{"id":12615,"date":"2008-06-25T17:46:00","date_gmt":"2008-06-25T17:46:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=12615"},"modified":"2008-06-25T17:46:00","modified_gmt":"2008-06-25T17:46:00","slug":"ano-paulino-uma-proposta-pastoral-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/ano-paulino-uma-proposta-pastoral-3\/","title":{"rendered":"Ano Paulino, uma proposta pastoral"},"content":{"rendered":"<p>Terceira e \u00faltima parte da Nota Pastoral da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa sobre o Ano Paulino (29 de Junho de 2008 a 29 de Junho de 2009)<\/p>\n<p>Prioridade da experi\u00eancia comunit\u00e1ria da f\u00e9<\/p>\n<p>6. Para Paulo, o Evangelho (1)\u00e9 uma for\u00e7a de comunh\u00e3o(2). Jesus Cristo, ao atrair cada um a si, pela f\u00e9, deseja a Igreja onde se vive a caridade, a comunh\u00e3o com Deus, por Jesus Cristo e com os irm\u00e3os. Paulo concebe a sua miss\u00e3o como um edificar cont\u00ednuo da Igreja que Jesus Cristo, deseja e ama. O seu principal instrumento catequ\u00e9tico s\u00e3o as suas cartas (3), todas elas directa ou indirectamente, dirigidas \u00e0s Igrejas (4). Estas s\u00e3o o seu interlocutor. Catequizando as Igrejas, faz uma catequese sobre a Igreja.<\/p>\n<p>Paulo acentua, antes de mais, a identifica\u00e7\u00e3o da Igreja com o pr\u00f3prio Cristo. A uni\u00e3o a Cristo, realizada no baptismo, \u00e9 t\u00e3o profunda, que a Igreja \u00e9 a nova dimens\u00e3o do Corpo de Cristo, a nova fase do mist\u00e9rio da encarna\u00e7\u00e3o (cf. 1Co 12,27; Rom 12,5). Deste novo corpo, Cristo \u00e9 a cabe\u00e7a, porque a Igreja vive e alimenta-se da plenitude de Cristo ressuscitado (cf. Ef 1,22-23; Col 1,18; 3,19). Paulo encarna, na sua solicitude pelas comunidades, o amor e a ternura de Jesus Cristo pela Igreja (cf. 2 Co 11,2-3, 29; 1 Tes 2,7-12).<\/p>\n<p>O facto de as Igrejas serem a express\u00e3o da Igreja que Jesus Cristo quer e ama, faz da comunh\u00e3o na f\u00e9 e na caridade a grande exig\u00eancia da unidade. Esta unidade n\u00e3o \u00e9 a uniformidade humana, mas a participa\u00e7\u00e3o da unidade de Cristo com o Pai, no Esp\u00edrito. Paulo exprime quase sempre esta dimens\u00e3o transcendente da comunh\u00e3o e da unidade, nas sauda\u00e7\u00f5es com que inicia as suas cartas \u00e0s Igrejas (Cf Rom 1,7; 1 Co 1,3).<\/p>\n<p>A unidade das Igrejas \u00e9 preocupa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua de Paulo e causa de muito sofrimento. Antes de mais, a preocupa\u00e7\u00e3o de garantir que as Igrejas que nasceram da sua miss\u00e3o junto dos gentios estejam em comunh\u00e3o com as Igrejas da Palestina, constitu\u00eddas, sobretudo, por crist\u00e3os vindos do juda\u00edsmo. Leva as Igrejas da gentilidade a partilharem os seus bens com as Igrejas mais pobres da (5)Palestina (cf. Rom 15,25-27; 1Co 16,1-4; 2 Co 8-9; Gal 2,10). Mas para ele \u00e9 sobretudo importante que a f\u00e9 seja a mesma. Essa preocupa\u00e7\u00e3o leva-o a Jerusal\u00e9m, para se encontrar com os outros Ap\u00f3stolos, e a reconhecer a primazia de Pedro (cf. Gal 1,18s; 2,1-10).