{"id":12285,"date":"2008-05-14T17:48:00","date_gmt":"2008-05-14T17:48:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=12285"},"modified":"2008-05-14T17:48:00","modified_gmt":"2008-05-14T17:48:00","slug":"bagao-felix-lanca-livro-de-contos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/bagao-felix-lanca-livro-de-contos\/","title":{"rendered":"Bag\u00e3o F\u00e9lix lan\u00e7a livro de contos"},"content":{"rendered":"<p>\u201cO Cacto e a Rosa\u201d (ed. Sextante), de Ant\u00f3nio Bag\u00e3o F\u00e9lix, re\u00fane 22 contos que o autor vem \u201cescrevinhando\u201d desde que saiu da \u201cpol\u00edtica activa\u201d, como explicou ao Correio do Vouga.<\/p>\n<p>\u201cComo escrevo na contracapa do livro, s\u00e3o vinte e dois contos entre o cacto e a rosa da vida. Entre os gr\u00e3os de areia da ampulheta do acontecer e do sentir. Hist\u00f3rias mais ficcionalmente reais do que realmente ficcionadas. Com os inevit\u00e1veis espinhos dos cactos e ac\u00faleos das rosas. Ou seja com o seu jogo de vida e de morte. Ou o esfor\u00e7o para a luz e para o esp\u00edrito. Os opostos ou talvez n\u00e3o. A del\u00edcia e a cruz. O prazer e o sacrif\u00edcio. Os aromas e os ventos. O sil\u00eancio e a exuber\u00e2ncia. A solid\u00e3o e a companhia. A est\u00e9tica e a \u00e9tica. O \u00e1gape e a quietude. A ternura e a amargura. Ou, talvez apenas, a vida em caleidosc\u00f3pio\u201d, afirma, antecipando as palavras que vai proferir no dia 15 de Maio, \u00e0s 18h30, na livraria Byblos, em Lisboa (Amoreiras), na apresenta\u00e7\u00e3o p\u00fablica da obra.<\/p>\n<p>N\u00e3o se trata de uma obra auto-biogr\u00e1fica ou de mem\u00f3rias, mas o homem, pol\u00edtico, cat\u00f3lico, apaixonado pela bot\u00e2nica, est\u00e1 presente em \u201cO Cacto e a Rosa\u201d. \u201cConfesso \u2013 afirma \u2013 que em algumas das hist\u00f3rias, estou l\u00e1. \u00c0s vezes de corpo inteiro, outras vezes, como Hitchcock nos seus filmes, fugidiamente, como figurante. Estou eu\u2026 ou talvez a outra parte de mim que busco no encontro que \u00e9 o acto de escrever. Por ali perpassam o alfobre da minha mem\u00f3ria, a obsess\u00e3o do tempo que possuo e do tempo que me possui, a busca impiedosamente constante do Absoluto, a agita\u00e7\u00e3o dos sonhos acordados e a serenidade dos sonhos adormecidos, o mist\u00e9rio do que est\u00e1 para al\u00e9m do fim, o humor do que \u00e9 singelo\u201d.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Bag\u00e3o F\u00e9lix, professor universit\u00e1rio e colaborador do Correio do Vouga, deixou a \u201cpol\u00edtica activa\u201d em 2005, depois de ter sido ministro do Trabalho e da Solidariedade e ministro das Finan\u00e7as. Actualmente, est\u00e1 a terminar um livro que incidir\u00e1 mais sobre gest\u00e3o, \u00e9tica e pol\u00edticas sociais e iniciou outro, de bot\u00e2nica, que em princ\u00edpio ter\u00e1 o t\u00edtulo \u201c\u00c1rvores de Lisboa\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cO Cacto e a Rosa\u201d (ed. Sextante), de Ant\u00f3nio Bag\u00e3o F\u00e9lix, re\u00fane 22 contos que o autor vem \u201cescrevinhando\u201d desde que saiu da \u201cpol\u00edtica activa\u201d, como explicou ao Correio do Vouga. \u201cComo escrevo na contracapa do livro, s\u00e3o vinte e dois contos entre o cacto e a rosa da vida. Entre os gr\u00e3os de areia [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-12285","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12285","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12285"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12285\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12285"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12285"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12285"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}