{"id":11966,"date":"2008-04-02T16:22:00","date_gmt":"2008-04-02T16:22:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=11966"},"modified":"2008-04-02T16:22:00","modified_gmt":"2008-04-02T16:22:00","slug":"a-ver-passar-comboios-em-talabriga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/a-ver-passar-comboios-em-talabriga\/","title":{"rendered":"A ver passar comboios&#8230; em Tal\u00e1briga!"},"content":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a <!--more--> Se falarmos em termos futebol\u00edsticos, \u00e9 mais ou menos como se colocam todos os outros em rela\u00e7\u00e3o ao FC Porto! Ficam a v\u00ea-los passar\u2026 sistematicamente!<\/p>\n<p>\u00c9 recorrente a express\u00e3o! E, naturalmente, aplica-se tanto nos meios mais eruditos, como nos mais populares, urbanos, do interior, das beiras\u2026 Infelizmente, pelo pret\u00e9rito, j\u00e1 tivemos uma grande rede ferrovi\u00e1ria!<\/p>\n<p>A origem da express\u00e3o, numa vers\u00e3o plaus\u00edvel, remonta ao triunfo da era industrial, com o aparecimento da locomotiva (1814)! O \u201cinventor\u201d da mesma (George Stephenson), tal como todos os que eram servidos por essa for\u00e7a descomunal, primeiro nas minas e depois trilhando, em comboio, caminhos (de ferro) at\u00e9 ent\u00e3o inexpugn\u00e1veis, ficaram em estado de estupefac\u00e7\u00e3o e curiosidade, admira\u00e7\u00e3o pelo monstro que se movia.<\/p>\n<p>E hoje o monstro continua a mover-se\u2026 e move-se muito mais r\u00e1pido!<\/p>\n<p>Curiosos, n\u00e3o s\u00f3 pelos comboios como pela esta\u00e7\u00f5es \u2013 aut\u00eanticas obras de arte! \u00c9 oportun\u00edssimo juntar mais uma ideia (uma n\u00e3o, esta \u00e9 \u201ca ideia!\u201d) ao debate sobre o comboio do futuro em terras de Aveiro!<\/p>\n<p>Onde \u00e9 que poderemos ver passar o TGV?<\/p>\n<p>Primeiro par\u00e2metro: o nome da esta\u00e7\u00e3o \u2013 a vers\u00e3o topon\u00edmia!<\/p>\n<p>Albergaria-Aveiro? N\u00e3o, n\u00e3o parece interessante! O ideal, a ir para o concelho de Albergaria, seria (um exemplo de futurologia):<\/p>\n<p>\u201cSenhores passageiros, dentro de momentos chegaremos \u00e0 esta\u00e7\u00e3o do lugar de Loure, freguesia de S. Jo\u00e3o de Loure, Concelho de Albergaria, Distrito de Aveiro\u201d.<\/p>\n<p>Disparate, n\u00e3o \u00e9? \u00c0 velocidade que circula o dito, os passageiros n\u00e3o teriam hip\u00f3tese de ouvir at\u00e9 ao fim.<\/p>\n<p>A proposta podia ser, dada a complexidade de localiza\u00e7\u00e3o de uma (esta\u00e7\u00e3o) e de outra (cidade) na regi\u00e3o do Vouga: Esta\u00e7\u00e3o de Tal\u00e1briga.<\/p>\n<p>Tal\u00e1briga, segundo o Itiner\u00e1rio de Antonino, do s\u00e9c. III d.C., ficava a 40 milhas para norte de Aeminium (Coimbra) e a 31 milhas para sul de Cale (Gaia\/Porto). Pl\u00ednio situou Tal\u00e1briga entre o rio Vouga e a cidade de Aeminium!<\/p>\n<p>Segundo par\u00e2metro: o lugar da esta\u00e7\u00e3o \u2013 a vers\u00e3o democr\u00e1tico-racional!<\/p>\n<p>Optando pelo percurso mais pr\u00f3ximo da A1, porque n\u00e3o entregar a Albergaria a localiza\u00e7\u00e3o da futura lixeira (Esta\u00e7\u00e3o de Tratamento Mec\u00e2nico-Biol\u00f3gico), pois Aveiro j\u00e1 assumiu, em Taboeira, a sua responsabilidade na mat\u00e9ria no \u00e2mbito da ERSUC, e enviar para Eirol ou, no \u00e2mbito do PUCA, para Nossa Senhora de F\u00e1tima, ali mesmo entre os n\u00f3s da A1 e da A17 \u2013 \u00d3PTIMA LOCALIZA\u00c7\u00c3O! \u2013 a futura esta\u00e7\u00e3o?! <\/p>\n<p>E por ser no Concelho de Aveiro, dispensavam-se os pruridos de lugar, freguesia, concelho\u2026 e at\u00e9 de historiografia!?<\/p>\n<p>Desportivamente\u2026 pelo desporto!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ponta de Lan\u00e7a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-11966","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-desporto"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11966","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11966"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11966\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11966"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11966"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11966"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}