{"id":12711,"date":"2008-07-17T10:05:00","date_gmt":"2008-07-17T10:05:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=12711"},"modified":"2008-07-17T10:05:00","modified_gmt":"2008-07-17T10:05:00","slug":"venho-cheia-o-de-deus-gostei-muito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/venho-cheia-o-de-deus-gostei-muito\/","title":{"rendered":"&#8220;Venho cheia (o) de Deus. Gostei muito&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>Colabora\u00e7\u00e3o dos Leitores <!--more--> Foi a frase dominante, comum a todos, utilizada pelos 44 idosos da Diocese, para expressar o que sentiam por aquilo que observaram, escutaram e vivenciaram, na Peregrina\u00e7\u00e3o Inter-Diocesana (Aveiro e Porto) a F\u00e1tima, a convite do Movimento da Mensagem de F\u00e1tima, nos dias 20 e 21 de Maio. Ningu\u00e9m conhecia o programa, somente se sabia qual o ponto de partida de cada grupo (\u00c1gueda, Aveiro, Borralha, \u00cdlhavo, Travass\u00f4 e Recard\u00e3es) e o destino da chegada: F\u00e1tima.<\/p>\n<p>Na partida, cada um levava os seus projectos e convic\u00e7\u00f5es e alimentava, conforme podia, as suas expectativas e o modo como iria passar estes dois dias. Algumas pessoas chegaram a pensar que estavam numa excurs\u00e3o e que em F\u00e1tima seriam \u201csoltas\u201d e cada qual teria que se desenrascar. <\/p>\n<p>\u00c0 chegada, na recep\u00e7\u00e3o e no acolhimento que nos foram prestados, depressa nos apercebemos que os projectos individuais que cada um trazia foram caindo, \u00e0 medida que nos iam explicando a diferen\u00e7a entre uma excurs\u00e3o e uma peregrina\u00e7\u00e3o. Foi definido que uma peregrina\u00e7\u00e3o consistia num caminho, feito passo a passo, que algu\u00e9m faz em direc\u00e7\u00e3o a uma coisa ou a uma pessoa. No nosso caso, seria uma caminhada ao encontro de Deus. Depois desta explica\u00e7\u00e3o convincente, fomos convidados a ser Peregrinos de Deus, numa atitude de f\u00e9 ao encontro d\u2019Ele. Houve total aceita\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, as expectativas eram grandes. Ao tomarmos conhecimento do programa, fic\u00e1mos com a percep\u00e7\u00e3o n\u00edtida de n\u00e3o constar novidade alguma pr\u00f3pria de uma peregrina\u00e7\u00e3o: sil\u00eancio, reflex\u00e3o, ora\u00e7\u00e3o. Contudo, a proposta agradou.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o almo\u00e7o do primeiro dia, foi-nos exibido um pequeno filme narrando os momentos mais significativos e conte\u00fados das v\u00e1rias Apari\u00e7\u00f5es de Nossa Senhora aos pastorinhos de F\u00e1tima. A surpresa veio a seguir. Chegou o Sr. Padre Morgado, que, depois de fazer uma breve apresenta\u00e7\u00e3o do que iria ser o dia, fez uma reflex\u00e3o sobre as seis Apari\u00e7\u00f5es de Nossa Senhora. Algumas supersti\u00e7\u00f5es, beatices e at\u00e9 pequenas atitudes de religiosidade popular foram desmistificadas, desmoronadas, para, de seguida, serem novamente reconstru\u00eddas, na mente de cada pessoa ali presente e atentamente escutante.<\/p>\n<p>Ao explicar os conte\u00fados das Apari\u00e7\u00f5es, ficou claro que, na Mensagem que foi deixada em F\u00e1tima, o que Nossa Senhora quer \u00e9 o exterm\u00ednio da guerra e que seja irradiado o pecado do mundo. Por outras palavras: que deixemos de praticar o pecado, para que o cora\u00e7\u00e3o de Jesus deixe de ser ofendido. <\/p>\n<p>Podemos resumir o conte\u00fado da Mensagem, embora de uma forma simples e redutora, no seguinte: Nossa Senhora apresenta-se aos pastorinhos como a Senhora do Ros\u00e1rio: \u201cEu sou a Senhora do Ros\u00e1rio\u201d, que significa, a Senhora da ora\u00e7\u00e3o. Por isso, e pela pedagogia que Ela utilizou com as tr\u00eas crian\u00e7as videntes, a Igreja reconhece-a como \u201cMestra de ora\u00e7\u00e3o\u201d. Em F\u00e1tima, pediu que se rezasse o ter\u00e7o todos os dias pela paz do mundo e pela convers\u00e3o dos pecadores. Insistiu na ora\u00e7\u00e3o e na penit\u00eancia, numa atitude de total convers\u00e3o a Deus. Por conseguinte, tudo em F\u00e1tima se resume no seguinte pedido feito por Maria: \u201cN\u00e3o ofendam mais a Deus Nosso Senhor\u2026\u201d. <\/p>\n<p>Outro momento comovente foi o da reconcilia\u00e7\u00e3o. Foi sugerido e dirigido o convite aos peregrinos. Convite que foi aceite. Todos se reconciliaram e valorizaram esse momento solene de encontro individual e pessoal com Deus. Um testemunho: \u201cA partir de hoje, antes de me reconciliar com Deus, vou me sentar ao lado da minha esposa e perguntar-lhe as faltas que ela acha que eu tenho e eu direi as delas, e s\u00f3 depois \u00e9 que me vou reconciliar. Vou muito feliz\u201d, afirmou este peregrino. <\/p>\n<p>No decorrer do programa, foi-nos proporcionada uma visita guiada \u00e0 Igreja da Sant\u00edssima Trindade, que durou cerca de duas horas. Foi uma aut\u00eantica catequese eclesial. \u00c9 uma obra de arte magn\u00edfica ao servi\u00e7o da f\u00e9. A conclus\u00e3o a que cheguei foi que ningu\u00e9m deveria visitar esta Igreja sem conhecer o significado das imagens e da constru\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio edif\u00edcio. \u201c\u00c9 uma obra estupenda e um lugar de culto maravilhoso\u201d, dizia algu\u00e9m do grupo. E \u00e9 de facto!<\/p>\n<p>No regresso a casa, todos manifestavam exuberante contentamento pelo que viram, ouviram, experimentaram e viveram, mas agora querem\/queremos testemunh\u00e1-lo porque, \u201cquem vai a F\u00e1tima numa atitude de f\u00e9, nunca vem igual: acontece sempre uma transforma\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou uma senhora emocionada. Uma outra senhora revelou que vinha decidida, tinha tomado uma decis\u00e3o para a sua vida junto de Nossa Senhora. \u201cEncontrei um sentido para a minha vida. A Nossa Senhora ajudou-me a encontrar o caminho acertado para a minha vida. Vou muito contente\u2026\u201d, desabafou a senhora.<\/p>\n<p>Di\u00e1cono Jos\u00e9 Carlos Costa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Colabora\u00e7\u00e3o dos Leitores<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-12711","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espaco-comum"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12711","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12711"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12711\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12711"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12711"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12711"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}