2008-02-20T16:15:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=11613"},"modified":"2008-02-20T16:15:00","modified_gmt":"2008-02-20T16:15:00","slug":"uma-semana-em-taize","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/uma-semana-em-taize\/","title":{"rendered":"Uma semana em Taiz\u00e9"},"content":{"rendered":"<p>Tr\u00eas dezenas de alunos do secund\u00e1rio das Escolas de Jos\u00e9 Est\u00eav\u00e3o de Aveiro, Jaime Magalh\u00e3es Lima, de Esgueira, e de Estarreja, acompanhados das suas professoras de EMRC e de uma assistente social, passaram a semana de Carnaval na comunidade ecum\u00e9nica de Taiz\u00e9. Aqui ficam alguns \u2018sentires\u2019 de alunos.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o sei bem como fui. No princ\u00edpio, estava indecisa, porque era na semana antes dos exames interm\u00e9dios. Um bocado \u00e0 sorte, disse \u00e0 professora que ia.<\/p>\n<p>No s\u00e1bado, sa\u00edmos de Aveiro \u00e0 tarde. Fomos com mais duas escolas. N\u00e3o conhecia ningu\u00e9m. Foi uma viagem calma. Chegamos l\u00e1 no domingo \u00e0s quatro da tarde. Fomos acolhidos muito bem. Levamos os sacos \u00e0s camaratas; e vimos que aquilo era bem melhor do que o que pens\u00e1vamos (tinha aquecimento).<\/p>\n<p>Nesse dia e no resto dos dias da semana, t\u00ednhamos ora\u00e7\u00e3o da noite \u00e0s 20h30h. Era uma ora\u00e7\u00e3o diferente, gostava imenso, fazia-me sentir t\u00e3o bem.<\/p>\n<p>O hor\u00e1rio de um dia em Taiz\u00e9 tem sempre o mesmo ritmo: \u00e0s 8h20, ora\u00e7\u00e3o da manh\u00e3 seguida de pequeno-almo\u00e7o; \u00e0s 10 horas, introdu\u00e7\u00e3o b\u00edblica seguida de partilha de experi\u00eancias com um grupo de trabalho; depois, \u00e0s 12h20, ora\u00e7\u00e3o, seguida do almo\u00e7o, onde cant\u00e1vamos e brinc\u00e1vamos antes de comer; \u00e0 tarde (15horas) t\u00ednhamos ensaio para o teatro, dia sim dia n\u00e3o; e faz\u00edamos um qualquer trabalho, desde varrer at\u00e9 limpar casas de banho. A semana em Taiz\u00e9 passou r\u00e1pido, pois est\u00e1vamos sempre em actividade. S\u00f3 par\u00e1vamos nos momentos de reflex\u00e3o e de ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A viagem para c\u00e1 foi bastante mais agitada, pois j\u00e1 conhecia o resto de pessoal.<\/p>\n<p>Taiz\u00e9 significou para mim uma abertura para actividades diversificadas. Ajudou-me a estar preparada para as armadilhas da vida. Sobretudo, ajudou-me a parar e a pensar.<\/p>\n<p>Espero l\u00e1 voltar!\u201d<\/p>\n<p>Ana L\u00facia Valente Castro<\/p>\n<p>\u201cEstou mais perto de saber viver e n\u00e3o apenas de existir.\u201d<\/p>\n<p>Maria Bartolomeu<\/p>\n<p>\u201cTaiz\u00e9 \u00e9 a Paz concentrada. Em Taiz\u00e9, sai-nos da boca tudo o que pensamos e que noutras ocasi\u00f5es temos medo de dizer.\u201d<\/p>\n<p>Guilherme Costa<\/p>\n<p>\u201c&#8230;Perante a cruz, o sentimento de que n\u00e3o estamos sozinhos nesta luta interior deixa-nos aliviados e esperan\u00e7osos.\u201d<\/p>\n<p>Teresa Lebre<\/p>\n<p>\u201cTudo foi surpreendente. As ora\u00e7\u00f5es foram o melhor momento, para pensar no que realmente somos em rela\u00e7\u00e3o a Ele.\u201d<\/p>\n<p>Andreia Cardoso<\/p>\n<p>\u201cSe quem n\u00e3o viveu, n\u00e3o percebe, quem viveu, n\u00e3o precisa de explica\u00e7\u00f5es. N\u00e3o quero perder o que ganhei, e vou tentar que tal n\u00e3o aconte\u00e7a.\u201d<\/p>\n<p>Renata<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tr\u00eas dezenas de alunos do secund\u00e1rio das Escolas de Jos\u00e9 Est\u00eav\u00e3o de Aveiro, Jaime Magalh\u00e3es Lima, de Esgueira, e de Estarreja, acompanhados das suas professoras de EMRC e de uma assistente social, passaram a semana de Carnaval na comunidade ecum\u00e9nica de Taiz\u00e9. Aqui ficam alguns \u2018sentires\u2019 de alunos. \u201cN\u00e3o sei bem como fui. 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