{"id":11863,"date":"2008-03-19T15:45:00","date_gmt":"2008-03-19T15:45:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=11863"},"modified":"2008-03-19T15:45:00","modified_gmt":"2008-03-19T15:45:00","slug":"frases-da-semana-120","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-120\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>Sindicatos e patr\u00f5es ignoram-se ou evitam-se. Patr\u00f5es e Governo entendem-se. Governo e sindicatos afrontam-se. Tudo isto, no quadro de uma situa\u00e7\u00e3o social dif\u00edcil, de desigualdades crescentes e de perda ou estagna\u00e7\u00e3o de rendimentos. Acontece que os movimentos sociais podem ser mais devastadores que as velhas lutas de classes. Podem mesmo, a prazo, p\u00f4r em causa o papel dos partidos pol\u00edticos e o funcionamento das institui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Barreto<\/p>\n<p>P\u00fablico, 16-03-08<\/p>\n<p>A sua interven\u00e7\u00e3o foi muito breve, mas explosiva sob o ponto de vista teol\u00f3gico e social: era preciso mudar de Deus, de religi\u00e3o, de fam\u00edlia e sociedade. (&#8230;) \u00c9 paradoxal que se coloque na boca de Jesus: \u201cNingu\u00e9m me tira a vida, sou eu que a dou\u201d, como se ele tivesse procurado o sofrimento e a cruz. (..) Jesus detestava o sofrimento e a cruz, mas, para n\u00e3o trair, para n\u00e3o renegar o caminho de liberta\u00e7\u00e3o, que por amor incondicional escolhera, aceitou todas as consequ\u00eancia que lhe impuseram.<\/p>\n<p>Bento Domingues<\/p>\n<p>P\u00fablico, 16-03-08<\/p>\n<p>A fun\u00e7\u00e3o da escola n\u00e3o se esgota na transmiss\u00e3o do saber, mas realiza-se no desenvolvimento integral do ser humano, de acordo com os princ\u00edpios da liberdade e da responsabilidade. \u00c9 esta a raz\u00e3o principal que anima muitas fam\u00edlias a n\u00e3o enveredar pelo ensino p\u00fablico.<\/p>\n<p>Gon\u00e7alo Portocarrero de Almada<\/p>\n<p>P\u00fablico, 15-03-08<\/p>\n<p>Antes de proibir os mi\u00fados de usar piercings em zonas sens\u00edveis, talvez fosse melhor fiscalizar quem os faz, sensibilizando pais e jovens para os eventuais perigos. De contr\u00e1rio, o estado passar\u00e1, nominalmente, a ser dono de parte do corpo dos cidad\u00e3os at\u00e9 aos 18 anos.<\/p>\n<p>Nuno Pacheco<\/p>\n<p>P\u00fablico, 15-03-08<\/p>\n<p>A rua n\u00e3o \u00e9 um s\u00edtio para ter raz\u00e3o. Na rua n\u00e3o valem os argumentos, valem os n\u00fameros, vale a presen\u00e7a f\u00edsica. Na rua, o advers\u00e1rio n\u00e3o se ouve, n\u00e3o existe, n\u00e3o conta: \u00e9 referido apenas para ser assobiado, insultado, queimado em ef\u00edgie. Na rua, a multid\u00e3o torna-se uniforme; n\u00e3o se divide, n\u00e3o discute \u2013 n\u00e3o \u00e9 real.<\/p>\n<p>Rui Ramos<\/p>\n<p>P\u00fablico, 12-03-08<\/p>\n<p>Houve um tempo em que se descia \u00e0s ruas para fazer avan\u00e7ar as coisas. (&#8230;) Hoje muitas manifesta\u00e7\u00f5es fazem-se para travar a evolu\u00e7\u00e3o e deixar tudo na mesma.<\/p>\n<p>Leonel Moura<\/p>\n<p>Jornal de Neg\u00f3cios, 12-03-08<\/p>\n<p>As reformas em Portugal s\u00e3o particularmente dif\u00edceis, sobretudo porque sucessivos governos evitaram faz\u00ea-las no tempo das vacas gordas e outros se v\u00eam obrigados a tent\u00e1-las em \u00e9pocas de va-cas magras. Gera\u00e7\u00f5es de portugueses habituaram-se a viver como se tudo fosse poss\u00edvel e nada fosse exig\u00edvel. Mudar de h\u00e1bitos custa, d\u00f3i, perturba.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Miguel J\u00fadice<\/p>\n<p>P\u00fablico, 14-03-08<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sindicatos e patr\u00f5es ignoram-se ou evitam-se. Patr\u00f5es e Governo entendem-se. Governo e sindicatos afrontam-se. Tudo isto, no quadro de uma situa\u00e7\u00e3o social dif\u00edcil, de desigualdades crescentes e de perda ou estagna\u00e7\u00e3o de rendimentos. 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