{"id":12627,"date":"2008-07-03T15:41:00","date_gmt":"2008-07-03T15:41:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=12627"},"modified":"2008-07-03T15:41:00","modified_gmt":"2008-07-03T15:41:00","slug":"recurso-a-fundos-proprios-permite-que-universidade-de-aveiro-funcione-com-normalidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/recurso-a-fundos-proprios-permite-que-universidade-de-aveiro-funcione-com-normalidade\/","title":{"rendered":"Recurso a fundos pr\u00f3prios permite que Universidade de Aveiro funcione com normalidade"},"content":{"rendered":"<p>A Universidade de Aveiro est\u00e1 a recorrer a \u201csaldos tecnicamente n\u00e3o consignados\u201d para cobrir os seus encargos de funcionamento. Em comunicado \u00e0 imprensa, na sequ\u00eancia de not\u00edcias nos jornais nacionais que referiam que metade das universidades pode n\u00e3o ter condi\u00e7\u00f5es para iniciar o pr\u00f3ximo ano lectivo, Helena Nazar\u00e9 escreve que, no caso da UA, n\u00e3o est\u00e1 em causa \u201cnem o pagamento de bolsas, nem a normal execu\u00e7\u00e3o dos projectos de investiga\u00e7\u00e3o, nem, genericamente, qualquer outra vertente da actividade da Universidade de Aveiro\u201d.<\/p>\n<p>As causas do aperto financeiro apontadas na imprensa nacional s\u00e3o confirmadas pela reitora da UA. Referem-se a \u201cnovos encargos por imposi\u00e7\u00e3o do Estado\u201d [em 2008], nomeadamente o aumento de descontos para a Caixa Geral de Aposenta\u00e7\u00f5es e a actualiza\u00e7\u00e3o salarial da fun\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Estes encargos n\u00e3o estavam previstos no or\u00e7amento atribu\u00eddo, esclarece Helena Nazar\u00e9. O or\u00e7amento anual da UA \u00e9 de 41 milh\u00f5es de euros.<\/p>\n<p>A reitora reconhece que a UA \u201ccomo qualquer outra institui\u00e7\u00e3o p\u00fablica ou privada, tem estado sujeita aos constrangimentos provocados pela disciplina or\u00e7amental\u201d com vista \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do deficit das contas p\u00fablicas, e por isso tem de recorrer a \u201creceitas pr\u00f3prias de que pode transitoriamente dispor por n\u00e3o estarem taxativa e imediatamente consignadas a projectos ou fins espec\u00edficos\u201d, os tais \u201csaldos tecnicamente n\u00e3o consignados\u201d. No entanto, espera, \u201c\u00e9 claro\u201d, que a UA \u201cvenha a ser ressarcida, atrav\u00e9s do refor\u00e7o das verbas do or\u00e7amento do Estado, para assim repor a posi\u00e7\u00e3o anterior e poder continuar a garantir boas condi\u00e7\u00f5es de funcionamento\u201d.<\/p>\n<p>J.P.F.<\/p>\n<p>Ensino Superior em risco de colapso financeiro<\/p>\n<p>Na edi\u00e7\u00e3o de 26 de Janeiro, o Di\u00e1rio de Not\u00edcias aponta sete universidades ou institutos do Ensino Superior com problemas graves de gest\u00e3o nos seus or\u00e7amentos. S\u00e3o eles: Universidade de \u00c9vora, Uni. dos A\u00e7ores, Uni. do Algarve, Uni. de Tr\u00e1s-os-Montes e Alto Douro, Instituto Polit\u00e9cnico de Portalegre e Inst. Polit\u00e9cnico de Viana do Castelo.<\/p>\n<p>A Universidade de Aveiro, com as do Porto, Lisboa, Madeira, Coimbra e Minho, integra o lote das que recorrem a fundos pr\u00f3prios para pagar sal\u00e1rios.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Universidade de Aveiro est\u00e1 a recorrer a \u201csaldos tecnicamente n\u00e3o consignados\u201d para cobrir os seus encargos de funcionamento. 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