<\/p>\n<p>[par\u00e1grafo 5]<\/p>\n<p>A efervesc\u00eancia carism\u00e1tica      <\/p>\n<p>em algumas Igrejas daquele tempo \u00e9 um problema real para esta constru\u00e7\u00e3o da unidade. Os princ\u00edpios que o orientam s\u00e3o de uma actualidade flagrante: n\u00e3o h\u00e1 dons do Esp\u00edrito estritamente para benef\u00edcio individual, mas s\u00e3o dons para toda a Igreja e s\u00f3 esta \u00e9 o juiz do seu discernimento (cf. 1 Co 12-14; Rom 12,3-8; Ef 4,1-16).<\/p>\n<p>O Ano Paulino oferece-nos ocasi\u00e3o de uma reflex\u00e3o pastoral sobre a verdade da Igreja e a maneira de construir a unidade da comunh\u00e3o, na imensa variedade de carismas que voltaram a enriquecer a Igreja do nosso tempo. As estruturas da CEP (7) s\u00e3o chamadas a estar mais atentas a esta realidade que, se constitui uma riqueza da Igreja, \u00e9 tamb\u00e9m o seu principal desafio na constru\u00e7\u00e3o da unidade.<\/p>\n<p>Corresponsabilidade na miss\u00e3o <\/p>\n<p>7. A paix\u00e3o por Jesus Cristo, Paulo transmitiu-a aos outros crist\u00e3os, infundindo neles o mesmo ardor pela miss\u00e3o. Esta torna-se, assim, express\u00e3o da caridade, na comunh\u00e3o da Igreja. Paulo percebeu que toda a Igreja \u00e9 chamada a ser, com os Ap\u00f3stolos, correspons\u00e1vel na miss\u00e3o. Agregou ao seu minist\u00e9rio (8) cooperadores zelosos: presb\u00edteros (9), que \u201ctrabalham na palavra e na instru\u00e7\u00e3o\u201d (1Tim. 5,17), crist\u00e3os, mulheres e homens, empenhados no \u201ctrabalho do amor\u201d (1Ts. 1,3). No final da Carta aos Romanos, refere-se a eles com grande afecto: \u201cSaudai Priscila e \u00c1quila, meus colaboradores em Cristo Jesus, pessoas que, pela minha vida, expuseram a sua cabe\u00e7a. N\u00e3o sou apenas eu a estar-lhes agradecido, mas todas as Igrejas dos gentios\u201d (Rom. 16,3-4).<\/p>\n<p>Alguns destes colaboradores na miss\u00e3o tornaram-se muito pr\u00f3ximos de Paulo, como Tim\u00f3teo, Tito, Silas, partilhando com ele toda a aventura da miss\u00e3o. Alguns deles eram enviados pelas comunidades para junto de Paulo, garantindo o contacto permanente com o Ap\u00f3stolo e sendo, junto dele, a express\u00e3o do amor das comunidades. \u00c9 o caso de Epafrodito, que \u00e9 enviado para acompanhar Paulo (cf. Fil. 2,19-30).<\/p>\n<p>Podemos aprender com Paulo o fundamento da verdadeira corresponsabilidade dos crist\u00e3os na miss\u00e3o da Igreja, aspecto de grande actualidade quando o Conc\u00edlio (10) tornou claro que a Igreja \u00e9 o verdadeiro sujeito da miss\u00e3o e que todos os baptizados s\u00e3o correspons\u00e1veis, segundo a sua gra\u00e7a pr\u00f3pria ou o minist\u00e9rio que lhes foi entregue. A import\u00e2ncia e especificidade do minist\u00e9rio ordenado n\u00e3o pode significar a clericaliza\u00e7\u00e3o da Igreja.