{"id":12504,"date":"2008-06-19T10:39:00","date_gmt":"2008-06-19T10:39:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=12504"},"modified":"2008-06-19T10:39:00","modified_gmt":"2008-06-19T10:39:00","slug":"frases-da-semana-131","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/frases-da-semana-131\/","title":{"rendered":"Frases da Semana"},"content":{"rendered":"<p>A(s) Igreja(s) n\u00e3o precisa(m) de pequenos e reles privil\u00e9gios, que devia(m) evitar. Mas, garantidos os direitos humanos e no quadro do respeito pela autonomia dos indiv\u00edduos e pelo pluralismo democr\u00e1tico, as religi\u00f5es podem dar, como escreveu J. Habermas, contributos significativos mediante os seus recursos simb\u00f3licos e a sua capacidade superior de \u201carticular a nossa sensibilidade moral\u201d.<\/p>\n<p>Anselmo Borges<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 14-06-08<\/p>\n<p>A percep\u00e7\u00e3o que existe, hoje, \u00e9 de que a contesta\u00e7\u00e3o faz o Governo recuar, mesmo quando as reformas est\u00e3o, genericamente, correctas. Esta percep\u00e7\u00e3o \u00e9 fatal e d\u00e1 \u00e2nimo a novas manifesta\u00e7\u00f5es, quando n\u00e3o h\u00e1 viol\u00eancia e \u00e0 arrua\u00e7a. Ganha quem barafustar mais. Errou ao pensar que, cedendo nas reformas, acalmava os protestos, quando apenas incita outros noutras \u00e1reas.<\/p>\n<p>Lu\u00eds Campos e Cunha<\/p>\n<p>P\u00fablico, 13-06-08<\/p>\n<p>Em Portugal, a justifica\u00e7\u00e3o para n\u00e3o fazer, fazer pouco ou fazer mal \u00e9 a falta de dinheiro. O deficit serviu como uma justifica\u00e7\u00e3o pronta e inquestion\u00e1vel para reduzir o grau de exig\u00eancia e de expectativa colectivo. Ora, se h\u00e1 algo t\u00e3o importante, num per\u00edodo de vacas magras, como o rigor gestion\u00e1rio, e muito mais estimulante, \u00e9 a imagina\u00e7\u00e3o para fazer mais com o mesmo ou para fazer bem com menos.<\/p>\n<p>Maria Jos\u00e9 Nogueira Pinto<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 12-06-08<\/p>\n<p>Estamos numa encruzilhada pol\u00edtico-social que n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 nossa e que, portanto, nunca solucionaremos unilateralmente.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Marques dos Santos<\/p>\n<p>Correio da Manh\u00e3, 14-06-08<\/p>\n<p>D. Jos\u00e9 Policarpo decidiu lan\u00e7ar um inqu\u00e9rito para avaliar a import\u00e2ncia que os cat\u00f3licos praticantes, da Diocese de Lisboa, d\u00e3o \u00e0 B\u00edblia. A conclus\u00e3o n\u00e3o \u00e9 desastrosa nem brilhante. N\u00e3o \u00e9 desastrosa, porque a maioria dos cat\u00f3licos de Lisboa j\u00e1 tem a B\u00edblia em casa. Poucos a l\u00eaem. \u00c9 a bela adormecida.<\/p>\n<p>P\u00fablico, 15-06-08<\/p>\n<p>\u00c9 ir\u00f3nico que seja o pa\u00eds que mais ganhou com o processo de constru\u00e7\u00e3o europeia a p\u00f4r agora em causa o Tratado de Lisboa. Este \u201cn\u00e3o\u201d irland\u00eas reflecte sobretudo raz\u00f5es de pol\u00edtica interna, como muitas vezes tem acontecido nos referendos sobre a Europa.<\/p>\n<p>Editorial<\/p>\n<p>Di\u00e1rio de Not\u00edcias, 14-06-08<\/p>\n<p>O problema dos l\u00edderes europeus \u00e9 que nenhum deles \u00e9 capaz de associar o Tratado de Lisboa a um novo sonho que v\u00e1 para al\u00e9m dos que est\u00e3o dados por adquiridos nestes \u00faltimos 50 anos: a paz e a democracia.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Manuel Fernandes<\/p>\n<p>P\u00fablico, 14-06-08<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A(s) Igreja(s) n\u00e3o precisa(m) de pequenos e reles privil\u00e9gios, que devia(m) evitar. Mas, garantidos os direitos humanos e no quadro do respeito pela autonomia dos indiv\u00edduos e pelo pluralismo democr\u00e1tico, as religi\u00f5es podem dar, como escreveu J. 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