{"id":11982,"date":"2008-04-09T10:44:00","date_gmt":"2008-04-09T10:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=11982"},"modified":"2008-04-09T10:44:00","modified_gmt":"2008-04-09T10:44:00","slug":"conversao-de-um-muculmano-ao-cristianismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/conversao-de-um-muculmano-ao-cristianismo\/","title":{"rendered":"Convers\u00e3o de um mu\u00e7ulmano ao Cristianismo"},"content":{"rendered":"<p>Colabora\u00e7\u00e3o dos Leitores <!--more--> O jornalista Magdi Allam foi baptizado pelo Papa no Domingo de P\u00e1scoa, recebendo o nome de Christian. Um acto que pressup\u00f5e coragem, atendendo aos problemas que o Isl\u00e3o cria a quem abandona o Isl\u00e3o, chegando a pena at\u00e9 ao assass\u00ednio. <\/p>\n<p>O jornalista Allam  p\u00f4s a descoberto a campanha difamat\u00f3ria contra a ordem social ocidental,  que se realiza em mesquitas, desmascarando a ambiguidade de imames (chefes religiosos mu\u00e7ulmanos) na It\u00e1lia, aparentemente pac\u00edficos. Um assunto que perturbava a sua rela\u00e7\u00e3o com a sua religi\u00e3o era o facto de no Isl\u00e3o n\u00e3o haver uma liga\u00e7\u00e3o harm\u00f3nica entre f\u00e9 e raz\u00e3o, como no cristianismo.<\/p>\n<p>Magdi Allam tem recebido amea\u00e7as de morte, vivendo, desde h\u00e1 anos, sob a protec\u00e7\u00e3o cont\u00ednua da pol\u00edcia. Isto levou-o a ocupar-se mais com o cristianismo e a tomar a decis\u00e3o da convers\u00e3o.<\/p>\n<p>No dia da sua convers\u00e3o, \u201co mais bonito\u201d da sua vida, publicou uma carta no \u201cCorriere della Sera\u201d onde diz: \u201cO milagre da ressurrei\u00e7\u00e3o reflectiu-se na minha alma libertando-a da escurid\u00e3o duma doutrina, em que os pregadores do \u00f3dio e da intoler\u00e2ncia para com \u201cos outros\u201d que, acriticamente, s\u00e3o condenados como \u201cinimigos\u201d, se sobrep\u00f5em ao amor e ao respeito perante o \u201cpr\u00f3ximo\u201d que \u00e9 ao mesmo tempo \u2018pessoa\u2019. Deste modo, o meu esp\u00edrito p\u00f4de libertar-se da escurid\u00e3o duma ideologia que justifica a mentira e a hipocrisia, e a morte violenta, que conduz ao assass\u00ednio e ao suic\u00eddio, \u00e0 subjuga\u00e7\u00e3o cega e \u00e0 tirania. E assim pude eu entrar na verdadeira religi\u00e3o da verdade, da vida e da liberdade\u201d.<\/p>\n<p>Magdi Christian Allam apela para que o medo de persegui\u00e7\u00e3o, dos convertidos do Isl\u00e3o para o cristianismo, os n\u00e3o obrigue a manter-se \u201cna escurid\u00e3o das catacumbas\u201d, refere o Frankfurter Allgemeine.<\/p>\n<p>Muitos cat\u00f3licos n\u00e3o se sentem muito entusiasmados com este acto p\u00fablico do jornalista Magdi Christian Allam, atendendo \u00e0 mensagem da ressurrei\u00e7\u00e3o que \u00e9 uma mensagem de paz e ao car\u00e1cter interior da experi\u00eancia da ressurrei\u00e7\u00e3o, al\u00e9m duma atitude p\u00fablica desta natureza p\u00f4r em perigo a vida de crist\u00e3os que vivem em pa\u00edses isl\u00e2micos.<\/p>\n<p>O problema nas rela\u00e7\u00f5es com o Isl\u00e3o estar\u00e1 no dilema do Ocidente se submeter \u00e0 censura do medo na cabe\u00e7a perante os islamistas ou de tentar um discurso para l\u00e1 das conveni\u00eancias. Em luta, o Ocidente religioso tem a pior posi\u00e7\u00e3o atendendo \u00e0 sua vis\u00e3o da pessoa e ao facto do mundo isl\u00e2mico n\u00e3o parecer ter problemas com o uso da viol\u00eancia.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio da Cunha Duarte Justo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Colabora\u00e7\u00e3o dos Leitores<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-11982","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espaco-comum"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11982","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11982"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11982\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11982"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11982"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11982"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}