<\/p>\n<p>Propostas de meios pastorais para a viv\u00eancia do Ano Paulino <\/p>\n<p>[par\u00e1grafo 10]<\/p>\n<p>8. Como acab\u00e1mos de ver, o Ano Paulino oferece uma ocasi\u00e3o riqu\u00edssima para o nosso servi\u00e7o \u00e0s Igrejas. Cada uma encontrar\u00e1 os meios que considere os mais adaptados para o viver e celebrar. No entanto a CEP, \u00f3rg\u00e3o ao servi\u00e7o da unidade de todas as Igrejas de Portugal, prop\u00f5e a todas os seguintes instrumentos pastorais:<\/p>\n<p>8.1. \u201cUm ano a caminhar com S\u00e3o Paulo\u201d (11). Trata-se de um itiner\u00e1rio catequ\u00e9tico, tendo Paulo como guia, que al\u00e9m do conhecimento mais profundo do Ap\u00f3stolo, nos far\u00e1 percorrer, durante 52 semanas, as principais etapas do caminho crist\u00e3o. Apresenta um tema para cada semana do ano e destina-se, al\u00e9m das pessoas individualmente, \u00e0s fam\u00edlias, aos grupos paroquiais, \u00e0 pastoral juvenil, aos Movimentos.<\/p>\n<p>8.2. A viv\u00eancia da Liturgia. Os textos de S\u00e3o Paulo s\u00e3o dos que mais continuamente s\u00e3o lidos na Liturgia. Propomos, durante este ano, uma valoriza\u00e7\u00e3o destes textos, sobretudo nas homilias, n\u00e3o esquecendo que a Liturgia \u00e9 a grande catequese da Igreja. A Comiss\u00e3o Nacional de Liturgia preparar\u00e1 elementos que ajudem os pastores das comunidades a realizar este objectivo.<\/p>\n<p>8.3. Estudos sobre S\u00e3o Paulo. A Faculdade de Teologia, nos seus diversos Centros e Escolas filiadas, oferecer\u00e1 ao Povo de Deus, sess\u00f5es de estudos paulinos.<\/p>\n<p>8.4. Valoriza\u00e7\u00e3o de outras ofertas, particularmente a apresentada pela fam\u00edlia Paulista (12)(Padres, Irm\u00e3s paulistas e Pias disc\u00edpulas).<\/p>\n<p>[par\u00e1grafo 15]<\/p>\n<p>8.5. A festa da convers\u00e3o de S\u00e3o Paulo (13), no pr\u00f3ximo ano, ser\u00e1 celebrada ao Domingo. Ser\u00e1 organizada uma grande celebra\u00e7\u00e3o nacional nesse dia, na Igreja da Sant\u00edssima Trindade, em F\u00e1tima, centrada num aspecto englobante da doutrina de Paulo.<\/p>\n<p>9. Ao celebrar o Ano Paulino, queremos ter o Ap\u00f3stolo Paulo como guia inspirador da nossa miss\u00e3o de pastores, de todos os evangelizadores, de quantos, neste mundo secularizado, querem viver connosco a aventura da Igreja.<\/p>\n<p>Para reflex\u00e3o<\/p>\n<p>1. Como concebe Paulo a miss\u00e3o? (Par\u00e1grafo 1)<\/p>\n<p>2. Com quem identifica Paulo a Igreja? (Par\u00e1grafo 2)<\/p>\n<p>3. \u201cA unidade das Igrejas \u00e9 preocupa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua de Paulo\u201d. Por que considera Paulo a unidade das igrejas algo t\u00e3o importante? (Par\u00e1grafos 3 e 4)<\/p>\n<p>4. Quais os nomes dos (alguns) colaboradores de Paulo? (Par\u00e1grafos 7 e 8)<\/p>\n<p>5. Que instrumentos pastorais prop\u00f5em os bispos portugueses para viver e celebrar o Ano Paulino?<\/p>\n<p>NOTAS<\/p>\n<p>1. Evangelho \u2013 \u201cEvangelho\u201d significa literalmente \u201cboa not\u00edcia\u201d (\u201ceu\u201d + \u201caggelion\u201d). A palavra era usada na literatura n\u00e3o religiosa precisamente com esse sentido. O mensageiro era recompensado por trazer uma \u201cboa not\u00edcia\u201d (a vit\u00f3ria numa guerra, por exemplo). No NT, Paulo \u00e9 quem mais usa \u201cevangelho\u201d, 60 vezes, e \u201cevangelizar\u201d, 21, num total de 76 e 54, respectivamente. No contexto deste documento, Evangelho refere-se n\u00e3o aos quatro evangelhos, mas \u00e0 Boa Not\u00edcia que \u00e9 Jesus Cristo.