{"id":12093,"date":"2008-04-23T16:34:00","date_gmt":"2008-04-23T16:34:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=12093"},"modified":"2008-04-23T16:34:00","modified_gmt":"2008-04-23T16:34:00","slug":"bispo-de-aveiro-deseja-comunidade-mais-viva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/bispo-de-aveiro-deseja-comunidade-mais-viva\/","title":{"rendered":"Bispo de Aveiro deseja comunidade mais viva"},"content":{"rendered":"<p>Visita pastoral a Salreu <!--more--> No encerramento da visita pastoral \u00e0 par\u00f3quia de Salreu, D. Ant\u00f3nio Francisco real\u00e7ou tr\u00eas \u201cdimens\u00f5es essenciais para uma vida crist\u00e3\u201d. A primeira \u00e9 a centralidade de Cristo Ressuscitado na vida do crist\u00e3o. Por isso, convidou as fam\u00edlias crist\u00e3s de Salreu a \u201cdescobrirem e valorizarem Cristo Ressuscitado (&#8230;) \u00e0 volta da Eucaristia\u201d. Apelou depois \u00e0 \u201cdisponibilidade para o servi\u00e7o \u00e0 comunidade\u201d. O Bispo de Aveiro alegrou-se \u201ccom quantos est\u00e3o dispon\u00edveis\u201d, mas convidou \u00e0 partilha de talentos: \u201cColocai-os ao servi\u00e7o desta comunidade\u201d. Por \u00faltimo, destacou \u201ca consci\u00eancia de que devemos ser pedras vivas do templo do Senhor\u201d, o que implica ser testemunho, voz e rosto de Cristo Ressuscitado.<\/p>\n<p>D. Ant\u00f3nio Francisco, na Eucaristia do \u00faltimo domingo, referiu alguns momentos da visita pastoral da semana anterior, principalmente o contacto com doentes e idosos do Hospital, do Lar da Miseric\u00f3rdia e do Lar da Associa\u00e7\u00e3o Humanit\u00e1ria, e insistiu na sua miss\u00e3o episcopal: \u201cO Bispo \u00e9 enviado para ser pr\u00f3ximo de todos, sol\u00edcito para percorrer os caminhos ao ritmo da comunidade, capaz de falar a linguagem que a comunidade compreende e acolhe e que constitui um desafio para o mundo\u201d.<\/p>\n<p>Referindo-se \u00e0 passagem do livro dos Actos dos Ap\u00f3stolos que foi proclamada nesse dia e que falava do aumento do n\u00famero \u201cdos que acreditavam\u201d e do surgimento dos di\u00e1conos, D. Ant\u00f3nio afirmou que \u201c\u00e9 necess\u00e1rio que a Igreja do nosso tempo esteja atenta ao surgir de novos minist\u00e9rios\u201d.<\/p>\n<p>O Bispo de Aveiro prometeu voltar \u00e0 comunidade de Salreu no dia 21 de Setembro, quando o seu p\u00e1roco completar 50 anos de ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal, mas, antes disso, espera encontrar esta comunidade, bem como as de todas as par\u00f3quias de Estarreja e Murtosa, no encerramento geral da visita pastoral, que est\u00e1 marcado para a tarde do dia 18 de Maio, na Capela da Senhora do Monte, que fica nesta freguesia.<\/p>\n<p>P.e Arm\u00e9nio Pires Dias, p\u00e1roco de Salreu:<\/p>\n<p>&#8220;Muito obrigado, mil vezes obrigado&#8221;<\/p>\n<p>No final da celebra\u00e7\u00e3o, P.e Arm\u00e9nio Pires Dias agradeceu a visita do Bispo de Aveiro. \u201cQueremos dizer-lhe que a sua palavra foi aceite como palavra de Cristo (&#8230;), luz e for\u00e7a para a nossa vida\u201d, afirmou pela comunidade. O p\u00e1roco de Salreu prometeu \u201cum esfor\u00e7o maior\u201d para assumir tudo o que o Bispo fez e disse nos dias que passou na par\u00f3quia. \u201cMuito obrigado, mil vezes obrigado\u201d, rematou, sendo secundado pelas palmas da comunidade.<\/p>\n<p>Ao Correio do Vouga o p\u00e1roco de Salreu destacou como momentos fortes desta semana a visita ao Hospital de Salreu, onde foi descerrada uma placa que assinala a passagem do Bispo de Aveiro, as celebra\u00e7\u00f5es na igreja, sempre acompanhadas pelo coro (dirigido por P.e Manuel de Pinho Ferreira), e principalmente a rela\u00e7\u00e3o com as pessoas. \u201cO contacto humano directo, com simplicidade, foi muito bom para toda a gente\u201d, disse o p\u00e1roco de Salreu, que ficou admirado com a capacidade de D. Ant\u00f3nio Francisco para encontrar gente da sua terra (Lamego) em Salreu.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Visita pastoral a Salreu<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[70],"tags":[],"class_list":["post-12093","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-diocese"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12093","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12093"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12093\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12093"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12093"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12093"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}