{"id":12324,"date":"2008-05-21T17:17:00","date_gmt":"2008-05-21T17:17:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=12324"},"modified":"2008-05-21T17:17:00","modified_gmt":"2008-05-21T17:17:00","slug":"diaconos-permanentes-surgiram-na-diocese-ha-20-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/diaconos-permanentes-surgiram-na-diocese-ha-20-anos\/","title":{"rendered":"Di\u00e1conos permanentes surgiram na diocese h\u00e1 20 anos"},"content":{"rendered":"<p>Completam-se amanh\u00e3 20 anos sobre a ordena\u00e7\u00e3o dos primeiros di\u00e1conos permanentes da Diocese de Aveiro. Foi no dia 22 de Maio de 1988 que D. Ant\u00f3nio Marcelino, num Domingo de Pentecostes, conferiu a nove homens casados o primeiro grau do sacramento da Ordem (os outros dois s\u00e3o o presbiterado e o episcopado). A S\u00e9 de Aveiro testemunhou a restaura\u00e7\u00e3o da ordem dos di\u00e1conos, cumprindo o que o II Conc\u00edlio do Vaticano estabelecera mais de duas d\u00e9cadas antes: \u201cO diaconado poder\u00e1 ser, para o futuro, restaurado como grau pr\u00f3prio e permanente da Hierarquia\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de Aveiro, na altura, apenas Lisboa e Set\u00fabal tinham di\u00e1conos permanentes. \u201c\u00c9 pr\u00f3prio do di\u00e1cono (\u2026) administrar solenemente o Baptismo, guardar e distribuir a Eucaristia, assistir e aben\u00e7oar o Matrim\u00f3nio em nome da Igreja, levar o vi\u00e1tico aos moribundos, ler aos fi\u00e9is a Sagrada Escritura, instruir e exortar o povo (\u2026), dirigir os ritos do funeral e da sepultura\u201d, bem como fun\u00e7\u00f5es administrativas e caritativas, como afirma o n.\u00ba 29 da Lumen Gentium (documento do II Conc\u00edlio do Vaticano).<\/p>\n<p>Actualmente, a diocese tem 28 di\u00e1conos (um deles vindo da diocese do Porto), ordenados em 1988, 1993, 1996, 1999 e 2003, encontrando-se um grupo de sete homens em prepara\u00e7\u00e3o para a ordena\u00e7\u00e3o, que poder\u00e1 ocorrer no pr\u00f3ximo ano.<\/p>\n<p>Dos nove di\u00e1conos ordenados em 1988, oito continuam ao servi\u00e7o das par\u00f3quias e da igreja diocesana. Carlos Merendeiro, que animava pastoralmente a par\u00f3quia da Gafanha do Carmo e colaborava na Costa Nova e na Barra, faleceu em 2003. Era natural da Gafanha da Nazar\u00e9.<\/p>\n<p>O Correio do Vouga falou com os oito di\u00e1conos da primeira gera\u00e7\u00e3o e apresenta um resumo do percurso individual de 20 anos de servi\u00e7o. \u201cServi\u00e7o\u201d \u00e9, afinal, o que significa a palavra grega \u201cdiaconia\u201d.<\/p>\n<p>Afonso Henrique Campos de Oliveira, vi\u00favo desde 1995, tem dois filhos e tr\u00eas netos. Reside em Recard\u00e3es. Ap\u00f3s a ordena\u00e7\u00e3o, colaborou com o falecido P.e Sim\u00e3o, em Aguada de Baixo. Mais tarde, com o P.e Jo\u00e3o Paulo Sarabando, colaborou em Recard\u00e3es, Barr\u00f4, Espinheiro e Castanheira do Vouga. Actualmente integra a equipa da Unidade Pastoral de \u00c1gueda, que dirige v\u00e1rias par\u00f3quias; e \u00e9 vice-presidente do Centro Social e Paroquial de Recard\u00e3es.<\/p>\n<p>Augusto Manuel Gomes Semedo, natural da Mealhada (1936), casou em \u00c1gueda, para onde tinha ido como professor do ensino b\u00e1sico. Mais tarde licenciou-se em Hist\u00f3ria, tornando-se professor do secund\u00e1rio. Tem tr\u00eas filhos e quatro netos. Desde sempre \u201cligado ao servi\u00e7o dos pobres\u201d, tem-se dedicado \u00e0s Confer\u00eancias Vicentinas em \u00c1gueda e ao n\u00edvel da Diocese. Colabora com os padres da Unidade Pastoral de \u00c1gueda, sendo o coordenador pastoral da par\u00f3quia de Castanheira do Vouga.