<\/p>\n<p>2. Comunh\u00e3o \u2013 Mais uma palavra de origem grega. \u201cKoinonia\u201d significa \u201cac\u00e7\u00e3o de ter em comum, de participar em\u201d. O termo n\u00e3o aparece nos evangelhos, mas \u00e9 muito usado por Paulo. Cristo constitui uma comunh\u00e3o com o Pai; os crist\u00e3os constituem uma comunh\u00e3o com Cristo, no Esp\u00edrito Santo. E s\u00e3o chamados \u00e0 comunh\u00e3o uns com os outros. A comunh\u00e3o \u00e9 caracter\u00edstica da Sant\u00edssima Trindade, de que a Igreja \u00e9 (deve ser) imagem: povo de comunh\u00e3o.<\/p>\n<p>3. Cartas \u2013 Mais de um ter\u00e7o do Novo Testamento s\u00e3o cartas. S\u00e3o Paulo escreveu \u00e0s igrejas de Tessal\u00f3nica (1.\u00aa), Roma, Gal\u00e1cia, Corinto (1.\u00aa e 2.\u00aa), Filipos e a Fil\u00e9mon. As cartas \u00e0s igrejas de Colossos, \u00c9feso e Tessal\u00f3nica (2.\u00aa) foram escritas ap\u00f3s a morte de Paulo, bem como as cartas aos pastores Tim\u00f3teo (1.\u00aa e 2.\u00aa) e Tito (e, por isso, chamadas \u201cpastorais\u201d), mas situam-se dentro da \u201cescola paulina\u201d.<\/p>\n<p>As cartas seguem o formul\u00e1rio da \u00e9poca e destinam-se a leitores concretos. Das que foram escritas durante a vida de Paulo, apenas uma \u00e9 privada, a dirigida a Fil\u00e9mon.<\/p>\n<p>4. \u201cIgreja\u201d tem aqui o sentido de \u201ccomunidade\u201d, de \u201cdisc\u00edpulos de Cristo\u201d. Paulo escreve sempre \u00e0 igreja-comunidade de determinada terra, \u201caos santos em Cristo\u201d, e n\u00e3o propriamente a todos os habitantes desse lugar.<\/p>\n<p>5. Palestina \u2013 Um dos muitos nomes do \u201cpa\u00eds b\u00edblico\u201d. No tempo de Jesus e Paulo, a Judeia, parte sul da Palestina, era governada pelo procurador romano P\u00f4ncio Pilatos, enquanto a Galileia, parte norte, estava sob o dom\u00ednio de Herodes Antipas.<\/p>\n<p>6. Carism\u00e1tica, de carisma, \u201cdom\u201d. Em todo o Novo Testamento, a palavra s\u00f3 se encontra em S\u00e3o Paulo (16 vezes) e na primeira carta de Pedro (1 vez). \u201cCarisma\u201d, de certa forma, op\u00f5e-se a \u201cgra\u00e7a\u201d. Os carismas s\u00e3o dons passageiros. Devem estar em fun\u00e7\u00e3o da edifica\u00e7\u00e3o da comunidade, mas n\u00e3o s\u00e3o necess\u00e1rios para a salva\u00e7\u00e3o, ao contr\u00e1rio da gra\u00e7a, que santifica.<\/p>\n<p>7. CEP \u2013 Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa. Conjunto dos Bispos das dioceses portuguesas. S\u00e3o membros de pleno direito da CEP os Bispos residenciais e titulares (coadjutores e auxiliares); os em\u00e9ritos t\u00eam voto consultivo. A CEP foi formalmente reconhecida a seguir ao Conc\u00edlio, em 1967, mas desde o in\u00edcio do s\u00e9c. XX que os bispos portugueses tomavam posi\u00e7\u00f5es em conjunto, como a quando da Lei da Separa\u00e7\u00e3o (1911).