{"id":12623,"date":"2008-07-03T15:31:00","date_gmt":"2008-07-03T15:31:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=12623"},"modified":"2008-07-03T15:31:00","modified_gmt":"2008-07-03T15:31:00","slug":"o-regresso-do-jantar-em-familia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/o-regresso-do-jantar-em-familia\/","title":{"rendered":"O regresso do jantar em fam\u00edlia"},"content":{"rendered":"<p>Colabora\u00e7\u00e3o dos leitores <!--more--> Quem n\u00e3o se lembra da express\u00e3o: a tradi\u00e7\u00e3o j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 o que era? Pois bem: saiba que, nalguns casos,  a tradi\u00e7\u00e3o pode voltar a ser o que era. Falo da hora do jantar.<\/p>\n<p>O jantar era tradicionalmente o momento de encontro familiar, momento importante ao qual ningu\u00e9m faltava: pai, m\u00e3e, filhos. Hoje em dia nem por isso, mas pode ser interessante saber os benef\u00edcios que da\u00ed se podem tirar.<\/p>\n<p>Antigamente o jantar era de facto o ponto alto do dia. A fam\u00edlia juntava-se \u00e0 volta da mesa n\u00e3o ape-nas para comer mas para \u201cp\u00f4r a conversa em dia\u201d, cada um sabia de cada um, os la\u00e7os familiares tornavam-se assim estreitos. Actualmente, j\u00e1 n\u00e3o acontece tanto assim. Cada membro da fam\u00edlia chega a uma hora diferente, vai ao frigor\u00edfico e serve-se do que quer&#8230; Passa-se a um estilo de vida mais, desculpem a express\u00e3o, tipo \u201cpens\u00e3o\u201d. Cada um entra e sai quando quer, come ou n\u00e3o come o que quer ou n\u00e3o quer. O tempo \u00e9 passado no quarto individual e&#8230; de fam\u00edlia apenas resta o viver na mesma casa.<\/p>\n<p>Estudos recentes revelam que os benef\u00edcios do jantar em fam\u00edlia s\u00e3o in\u00fameros! Mesmo que \u00e0s vezes seja apenas uma confus\u00e3o: a confus\u00e3o dos filhos a implicarem uns com os outros, ou a fazerem birras para n\u00e3o comer. <\/p>\n<p>\u00c9 em fam\u00edlia, \u00e0 mesa, que se aprendem boas maneiras, que se aprende a socializar, saber conversar, ter o interesse de saber como correu o dia a cada um. <\/p>\n<p>Especialmente na adolesc\u00eancia, este tempo de tert\u00falia familiar torna-se muito importante. Numa universidade da Col\u00f4mbia tomou-se um grupo de estudantes que usava droga e outro que n\u00e3o para perceber o que estaria por detr\u00e1s do comportamento de cada grupo, de cada pessoa. E a conclus\u00e3o foi que os adolescentes mais acompanhados familiarmente, especialmente nessa reuni\u00e3o familiar que deve ser o jantar, est\u00e3o menos sujeitos a comportamentos destrutivos. Especialmente para as raparigas a diferen\u00e7a ainda \u00e9 maior. <\/p>\n<p>\u00c9 ao jantar que h\u00e1 maior propens\u00e3o para se conversar, claro que com a televis\u00e3o desligada!, e pais e filhos aproximam-se. Pode ent\u00e3o saber-se as ra\u00edzes tradicionais da fam\u00edlia no que diz respeito \u00e0 religi\u00e3o, h\u00e1bitos e costumes, tradi\u00e7\u00f5es geneal\u00f3gicas&#8230; <\/p>\n<p>Ainda que n\u00e3o se consiga jantar em fam\u00edlia os 7 dias da semana, pelo menos metade ou mais de metade deveriam ser vividos juntos. Os jantares podem ser escola de virtudes e boas maneiras insubstitu\u00edvel e de valor incomensur\u00e1vel.<\/p>\n<p>Rita Parreira<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Colabora\u00e7\u00e3o dos leitores<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-12623","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espaco-comum"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12623","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12623"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12623\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12623"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12623"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12623"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}