<\/p>\n<p>Daniel Rodrigues, natural de Ariz, Moimenta da Beira (1931), jornalista de profiss\u00e3o, abriu a delega\u00e7\u00e3o do Com\u00e9rcio do Porto em Aveiro e foi director-adjunto do Correio do Vouga. Casado, tem tr\u00eas filhos e tr\u00eas netos. A \u201cpastoral dos marginalizados\u201d recebeu a sua maior dedica\u00e7\u00e3o como di\u00e1cono. \u201cMarginalizados\u201d quer dizer alco\u00f3licos, toxicodependentes, prostitutas, ciganos, presos. Actualmente colabora na par\u00f3quia da Gl\u00f3ria e continua empenhado na pastoral das pris\u00f5es.<\/p>\n<p>Fernando Reis Duarte de Almeida, natural e residente em \u00d3is da Ribeira (1934), casado, tem um filho e tr\u00eas netos e esteve profissionalmente ligado ao sector da repara\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis. Fundou a Associa\u00e7\u00e3o Recreativa e Cultural de \u00d3is da Ribeira (ARCOR). Como di\u00e1cono, foi \u201crespons\u00e1vel paroquial\u201d por Macieira de Alcoba e Pr\u00e9stimo, duas par\u00f3quias na parte serrana de \u00c1gueda, e pelo Clube Stella Maris (Apostolado do Mar). Actualmente colabora com os p\u00e1rocos de Requeixo e de Eirol e N.\u00aa Sr.\u00aa de F\u00e1tima.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Afonso Casal, natural de Aradas (1931), reside em Vilar (Gl\u00f3ria). \u00c9 casado e tem cinco filhos e oito netos. Agricultor de profiss\u00e3o, quando foi ordenado teve como particular responsabilidade a promo\u00e7\u00e3o de grupos C\u00e1ritas nas par\u00f3quias e a liga\u00e7\u00e3o destes \u00e0 C\u00e1ritas Diocesana, a cuja direc\u00e7\u00e3o pertencia. Nos \u00faltimos anos, al\u00e9m de colaborar na par\u00f3quia da Gl\u00f3ria, no sector da liturgia e da pastoral social, tem colaborado com o p\u00e1roco de Canelas e Fermel\u00e3.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Joaquim Pedroso Sim\u00f5es, natural e residente na Gafanha da Nazar\u00e9 (1950), casado, tem tr\u00eas filhos. Foi funcion\u00e1rio da Seguran\u00e7a Social, \u00e9 professor de Educa\u00e7\u00e3o Moral e Religiosa Cat\u00f3lica na M\u00e1rio Sacramento, secund\u00e1ria de Aveiro. Presidiu \u00e0 C\u00e1ritas Diocesana e integrou a direc\u00e7\u00e3o da C\u00e1ritas nacional. Preside ao conselho fiscal da Uni\u00e3o das IPSS. Destaca-se na direc\u00e7\u00e3o do Clube Stella Maris (Obra do Apostolado do Mar \u2013 Gaf. da Nazar\u00e9), obra que tem como raio de ac\u00e7\u00e3o toda a faixa mar\u00edtima da diocese.<\/p>\n<p>Lu\u00eds Gon\u00e7alves Nunes Pelicano, natural de Aradas (1937), vive na Palha\u00e7a. Casado, tem quatro filhos e nove netos. Foi respons\u00e1vel pela manuten\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica na Vista Alegre. Di\u00e1cono, teve como primeira miss\u00e3o a organiza\u00e7\u00e3o dos CPM (cursos de prepara\u00e7\u00e3o para o matrim\u00f3nio) na diocese. Continua ligado \u00e0 pastoral familiar e colabora nas par\u00f3quias de Nariz e Palha\u00e7a. Nesta, destaca-se a sua ac\u00e7\u00e3o no agrupamento de escuteiros e no Centro Social, onde \u00e9 vice-presidente.<\/p>\n<p>Manuel Fernando da Rocha Martins nasceu e reside na Gafanha da Nazar\u00e9 (1938). Casado, tem quatro filhos e dois netos. Foi professor do ensino b\u00e1sico, destacando-se o seu trabalho como formador na alfabetiza\u00e7\u00e3o de adultos por todo o distrito. Durante 12 anos, j\u00e1 como di\u00e1cono, dirigiu o Correio do Vouga. Actualmente integra a Comiss\u00e3o Diocesana de Cultura (publica, p.ex., a revista \u201cIgreja Aveirense\u201d) e colabora no CUFC, no Clube Stella Maris e na par\u00f3quia onde reside.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Completam-se amanh\u00e3 20 anos sobre a ordena\u00e7\u00e3o dos primeiros di\u00e1conos permanentes da Diocese de Aveiro. Foi no dia 22 de Maio de 1988 que D. 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