{"id":12492,"date":"2008-06-11T14:44:00","date_gmt":"2008-06-11T14:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=12492"},"modified":"2008-06-11T14:44:00","modified_gmt":"2008-06-11T14:44:00","slug":"amaro-neves-estreia-se-na-literatura-infantil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/amaro-neves-estreia-se-na-literatura-infantil\/","title":{"rendered":"Amaro Neves estreia-se na literatura infantil"},"content":{"rendered":"<p>Com &#8220;A Cidade dos Ovos-Moles&#8221; <!--more--> \u201cA Cidade dos Ovos-moles\u201d \u00e9 o t\u00edtulo do livro que marca a estreia de Amaro Neves na literatura infantil, obra que foi lan\u00e7ada oficialmente no Dia Mundial da Crian\u00e7a, em plena Feira do Livro e da M\u00fasica de Aveiro, cuja primeira apresenta\u00e7\u00e3o p\u00fablica ocorreu dois dias antes, no Hotel Moliceiro.<\/p>\n<p>Amaro Neves diz que este livro resultou de \u201cum desafio que me foi lan\u00e7ado pela editora Meios de Arte, de Guimar\u00e3es, o que me levou a reflectir se deveria ou n\u00e3o aceitar esse desafio, e que acabei por aceitar, desde que consagrasse tamb\u00e9m uma participa\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria de Aveiro, tema que me tem preocupado ao longo dos tempos\u201d.<\/p>\n<p>Neste seu primeiro livro infantil, o autor refere: \u201cdeixei lugar a alguma fantasia, traduzida aqui numa contagem feita por crian\u00e7as, e a parte da hist\u00f3ria da cidade \u00e9 contada pela \u00abav\u00f3\u00bb, e todos juntos, em fam\u00edlia, exibem a alegria de uma festa da cidade\u00bb.<\/p>\n<p>O enredo de \u201cA Cidade dos Ovos-moles\u201d n\u00e3o se circunscreve a esse famoso doce aveirense, ainda que \u201ca hist\u00f3ria remata, no cl\u00edmax, com uma festa em que os ovos-moles s\u00e3o o protagonista principal. Os ovos-moles desempenham um papel fundamental no enredo deste livro, com alguma teatraliza\u00e7\u00e3o poss\u00edvel\u201d, sublinha Amaro Neves.<\/p>\n<p>O autor explica que um dos objectivos deste seu livro \u00e9 \u201cfazer chegar, numa vers\u00e3o simplificada e mais leve, aquilo que n\u00f3s gostar\u00edamos de transmitir \u00e0 nossa gera\u00e7\u00e3o mais nova, mas que j\u00e1 tem de saber ler e escrever, ou para os ainda mais novos desde que contada pelos av\u00f3s. Neste livro est\u00e1 o substancial da hist\u00f3ria de Aveiro. De facto, a minha preocupa\u00e7\u00e3o foi de contribuir para que os mais novos possam conhecer um pouco melhor a hist\u00f3ria de Aveiro, preocupa\u00e7\u00e3o essa que vem da minha qualidade de professor com muitos anos de profiss\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>O livro dirige-se a um p\u00fablico situado na faixa et\u00e1ria dos 7 aos 18 anos. No entanto, Amaro Neves real\u00e7a que \u201cos pais ou os av\u00f3s tamb\u00e9m podem ler e contar a hist\u00f3ria do livro aos que ainda n\u00e3o sabem ler, de modo a irem fazendo passar a mensagem do que era Aveiro ao longo dos tempos, o que \u00e9 facilitado por algumas representa\u00e7\u00f5es de car\u00e1cter simb\u00f3lico, com os desenhos do Jeremias Bandarra, que s\u00e3o ilustra\u00e7\u00f5es muito bonitas\u201d.<\/p>\n<p>O artista pl\u00e1stico aveirense Jeremias Bandarra \u00e9 o autor das cerca de trinta ilustra\u00e7\u00f5es do livro \u201cA Cidade dos Ovos Moles\u201d, as quais \u201cforam feitas sobre papel de aguarela, em aguarela, e que t\u00eam alguns apontamentos em guache e em pastel a \u00f3leo\u201d, refere o artista, que reconhece ser \u201cextremamente dif\u00edcil ilustrar hist\u00f3rias para crian\u00e7as, porque temos que desmontar as ima-gens a que estamos habituados para podermos mostrar isso em desenhos e pinturas que as crian\u00e7as entendam\u201d.<\/p>\n<p>Jeremias Bandarra revelou: este \u201c\u00e9 o quarto livro para crian\u00e7as que ilustrei. H\u00e1 muitos anos, ilustrei um livro do Monsenhor Jo\u00e3o Gaspar sobre a vida de Santa Joana e ilustrei dois livros para crian\u00e7as de um autor de Estarreja\u201d.<\/p>\n<p>C. F.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com &#8220;A Cidade dos Ovos-Moles&#8221;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-12492","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12492","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12492"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12492\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12492"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12492"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12492"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}