{"id":13132,"date":"2008-09-17T15:59:00","date_gmt":"2008-09-17T15:59:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/wp1\/?p=13132"},"modified":"2008-09-17T15:59:00","modified_gmt":"2008-09-17T15:59:00","slug":"exposicao-de-marcos-muge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/exposicao-de-marcos-muge\/","title":{"rendered":"Exposi\u00e7\u00e3o de Marcos Muge"},"content":{"rendered":"<p>&#8220;Do Profano ao Sagrado&#8221; em Sever do Vouga <!--more--> No Centro de Artes e Espect\u00e1culos, em Sever do Vouga, est\u00e1 patente ao p\u00fablico, at\u00e9 ao dia 28 de Setembro, a exposi\u00e7\u00e3o intitulada \u201cMarcos Muge \u2013 Contempor\u00e2neo. Do Profano ao Sagrado\u201d, constitu\u00edda por 63 obras de arte, a maioria das quais in\u00e9ditas, desse artista pl\u00e1stico natural de Ovar e residente em Esgueira.<\/p>\n<p>Cinquenta das obras presentes na exposi\u00e7\u00e3o s\u00e3o placas cer\u00e2micas policrom\u00e1ticas, de formas e dimens\u00f5es vari\u00e1veis, com tem\u00e1tica religiosa, pe\u00e7as criadas propositadamente para esta mostra, numa interpreta\u00e7\u00e3o muito pessoal e art\u00edstica da cl\u00e1ssica e tradicional simbologia crist\u00e3.<\/p>\n<p>Sete outras obras s\u00e3o de pintura sobre tela, todas elas de cariz religioso, algumas de grandes dimens\u00f5es. Estas \u00faltimas seguem a tradicional linha das telas concebidas expressamente para os altares-mores das igrejas.<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m esculturas, destacando-se uma cabe\u00e7a humana, executada de acordo com a escultura cl\u00e1ssica, e uma pe\u00e7a escult\u00f3rica, em madeira, com partes revestidas a folha de ouro, como na cl\u00e1ssica talha dourada.<\/p>\n<p>A mostra \u00e9 completada por tr\u00eas pain\u00e9is de azulejos, todos eles distintos na forma como foram executados, ainda que a tem\u00e1tica tamb\u00e9m seja religiosa. Um deles, \u00e9 um painel em relevo. Outro, com o t\u00edtulo \u201cS. Mateus de Sever do Vouga\u201d, \u00e9 um painel, de grandes dimens\u00f5es, que representa o evangelista S. Mateus, padroeiro de Sever do Vouga. O terceiro, que est\u00e1 em grande destaque na \u00e1rea central da exposi\u00e7\u00e3o, no ch\u00e3o, \u00e9 um enorme painel, constitu\u00eddo por 170 azulejos (de 14 X 14 cent\u00edmetros), o qual est\u00e1 inserido numa obra mais vasta (uma instala\u00e7\u00e3o) que integra v\u00e1rios outros materiais, como madeira desfeita, recortes de imprensa, entre outros, intitulada \u201cVia-sacra de 2008 anos\u201d, a qual \u00e9 um hino contra a gan\u00e2ncia e a busca incessante de poder e riqueza, a todo o custo e sem olhar a meios, e um reavivar da prof\u00e9tica frase da Quarta-feira de Cinzas: \u201cLembra-te Homem que \u00e9s p\u00f3 e ao p\u00f3 voltar\u00e1s\u201d.<\/p>\n<p>Pela homogeneidade tem\u00e1tica, pela originalidade com que Marcus Muge interpreta artisticamente a cl\u00e1ssica simbologia crist\u00e3, pela enorme quantidade das obras e pela variedade de materiais usados na concep\u00e7\u00e3o dessas pe\u00e7as, na sua quase totalidade executadas propositadamente para este evento, a exposi\u00e7\u00e3o \u201cDo Profano ao Sagrado\u201d \u00e9 um marco na carreira art\u00edstica de Marcos Muge.<\/p>\n<p>Desde a sua primeira exposi\u00e7\u00e3o, ocorrida na Cova da Piedade (Almada), no ano de 1986, Marcos Muge j\u00e1 realizou 19 exposi\u00e7\u00f5es individuais e participou em 17 mostras colectivas e em 18 exposi\u00e7\u00f5es em certames de artesanato, tanto em Portugal como no estrangeiro, tendo obtido diversos pr\u00e9mios, incluindo um na Hungria. Est\u00e1 representado em colec\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas, em diversos pa\u00edses, nomeadamente \u00c1frica do Sul, Alemanha, Austr\u00e1lia, Brasil, Esc\u00f3cia, Espanha, Estados Unidos da Am\u00e9rica, Fran\u00e7a, Holanda, Hungria, It\u00e1lia, Portugal e Su\u00ed\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Do Profano ao Sagrado&#8221; em Sever do Vouga<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[66],"tags":[],"class_list":["post-13132","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13132","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13132"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13132\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13132"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13132"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/cv\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13132"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}