{"id":11795,"date":"2008-03-05T18:00:00","date_gmt":"2008-03-05T18:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=11795"},"modified":"2008-03-05T18:00:00","modified_gmt":"2008-03-05T18:00:00","slug":"regresso-ao-essencial-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/regresso-ao-essencial-2\/","title":{"rendered":"Regresso ao essencial &#8211; 2"},"content":{"rendered":"<p>Dias Positivos <!--more--> Desejar o bem do pa\u00eds, antes do seu pr\u00f3prio bem, \u00e9 um princ\u00edpio que a todos deveria nortear. A isso chama a doutrina social da Igreja (mas n\u00e3o \u00e9 exclusivo dela) Bem Comum. Claro que dizer que os interesses do pa\u00eds est\u00e3o em primeiro lugar pode soar a Estado Novo, mas j\u00e1 vai sendo tempo de deixar tais categorias nas prateleiras da hist\u00f3ria. Como dizia M\u00e1rio Soares, h\u00e1 uma diferen\u00e7a clara entre ser nacionalista e ser patriota. Ser nacionalista \u00e9 negativo, mas ser patriota \u00e9 um dever de todos para com o pa\u00eds que nos viu nascer ou nos acolhe. Querer o Bem Comum antes do bem particular e p\u00f4r este em fun\u00e7\u00e3o daquele \u00e9 uma forma de ser patriota.<\/p>\n<p>Vem isto a prop\u00f3sito do mal-estar em que Portugal parece ou est\u00e1 mesmo mergulhado e que ciclicamente faz soar alarmes, como foi o caso do documento da Sedes, referido nesta coluna na semana passada. Como pa\u00eds, n\u00e3o sairemos do pessimismo, da estagna\u00e7\u00e3o, mesmo econ\u00f3mica, da falta de credibilidade, da aus\u00eancia de perspectivas de futuro, enquanto o Bem Comum n\u00e3o se sobrepuser ao bem particular, enquanto este princ\u00edpio n\u00e3o for evidente na actua\u00e7\u00e3o dos pol\u00edticos, mas tamb\u00e9m dos empres\u00e1rios, dos professores, dos jornalistas, enfim, de qualquer cidad\u00e3o.<\/p>\n<p>J.P.F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dias Positivos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-11795","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11795","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11795"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11795\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11795"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11795"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11795"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}