{"id":12819,"date":"2008-07-30T16:03:00","date_gmt":"2008-07-30T16:03:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=12819"},"modified":"2008-07-30T16:03:00","modified_gmt":"2008-07-30T16:03:00","slug":"encontro-com-outras-culturas-e-vivencias-de-igreja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/encontro-com-outras-culturas-e-vivencias-de-igreja\/","title":{"rendered":"Encontro com outras culturas e viv\u00eancias de Igreja"},"content":{"rendered":"<p>Balan\u00e7o das Jornadas Mundiais da Juventude, em Sydney (12 a 21 de Julho), pelos dois representantes da Diocese de Aveiro<\/p>\n<p>\u201cIdes receber uma for\u00e7a, a do Esp\u00edrito Santo, que descer\u00e1 sobre v\u00f3s.\u201d (Act. 1, 8). Esta \u00e9 a grande certeza renovada que se traz no cora\u00e7\u00e3o ao regressar das Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), em Sydney, na Austr\u00e1lia. Participar numas JMJ \u00e9 sempre uma oportunidade \u00fanica e diferente de alimentar a nossa vida em Jesus Cristo.<\/p>\n<p>Partimos para estas Jornadas integrados num grupo de 56 portugueses, inscritos pelo Departamento Nacional de Pastoral Juvenil (DNPJ). Na 1\u00aa semana vivemos as pr\u00e9-jornadas na Par\u00f3quia de St. Paul, na Diocese de Brisbane, acolhidos em fam\u00edlias. Uma semana mais tarde, rum\u00e1mos para Sydney, onde fomos acolhidos pela Par\u00f3quia da Sagrada Fam\u00edlia, em East Granville, Diocese de Parramata. A\u00ed a estadia j\u00e1 foi na escola cat\u00f3lica local. Duas experi\u00eancias diferentes, bastante gratificantes, mas tamb\u00e9m algo desgastantes, porque num encontro deste g\u00e9nero, os desafios s\u00e3o sempre muitos, as actividades sucedem-se a um ritmo acelerado\u2026 Mas vale sempre a pena ir ao encontro de ou-tras culturas e de outras experi\u00eancias de Igreja!<\/p>\n<p>No regresso, ainda recente, pensamos poder resumir a viv\u00eancia desta jornada a partir dum conjunto de palavras ou ideias-chave:<\/p>\n<p>Exig\u00eancia<\/p>\n<p>Ser peregrino n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil! Quando se parte para \u201co outro lado do mundo\u201d, quando se demoram 50 horas a chegar de Aveiro \u00e0 Par\u00f3quia que nos acolheu nas pr\u00e9-jornadas e outras tantas a regressar, quando a comida nem sempre agrada, quando o corpo se cansa de caminhar&#8230; quando assim \u00e9, aprendemos o caminho da exig\u00eancia que nos aproxima do Cristo tamb\u00e9m Ele peregrino.<\/p>\n<p>Acolhimento<\/p>\n<p>N\u00e3o ficamos indiferentes quando o director da escola que nos acolheu em Sydney nos disse que na semana anterior um dos seus filhos tinha partido para uma estadia de 1 ano fora do pa\u00eds e ele disse \u00e0 sua esposa que iria receber os jovens portugueses e austr\u00edacos como se fossem os seus novos filhos naquela semana! E assim foi&#8230;<\/p>\n<p>Cultura<\/p>\n<p>Umas JMJ s\u00e3o sempre uma oportunidade de conhecer novos locais, novos h\u00e1bitos, novas gentes, novas culturas. A Austr\u00e1lia \u00e9 um pa\u00eds verdadeiramente multicultural, e isso esteve bem presente na diversidade das fam\u00edlias que nos acolheram. Al\u00e9m disso, conhecer uma cidade como Sydney, numa situa\u00e7\u00e3o t\u00e3o particular, onde o mais pequeno recanto se encontra cheio de multid\u00f5es de jovens, \u00e9 uma oportunidade \u00fanica.<\/p>\n<p>Unidade\/Diversidade<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 todos os dias que se tem oportunidade de conversar no comboio, ou nas filas da refei\u00e7\u00e3o, com jovens do Vietname, da Coreia, de Timor, do Brasil ou das Filipinas e sentir que, apesar da diversidade, estamos unidos pela mesma F\u00e9, pela mesma alegria em Cristo, que nos levou at\u00e9 ali.<\/p>\n<p>Miss\u00e3o<\/p>\n<p>\u00c9 o grande desafio que fica para cada um no fim desta peregrina\u00e7\u00e3o. A For\u00e7a do Esp\u00edrito guia-nos para \u201ca constru\u00e7\u00e3o de um futuro de esperan\u00e7a para toda a humanidade\u201d. O Papa Bento XVI, e os Bispos em todas as catequeses, foram transmissores desta mensagem de esperan\u00e7a e confian\u00e7a na \u201cnova gera\u00e7\u00e3o de crist\u00e3os\u201d.<\/p>\n<p>Ao terminar as XXIII JMJ o Papa dirigiu-se aos jovens de l\u00edngua portuguesa: \u201cQueridos amigos em Cristo, sabeis que Jesus n\u00e3o vos quer sozinhos. Sobre v\u00f3s desceu uma l\u00edngua de fogo do Pentecostes: \u00e9 a vossa marca de crist\u00e3os. Levai este fogo santo a todos os cantos da terra. Nada nem ningu\u00e9m o poder\u00e1 apagar, porque desceu do C\u00e9u. Esta \u00e9 a vossa for\u00e7a, caros jovens amigos, por isso, vivei no esp\u00edrito e para o esp\u00edrito!\u201d.<\/p>\n<p>Resta agora levar por diante este desafio, de forma sempre renovada, estar nesta JMJ, representando o pa\u00eds e a diocese de Aveiro traz, com certeza, essa responsabilidade\u2026 De certa forma, podemos dizer que o que vimos, ouvimos, experiment\u00e1mos e vivemos, \u00e9 agora patrim\u00f3nio da Igreja de Aveiro, tamb\u00e9m ela convidada a recuperar a certeza de que a for\u00e7a do Esp\u00edrito \u00e9 a garantia da constru\u00e7\u00e3o de um futuro pr\u00f3spero em Cristo!<\/p>\n<p>SDPJV Aveiro <\/p>\n<p>P.e Rui Barnab\u00e9 e Ondina Matos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Balan\u00e7o das Jornadas Mundiais da Juventude, em Sydney (12 a 21 de Julho), pelos dois representantes da Diocese de Aveiro \u201cIdes receber uma for\u00e7a, a do Esp\u00edrito Santo, que descer\u00e1 sobre v\u00f3s.\u201d (Act. 1, 8). 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