{"id":11731,"date":"2008-02-28T15:03:00","date_gmt":"2008-02-28T15:03:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=11731"},"modified":"2008-02-28T15:03:00","modified_gmt":"2008-02-28T15:03:00","slug":"empresarios-cristaos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/empresarios-cristaos\/","title":{"rendered":"Empres\u00e1rios crist\u00e3os"},"content":{"rendered":"<p>Quest\u00f5es Sociais <!--more--> \u00c9 bastante diversificado o universo dos empres\u00e1rios, sob os pontos de vista confessional e comportamental. Existem, designadamente, empres\u00e1rios: &#8211; crist\u00e3os coerentes; crist\u00e3os incoerentes; humanistas n\u00e3o crist\u00e3os; e n\u00e3o crist\u00e3os nem hu-manistas. O mesmo se passa, naturalmente com outras confiss\u00f5es religiosas.<\/p>\n<p>Os empres\u00e1rios crist\u00e3os coerentes procuram actuar de acordo com a sua f\u00e9 e com o humanismo, ponderando em especial a doutrina social da Igreja: Os n\u00e3o coerentes prescindem dessa conformidade e chegam, n\u00e3o raro, ao incumprimento sistem\u00e1tico da legisla\u00e7\u00e3o e at\u00e9 a outras pr\u00e1ticas mais conden\u00e1veis. Os empres\u00e1rios humanistas n\u00e3o crist\u00e3os actuam em conformidade com valores que, em larga medida, coincidem com os crist\u00e3os. Finalmente, os empres\u00e1rios n\u00e3o crist\u00e3os nem humanistas procedem de modo semelhante ao dos crist\u00e3os n\u00e3o coerentes.<\/p>\n<p>Duas linhas divis\u00f3rias se revestem de particular import\u00e2ncia a este prop\u00f3sito, embora sem compartimenta\u00e7\u00e3o estanque: &#8211; a que separa os humanistas dos n\u00e3o humanistas; e a que separa os crist\u00e3os dos n\u00e3o crist\u00e3os. Os humanistas &#8211; crist\u00e3os ou n\u00e3o &#8211; identificam-se mais com o pensamento social crist\u00e3o e podem constituir uma das bases fundamentais para a humaniza\u00e7\u00e3o da vida econ\u00f3mica e social. Os crist\u00e3os &#8211; coerentes ou n\u00e3o &#8211; acham-se vinculados a esta orienta\u00e7\u00e3o, por for\u00e7a da sua f\u00e9. <\/p>\n<p>A pastoral empresarial &#8211; como a laboral &#8211; n\u00e3o se encontra desenvolvida entre n\u00f3s; muitos empres\u00e1rios vivem afastados das orienta\u00e7\u00f5es da Igreja, e esta, em muitos casos, vive bastante longe das realidades empresariais. A \u00abAssocia\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 de Empres\u00e1rios e Gestores\u00bb acha-se vocacionada para ser um espa\u00e7o de excel\u00eancia para a aproxima\u00e7\u00e3o e interac\u00e7\u00e3o indispens\u00e1veis. Outras iniciativas se observam nalgumas zonas do pa\u00eds, e as \u00abSemanas Sociais\u00bb v\u00eam estimulando esta linha de orienta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A exist\u00eancia de n\u00facleos de empres\u00e1rios crist\u00e3os (com esta ou outra designa\u00e7\u00e3o), nas par\u00f3quias e nas dioceses,  poderia desencadear todo um movimento de humaniza\u00e7\u00e3o da empresa e de dignifica\u00e7\u00e3o do mundo laboral. Incumbiria especialmente a esses n\u00facleos: &#8211; a partilha de experi\u00eancias e de pontos de vista; a procura de orienta\u00e7\u00f5es para a ac\u00e7\u00e3o, com base na doutrina social da Igreja e nas realidades empresariais; a promo\u00e7\u00e3o do di\u00e1logo social com trabalhadores, pertencentes ou n\u00e3o a organismos da Ac\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica; e a participa\u00e7\u00e3o no processo alargado de humaniza\u00e7\u00e3o do tecido econ\u00f3mico. <\/p>\n<p>\u00abNa empresa (&#8230;), a dimens\u00e3o econ\u00f3mica \u00e9 condi\u00e7\u00e3o para que se possam alcan\u00e7ar objectivos n\u00e3o apenas econ\u00f3micos, mas tamb\u00e9m sociais e morais, a perseguir conjuntamente\u00bb (\u00abComp\u00eandio da Doutrina Social da Igreja\u00bb, n\u00ba. 338). Para que isto aconte\u00e7a na pr\u00e1tica, os n\u00facleos de empres\u00e1rios crist\u00e3os poder\u00e3o desempenhar um papel decisivo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quest\u00f5es Sociais<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-11731","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11731","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11731"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11731\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11731"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11731"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11731"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}