<\/p>\n<p>8. Minist\u00e9rio \u2013 \u201cMinist\u00e9rio\u201d quer dizer \u201cservi\u00e7o\u201d, que em grego se diz \u201cdiaconia\u201d, de onde vem a palavra di\u00e1cono. A palavra \u201cdiaconia\u201d, prescindindo dos escritos de Lucas (Evangelho e Actos), apenas \u00e9 usada por S\u00e3o Paulo nos escritos do Novo Testamento.<\/p>\n<p>9. Presb\u00edteros \u2013 Na origem, \u00e9 sin\u00f3nimo de \u201canci\u00e3o\u201d. Mas a quest\u00e3o que os biblistas p\u00f5em \u00e9: nas cinco vezes em que se fala de presb\u00edteros no Novo Testamento, fala-se de anci\u00e3os ou de pessoas que s\u00e3o \u201ccomo anci\u00e3os\u201d, que na antiguidade eram considerados s\u00e1bios e com autoridade? Hoje, presb\u00edtero \u00e9 o que possui o segundo grau da ordem.<\/p>\n<p>10. Conc\u00edlio \u2013 Trata-se da reuni\u00e3o dos Bispos de todos o mundo, que decorreu no Vaticano, de 1962 a 1965.<\/p>\n<p>11. \u201cUm ano a caminhar com S\u00e3o Paulo\u201d, obra de autoria de D. Anacleto de Oliveira, bispo auxiliar de Lisboa. Consiste em 52 propostas de catequese (uma por semana) para o Ano Paulino. Est\u00e1 editado pela Gr\u00e1fica de Coimbra e custa 4,20 euros na Livraria Santa Joana. (ver p\u00e1gina 6).<\/p>\n<p>12. Fam\u00edlia Paulista \u2013 Conjunto de institutos fundados por Tiago Alberione (It\u00e1lia, 1874-1971). A fam\u00edlia Paulista dedica-se em especial \u00e0 evangeliza\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da imprensa, dos audiovisuais, da comunica\u00e7\u00e3o social. Em Portugal, est\u00e3o presentes cinco dos 11 ramos da fam\u00edlia paulista, destacando-se as Filhas de S. Paulo, que det\u00eam as edi\u00e7\u00f5es Paulinas, e a Sociedade de S\u00e3o Paulo (Padres Paulistas), que det\u00eam a editora Paulus e publicam a revista Fam\u00edlia Crist\u00e3.<\/p>\n<p>13. Festa da convers\u00e3o de S\u00e3o Paulo \u2013 Celebra-se a 25 de Janeiro, que em 2009 ser\u00e1 ao Domingo. Coincidindo com o dia da Ressurrei\u00e7\u00e3o, em circunst\u00e2ncias normais, a festa n\u00e3o seria celebrada. Tratando-se de um ano especial, a Santa S\u00e9 j\u00e1 veio autorizar esta celebra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Terceira e \u00faltima parte da Nota Pastoral da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa sobre o Ano Paulino (29 de Junho de 2008 a 29 de Junho de 2009) Prioridade da experi\u00eancia comunit\u00e1ria da f\u00e9 6. Para Paulo, o Evangelho (1)\u00e9 uma for\u00e7a de comunh\u00e3o(2). Jesus Cristo, ao atrair cada um a si, pela f\u00e9, deseja a Igreja [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[61],"tags":[],"class_list":["post-12615","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-actualidade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12615","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12615"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12615\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12615"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12615"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12615"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}