{"id":13106,"date":"2008-09-17T15:20:00","date_gmt":"2008-09-17T15:20:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=13106"},"modified":"2008-09-17T15:20:00","modified_gmt":"2008-09-17T15:20:00","slug":"p-e-pelagio-integra-equipa-sacerdotal-de-ilhavo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/p-e-pelagio-integra-equipa-sacerdotal-de-ilhavo\/","title":{"rendered":"P.e Pel\u00e1gio integra equipa sacerdotal de \u00cdlhavo"},"content":{"rendered":"<p>P.e Pel\u00e1gio Faz Tom\u00e1s integra a equipa sacerdotal de \u00cdlhavo, desde o in\u00edcio de Setembro. A sua apresen-ta\u00e7\u00e3o \u00e0 comunidade foi no dia 7, quando a par\u00f3quia celebrava a festa do Senhor dos Navegantes.<\/p>\n<p>Na Diocese de Aveiro desde 2004, P.e Pel\u00e1gio considera \u201cmuito positivo \u201c ter chegado no in\u00edcio do ano dedicado \u00e0 Eucaristia. \u201cVivi de forma intensa a tem\u00e1tica e tive o gostei de participar no Congresso Eucar\u00edstico, onde aprendi muito\u201d, afirma. Desse ano pastoral, 2004\/05, recorda a grande acolhimento que encontrou no Sr. Bispo e nos padres, mas considera que foi \u201cum pouco dif\u00edcil\u201d entrar no ambiente cultural portugu\u00eas. A compara\u00e7\u00e3o \u00e9 inevit\u00e1vel. As celebra\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas em Portugal t\u00eam menos gestos e s\u00edmbolos que as angolanas, para j\u00e1 n\u00e3o falar da m\u00fasica e das dan\u00e7as\u2026 \u201cEntramos na celebra\u00e7\u00e3o e \u00e9 tudo mais calmo\u201d, reconhece.<\/p>\n<p>No pouco tempo que est\u00e1 em \u00cdlhavo, P.e Pel\u00e1gio encontrou v\u00e1rios compatriotas, algo que n\u00e3o aconteceu por terras da Bairrada. \u201cVieram falar comigo por terem estado em Angola ou por l\u00e1 terem nascido\u201d, afirma com gosto.<\/p>\n<p>Por falar em Angola, como acompanhou as recentes elei\u00e7\u00f5es? \u2013 Interroga o Correio do Vouga. \u201cForam uma experi\u00eancia \u00edmpar, depois de tantas tentativas de paz e de democracia que n\u00e3o resultaram\u201d, afirma. Como todos os angolanos fora do pa\u00eds, n\u00e3o p\u00f4de votar, apesar de se ter dirigido ao Consulado. \u201cTenho pensado que o mais importante n\u00e3o \u00e9 tanto o partido que as ganhou \u2013 j\u00e1 era esperado \u2013 mas mais o passo dado em direc\u00e7\u00e3o \u00e0 democracia, \u00e0 estabilidade e paz\u201d, diz.<\/p>\n<p>Integrando a equipa \u00cdlhavo com os padres Fausto de Oliveira e Jos\u00e9 Louren\u00e7o, o sacerdote sente que tem dois desafios pela frente. Por um lado, o trabalho de equipa, em comunh\u00e3o, como vig\u00e1rio paroquial, por outro, a pastoral em ambiente urbano. \u201cEstou numa terra com outra din\u00e2mica, outras exig\u00eancias. Quero desempenhar bem o trabalho que me vai ser confiado neste ambiente de cidade\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Pel\u00e1gio Faz Tom\u00e1s nasceu em Cubal, Benguela, h\u00e1 quase 42 anos. Completa-os no pr\u00f3ximo dia 25. Estudou no Semin\u00e1rio do Bom Pastor, em Benguela, e foi ordenado padre no dia 6 de Agosto de 2000, por D. \u00d3scar Braga. Na diocese angolana colaborou na Escola de Forma\u00e7\u00e3o de Evangelistas, um organismo que forma catequistas de adultos e l\u00edderes de comunidades. Desde 2004 est\u00e1 na Diocese de Aveiro ao abrigo de um acordo entre dioceses. Como ele, h\u00e1 outros 18 padres nas dioceses de Lisboa, Coimbra e Viseu, incluindo o P.e Tiago Kassoma (par\u00f3quias de Ancas e Paredes do Bairro). O P.e Pel\u00e1gio trabalhou dois anos em Albergaria e outros dois em Vilarinho do Bairro (p\u00e1roco), Amoreira da G\u00e2ndara e Ancas (vig\u00e1rio paroquial).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>P.e Pel\u00e1gio Faz Tom\u00e1s integra a equipa sacerdotal de \u00cdlhavo, desde o in\u00edcio de Setembro. A sua apresen-ta\u00e7\u00e3o \u00e0 comunidade foi no dia 7, quando a par\u00f3quia celebrava a festa do Senhor dos Navegantes. 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