{"id":11734,"date":"2008-03-05T15:10:00","date_gmt":"2008-03-05T15:10:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=11734"},"modified":"2008-03-05T15:10:00","modified_gmt":"2008-03-05T15:10:00","slug":"frases-da-semana-118","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-118\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>A raz\u00e3o profunda para o atraso estrutural portugu\u00eas est\u00e1 na cren\u00e7a desmedida de que o Estado h\u00e1-de acorrer a todos os nossos problemas e dificuldades. \u00c9 uma cren\u00e7a e um mal que v\u00eam do tempo das Descobertas e do monop\u00f3lio da Coroa (&#8230;).<\/p>\n<p>Miguel Sousa Tavares<\/p>\n<p>Expresso, 01-03-08<\/p>\n<p>O nosso tempo \u00e9 marcado pela China, \u00cdndia, Singapura, Correia do Sul, etc., etc. Mas os nossos telejornais desprezam a emerg\u00eancia destes pa\u00edses (que nos afecta dramaticamente) e preferem mostrar a decad\u00eancia de Cuba (que n\u00e3o nos afecta). Isto sucede porque a Europa recusa pensar o mundo de hoje.<\/p>\n<p>Henrique Raposo<\/p>\n<p>Expresso, 01-03-08<\/p>\n<p>Como se pode avaliar os professores, se a disciplina e a hierarquia se dissolveram? Como se pode avaliar professores, se ningu\u00e9m se entende sobre o que devem ser os curricula e os programas? Como se pode avaliar professores, se a pr\u00f3pria sociedade n\u00e3o tem um modelo do \u201chomem\u201d ou da \u201cmulher\u201d que se deve \u201cformar\u201d ou \u201cinstruir\u201d?<\/p>\n<p>Vasco Pulido Valente<\/p>\n<p>P\u00fablico, 02-03-08<\/p>\n<p>A classe pol\u00edtica n\u00e3o pode ser visada como \u00fanica culpada [da situa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds]. A sociedade portuguesa tem muitas contas a prestar a si pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Lu\u00eds Ramos Pinheiro<\/p>\n<p>Correio da Manh\u00e3, 26-02-08<\/p>\n<p>A maioria dos partidos pol\u00edticos actualmente no activo carece de biografia, n\u00e3o tem hist\u00f3ria. E como o seu principal objectivo \u00e9 sobreviver, transformaram-se em profissionais da demagogia.<\/p>\n<p>Miguel Angel Belloso<\/p>\n<p>Di\u00e1rio Econ\u00f3mico, 26-02-08<\/p>\n<p>Uma cultura banalizadora criou um clima prop\u00edcio \u00e0 relativiza\u00e7\u00e3o moral, admitindo-se que nada pode ser, objectivamente, mau ou bom, quer na esfera do p\u00fablico quer do privado.<\/p>\n<p>Maria Jos\u00e9 Nogueira Pinto<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 28-02-08<\/p>\n<p>(&#8230;) Aqui est\u00e3o as duas vertentes da religi\u00e3o boa: a m\u00edstica \u2013 paix\u00e3o por Deus \u2013 e a \u00e9tica; compaix\u00e3o por todos. A m\u00edstica, sem \u00e9tica, \u00e9 ilus\u00f3ria, como a \u00e9tica, sem religi\u00e3o, no limite, corre o risco de ficar cega.<\/p>\n<p>Anselmo Borges<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 01-03-08<\/p>\n<p>\u00c0 justi\u00e7a exige-se que seja cega, surda e muda, raz\u00e3o porque se lhe recomenda, nos dias que correm, que evite vestir-se de encarnado ou de azul e branco ou sentir-se \u201c\u00e1guia\u201d ou \u201cdrag\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Manuel Fernandes<\/p>\n<p>P\u00fablico, 29-02-08<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A raz\u00e3o profunda para o atraso estrutural portugu\u00eas est\u00e1 na cren\u00e7a desmedida de que o Estado h\u00e1-de acorrer a todos os nossos problemas e dificuldades. \u00c9 uma cren\u00e7a e um mal que v\u00eam do tempo das Descobertas e do monop\u00f3lio da Coroa (&#8230;). Miguel Sousa Tavares Expresso, 01-03-08 O nosso tempo \u00e9 marcado pela China, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[61],"tags":[],"class_list":["post-11734","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-actualidade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11734","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11734"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11734\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11734"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11734"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11734"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}